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terça-feira, 3 de abril de 2012

Com todo respeito, "Bolinho de Jesus" ou "Acarajé Pentecostal" é o "cassete": Polêmica: Evangélicos x Vendedores de Acarajé

Com todo respeito, "Bolinho de Jesus" ou "Acarajé Pentecostal" é o "cassete": Polêmica: Evangélicos x Vendedores de Acarajé


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Confira os pontos da polêmica:
Para as baianas, uma vendedora de Acarajé tem que estar devidamente caracterizada para vender o produto.
No consenso geral, todos podem vender o tal Acarajé, desde que não mude o nome do alimento.
Para alguns vendedores protestantes, eles têm o direito de vender o produto com o nome de "Bolinho de Jesus" ou "Acarajé Pentecostal".
No livro de Manuel Querino em "A arte culinária na Bahia", de 1916, conta, na primeira descrição etnográfica do acarajé, que "no início, o feijão-fradinho era ralado na pedra, de 50 cm de comprimento por 23 de largura, tendo cerca de 10 cm de altura. A face plana, em vez de lisa, era ligeiramente picada por canteiro, de modo a torná-la porosa ou crespa. Um rolo de forma cilíndrica, impelido para frente e para trás, sobre a pedra, na atitude de quem mói, triturava facilmente o milho, o feijão, o arroz".
Segundo Wikipedia, O acarajé da África Ocidental que, deu origem ao brasileiro, é uma iguaria árabe chamada "Falafel" e foi levada para o continente africano durante as diversas incursões durante os séculos VII a XIX. Os árabes faziam o alimento com favas secas e Grão de bico que foram substituídas pelo feijão-fradinho na África.
Em 2008, o presidente da Associação das Indústrias do Líbano, Fadi Abboud, provocou discussão mundial ao reivindicar para seu povo a propriedade intelectual da receita, acusando Israel, onde ela é igualmente popular, de se apropriar de uma comida típica do seu país.
Na África, "Acará" significa bola de fogo e "jê" é o ato de comer, o que no Brasil pode ser traduzido informalmente para "comer bola de fogo".
Para o candomblé, o alimento é oferecido aos orixás e pode ser apresentando em um prato de sobremesa em forma arredondada ou como um bolinho assemelhando um casco de tartaruga.
Confira a polêmica:

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Aprovada a Lei que proibe evangélicos de venderem o Acarajé como “Bolinhos de Jesus”

Aprovada a Lei que proibe evangélicos de venderem o Acarajé como “Bolinhos de Jesus”



A Comunidade Candomblicista ganhou a liminar que proibe igrejas evangélicas de venderem o Acarajé, uma comida típica da Bahia dedicada a Iansã como “bolinho de Jesus”. O Acarajé é um patrimônio cultural brasileiro que muito contribui para a caracterização da identidade do brasileiro. Graças a esta ação as chamadas “Baianas” filhas deste orixá tão lindo e poderoso não sofreram mais com atitudes tão preconceituosas por parte dos evangélicos!
Iansã terá assegurado novamente seu delicioso Acarajé sem ter que concorrer com o capitalismo desenfreado em que se encontram grande parte das igrejas evangélicas.
Iêparrei Iansã! Iê parrei!!!
Axé!