"Policial militar despreparado psicológica e emocionalmente atira em militante que trafegava com uma companheira na calçada próximos à Aldeia Maracanã. Tinha havido um protesto no cruzamento ao lado Maracanã e o militante retornava da aldeia com uma companheira pela calçada junto à linha do trem, quando o policial o avistou de longe, comentou com os outros guardas que havia mandado o militante tirar o lenço do rosto e como ninguém deu importância ele seguiu em direção ao casal atirando, errando o militante e acertando sua companheira."
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domingo, 24 de março de 2013
Quem vai pagar por isso?: Policial atira covardemente em militante no protesto da Aldeia Maracanã
Quem vai pagar por isso?: Policial atira covardemente em militante no protesto da Aldeia Maracanã
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Roanna
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Após resistência dos indígenas: Governo do Estado desiste de demolir Aldeia Maracanã
Cabral só vai cumprir liminar da justiça que proibiu a demolição. Ele não desistiu, por enquanto desistiram por ele
Após resistência dos indígenas: Governo do Estado desiste de demolir Aldeia Maracanã
Jornal do Brasil
Prevaleceu o bom senso. O governador Sérgio Cabral decidiu não mais demolir o prédio, construído em 1862 e que durante muito tempo abrigou o Serviço de Proteção aos Índios (SPI), depois transformado em Funai e, até 1978, foi a sede do Museu do Índio. A assessoria do Palácio Guanabara confirmou na manhã desta segunda-feira (28) que não mais haverá a demolição do prédio que, desde 2006, é ponto de referência na cidade do rio de Janeiro aos indígenas que aqui chegam e se hospedam na chamada “Aldeia Maracanã”.
Os indígenas estão resistindo no prédio desde que o governo do Estado falou em derrubá-lo para construir praças, estacionamentos e possíveis shoppings no entorno do estádio do Maracanã com vistas à Copa do Mundo, em 2014. Provavelmente, a decisão do governo tenha relação com a decisão do juiz André Felipe Alves da Costa Prednnick, da Vara do Plantão Judicial, que no sábado (26) concedeu um a liminar impedindo a demolição do prédio.
A decisão do juiz Tredinnick, no processo de número 0027898-29.2013.8.19.0001, obriga o Estado a não realizar a demolição do prédio, mesmo tendo entregado uma ordem de despejo aos índios da Aldeia, com prazo máximo até este domingo (27). Além disso, a liminar também determina que caso venha a ser descumprida, poderá ser aplicada uma multa de R$ 60 milhões, "determinando ainda a citação dos réus e sua intimação para cumprimento da liminar".
Após resistência dos indígenas: Governo do Estado desiste de demolir Aldeia Maracanã
Jornal do Brasil
Um outro fator que deve ter pesado na decisão do governador foi as manifestações públicas em defesa da permanência da Aldeia no local. A última delas partiu da ministra da Cultura, Marta Suplicy. Mas os índios contaram ainda com a solidariedade de Chico Buarque de Holanda, Milton Nascimento, Caetano Veloso e Letícia Sabatella, entre outros.
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