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terça-feira, 7 de setembro de 2010

“Mulheres bem-comportadas não fazem história”.

Estamos vencendo as barreiras do preconceito, estamos conquistando nossos espaços, a Juíza Luislinda Valois é um exemplo da nossa luta.



A juíza Luislinda Valois foi nomeada desembargadora substituta no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) na última segunda-feira (30), ocupando a partir da terça uma vaga na Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça. Primeira juíza negra do Brasil, Valois acredita que este é um passo importante para abrir caminho para os negros no Judiciário.

Depois de ouvir, aos 9 anos, de um professor que "se você não tem dinheiro para comprar o material escolar, pare de estudar e vá cozinhar feijoada na casa de branco". Segundo ela, foi quando decidiu estudar e se tornar juíza.

Valois foi a primeira juíza negra a proferir uma sentença contra o racismo no Brasil. Ela trabalhou no interior baiano até ser promovida para Salvador, em 1993. Ela foi a responsável por reativar dezenas de Juizados Especiais em municípios da Bahia e criou e instalou a Justiça Itinerante e o Juizado Itinerante Marítimo.


Extraído aqui

sexta-feira, 26 de março de 2010

É lamentável, mas é a realidade

Na abertura do Congresso de Mulheres Metalúrgicas de São Bernardo, o presidente Lula fez um alerta para a possibilidade de, a licença maternidade de 6 meses, causar demissões.
Infelizmente é uma verdade que temos que encarar.
Temos ainda, uma longa trajetória para que nós mulheres sejamos respeitadas como cidadãs e, não tenhamos que ter esse tipo de dilema em nossas vidas,ter que fazer opção entre a carreira profissional e a maternidade.
Leia matéria do Brasilia Confidencial clicando em cima da imagem.