segunda-feira, 28 de maio de 2012

A lógica do SE: Se eu fosse presidentA da República

A lógica do SE: Se eu fosse presidentA da República 


O ministro Celso Mello disse que Se ainda fosse presidente da República, esse comportamento seria passível de impeachment por configurar infração político-administrativa, em que um chefe de poder tenta interferir em outro”. 


Isso SE Lula tivesse realmente pressionado o ministro do STF, a testemunha do encontro nega o teor da conversa. 


Segundo essa lógica: Se eu fosse presidentA da República também seria passível de impechement. 


Acontece que o SE não me deixa ser.


Se eu fosse cantora seria desafinada. 


Se eu fosse atriz morreria desempregada.


Se eu tivesse cabelo liso não teria cabelo enrolado.


Se eu fosse baixa não seria alta


Se eu fosse...


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1 comentários:

Victor Farinelli disse...

Mas, ministro, seguindo sua mesma lógica, eu pergunto: e SE tudo isso for uma MENTIRA do ministro Gilmar Mendes? E SE essa MENTIRA não tem provas, mas for evidenciada pela mentira do grampo sem áudio, do qual talvez possam haver provas, dependendo do conteúdo das gravações da CPI do Cachoeira (que já pegou seu mui amigo Demóstenes falando dele algumas vezes)? SE isso for VERDADE, e se a mesma contar com provas indiscutíveis vindas da CPI, NÃO SERIA PASSÍVEL DE IMPEACHMENT DO MINISTRO GILMAR MENDES?

Claro que você pode dizer que o meu SE não conta com provas concretas (ainda), mas o seu SE tampouco é sustentado por mais que uma declaração não gravada, e dela você fez toda uma tremenda conjectura.