Obrigado ex e futuro Presidente Lula. Nenhum outro presidente poderia ter me inspirado este poema.
PAÍS DO PRESENTE
Quem nas décadas passadas Gozava de vida abastada Não percebeu a mudança radical Pela qual o Brasil passou E o quanto melhorou Trazendo mais igualdade social.
A classe mais favorecida Dirigia feliz da vida Porque não havia trânsito caótico Isto acontecia simplesmente Porque o brasileiro carente Nem sonhava em ter carro próprio.
Nos Shopping Centers Estacionava-se facilmente E os ricos visitavam a grande tela Enquanto a população pobre Se contentava com um pagode E com outro capítulo da novela.
Os aeroportos eram restritos Ao público mais rico Poucos viajavam de avião Enquanto o coitado do povo Viajava como carga de porco Que se aperta no caminhão.
Só tinha rico nos restaurantes e hotéis Repletos de sofisticados coquetéis Com drinks para o endinheirado degustar E o resto da população Enfiava mortadela no pão E comia em qualquer lugar.
A elite falava ao celular E para esnobar Pendurava o aparelho na cintura E o já sofrido povão Tinha que encarar o orelhão Em filas que davam tontura.
O rico tinha computador O pobre sentia até dor Teclando nas máquinas de escrever Enquanto o rico já estava lendo O pobre estava se contorcendo Tentando os erros esconder.
Hoje o pobre tem carro Frequenta restaurantes caros E fica nas filas dos aeroportos cheios Carregando um celular na cinta E antes do voo à Miami fica No notebook enviando e-mails.
Para as pessoas privilegiadas O Brasil não mudou nada Ou se mudou foi para pior Mas para os menos favorecidos O Brasil ficou mais bonito E viver ficou muito melhor.
Olhe ao redor e reflita O que tem nas casas ricas Também tem nos casebres O Brasil virou País do presente Agora somos uma forte corrente Não deixemos que nenhum elo se quebre.
Eduardo de Paula Barreto - SP. www.opoetizador.com
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Obrigado ex e futuro Presidente Lula. Nenhum outro presidente poderia ter me inspirado este poema.
PAÍS DO PRESENTE
Quem nas décadas passadas
Gozava de vida abastada
Não percebeu a mudança radical
Pela qual o Brasil passou
E o quanto melhorou
Trazendo mais igualdade social.
A classe mais favorecida
Dirigia feliz da vida
Porque não havia trânsito caótico
Isto acontecia simplesmente
Porque o brasileiro carente
Nem sonhava em ter carro próprio.
Nos Shopping Centers
Estacionava-se facilmente
E os ricos visitavam a grande tela
Enquanto a população pobre
Se contentava com um pagode
E com outro capítulo da novela.
Os aeroportos eram restritos
Ao público mais rico
Poucos viajavam de avião
Enquanto o coitado do povo
Viajava como carga de porco
Que se aperta no caminhão.
Só tinha rico nos restaurantes e hotéis
Repletos de sofisticados coquetéis
Com drinks para o endinheirado degustar
E o resto da população
Enfiava mortadela no pão
E comia em qualquer lugar.
A elite falava ao celular
E para esnobar
Pendurava o aparelho na cintura
E o já sofrido povão
Tinha que encarar o orelhão
Em filas que davam tontura.
O rico tinha computador
O pobre sentia até dor
Teclando nas máquinas de escrever
Enquanto o rico já estava lendo
O pobre estava se contorcendo
Tentando os erros esconder.
Hoje o pobre tem carro
Frequenta restaurantes caros
E fica nas filas dos aeroportos cheios
Carregando um celular na cinta
E antes do voo à Miami fica
No notebook enviando e-mails.
Para as pessoas privilegiadas
O Brasil não mudou nada
Ou se mudou foi para pior
Mas para os menos favorecidos
O Brasil ficou mais bonito
E viver ficou muito melhor.
Olhe ao redor e reflita
O que tem nas casas ricas
Também tem nos casebres
O Brasil virou País do presente
Agora somos uma forte corrente
Não deixemos que nenhum elo se quebre.
Eduardo de Paula Barreto - SP.
www.opoetizador.com
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