Há limites para o marketing
O candidato não precisa passear de barco no Tietê para falar da contribuição que a municipalidade pode dar para a limpeza do rio.
Também não precisa andar de bicicleta para dizer que apoia esse tipo de transporte.
Não há a menor necessidade de o candidato subir num skate para apresentar trechos de seu programa para a recreação de jovens “radicais”. Nem andar de patins, nem fazer evoluções em bykes ou coisa que o valha.
Duvidamos de que essas “demonstrações” tragam um único voto a mais. O que ganha eleitores é o rol de propostas (também de prestação de contas do passado) e a confiabilidade que o candidato transmite ao apresentá-las.
A imagem de “novo” e de “antenado” que Serra deve transmitir é fruto de seu programa para as áreas da juventude e pelo que fez nos cargos públicos que ocupou. E também por sua prática nas redes sociais, de vanguarda entre os políticos de todos os quadrantes. E que não é de hoje, na beira de campanhas. Simples, assim.
O marketing do candidato - e ele próprio - deu uma bela pisada na bola, ou melhor, uma ridícula escorregada no skate.
Pitacos/Pitacadas: Política em foco.
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