terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Racismo no Pinheirinho: Do nada PM de Alckmin bate em homem negro e sai andando como se nada tivesse acontecido

Racismo no Pinheirinho: Do nada PM de Alckmin bate em homem negro e sai andando como se nada tivesse acontecido

Vestindo capacetes e com os cassetetes na mão, três policiais se aproximam de um senhor negro, que aparenta ter entre 40 e 50 anos. O homem levanta as mãos, em sinal de que não está apresentando resistência, mas assim mesmo é agredido por um dos policiais. 



Policiais agridem homem no Pinheirinho, em São José dos Campos (SP) por perolasnatv  no Videolog.tv.




No R7

1 comentários:

Xad Camomila disse...

Gente! O caso Pinheirinho está no Supremo e o Peluso precisa decidir se dá a liminar pra suspender a reintegração de posse iniciada no dia 22 ou se deixa p/ o Pleno do STF; quer dizer, se ele vai decidir sozinho ou se vai esperar o término das férias forenses (02 de fevereiro).

Sugiro o envio de email para o ministro: cpeluso@stf.jus.br

A notícia está na página do STF:

http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=198129

E no meu blog:

http://www.scmcampinas.blogspot.com/2012/01/pinheirinho-recorre-ao-supremo.html


Segue o texto do email que mandei para o ministro:
Título do email: SOMOS TODOS PINHEIRINHO

Exmo. Ministro,

Tem o presente email a finalidade de solicitar a Vossa Excelência o julgamento da LIMINAR no Mandado de Segurança 31120 impetrado, ontem (23/01), pela Associação Democrática por Moradia e Direitos Sociais de São José dos Campos (SP), a fim de que seja determinado à Polícia Militar do Estado de São Paulo e à Guarda Municipal de São José que suspendam IMEDIATAMENTE a desocupação da área denominada “Pinheirinho”, cuja posse é reclamada pela massa falida da empresa Selecta, mas que vinha sendo ocupada, desde 2004, por cerca de 1.300 famílias sem teto.

A operação de reintegração de posse, iniciada no dia 22, de forma violenta, em meio a conflito de competência entre as Justiças Estadual e Federal, feriu direitos fundamentais dos moradores de “Pinheirinho”, colocando milhares de pessoas - entre elas, crianças, idosos e portadores de necessidades especias - em situação de risco social, moral, físico e psíquico.

A DECISÃO sobre a suspensão desses atos perpetrados pelo Poder Público, que atentam contra a dignidade da pessoa humana, não pode aguardar o término das férias forenses em 02 de fevereiro, já que patente o “periculum in mora”.

Contando com a compreensão de V. Exa.,

Atenciosamente,

Nome
Profissão
(RG. *** )