domingo, 25 de dezembro de 2011
A cretinice contra Eliana Calmon
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Ih!!! Essa denúncia está cheirando coisa de fofoqueiro: Ela disse que eu disse mas eu disse que ele disse...
PM João Dias Ferreira negou reportagem da vEJA (MINÚSCULA)
Em entrevista à Folha de S. Paulo, hoje, Ferreira negou que tenha afirmado que entregou pessoalmente valores ao ministro do Esporte, Orlando Silva. Agora, ele afirma que outra pessoa é quem informou isso a ele. "Em nenhum momento eu falei que eu vi o ministro receber. Eu falei que o braço direito dele, que é o Fredo [Ebling], falou para mim várias vezes que entregou", disse Ferreira.
O policial militar do Distrito Federal João Dias Ferreira pediu adiamento do depoimento que daria nesta terça-feira (18) à Polícia Federal em Brasília sobre as acusações de fraude no Ministério do Esporte. Segundo a PF, ele alegou problemas de saúde para justificar a falta. O depoimento ainda será remarcado.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Assim caminha o PIG
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Está aberto o processo da ditadura contra Dilma
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Faça-me o favor, me economize Falha!
"Anderson Braga Dorneles, 31, é uma espécie de "faz-tudo".
"O assessor mantém relação com a família da presidente, em especial com a filha, Paula, e a mãe, Dilma Jane".
"A relação de confiança teve início há 17 anos"
Dilma o levou como estagiário para a Secretaria de Minas e Energia gaúcha e depois para o governo de transição do presidente Lula, em Brasília, em 2002.
"Anderson passou a frequentar a casa de Dilma e se tornou um "assessor para todas as horas".
"Anderson tem informações sobre a reservada vida de Dilma"
"A dedicação fez com que trancasse a faculdade de direito durante a campanha".
"Em comum, eles têm a torcida pelo Internacional".
"Mas apesar da lealdade à presidente eleita Anderson passou dificuldades com o temperamento de Dilma". E, aqui eu pergunto: COMO É? Depois de 17 anos de convivência o Anderson só descobriu o temperamento de Dilma agora?
sábado, 9 de outubro de 2010
Especialistas culpam Serra por fracasso com a dengue
da Folha de S.Paulo, no Rio
Ao assumir o Ministério da Saúde, em 31 de março de 1998, José Serra anunciou o seu objetivo imediato: combater o mosquito transmissor da dengue que provocava então uma epidemia no Rio, em Minas e em outros Estados. Comparou o desafio a uma "guerra" na qual o triunfo seria das "forças da saúde".
Quatro anos depois, na sexta retrasada, seis dias antes de deixar o ministério para se dedicar a campanha à Presidência, Serra, 59, desembarcou no Rio. Chegou em meio a uma nova epidemia. O economista que assumiu a Saúde com a promessa de derrotar a dengue deixa o governo marcado pelo recrudescimento da doença.
A Folha mostra a seguir que a dengue se expande apesar de recorrentes alertas. Cientistas afirmam que o Ministério da Saúde cometeu erros na transferência da execução do combate antidengue às prefeituras, que se precipitou ao dispensar milhares de agentes sanitários e que não coordena, uniformiza ou monitora suficientemente as ações municipais.
Para os especialistas, professores de quatro universidades, o governo errou ao abandonar um projeto antidengue de 1996 e ao não assegurar a continuidade de iniciativas. A erradicação da enfermidade é considerada quase inviável, mas o seu alcance poderia ser muito reduzido.
Em 1998, o quarto ano do primeiro governo FHC, o Brasil registrou o maior número de casos de dengue desde que a notificação se tornou obrigatória, em meados da década de 1990: 559.237.
Como ocorre historicamente em epidemias da doença, os surtos suscitam o revigoramento de ações preventivas. Em 1999, foram notificados 209.294 casos, uma queda de 63%.
Desde então, os números crescem. Em 2000, houve 238.995 casos (14% a mais). Em 2001, 399.306 (aumento de 67% em relação ao ano anterior). Em 2002, já em fevereiro somam-se quase tantas mortes (25) pelo tipo de dengue que causa febre hemorrágica quanto em todo o ano passado (28). A evolução da dengue no Rio, escolhido por Serra em 1998 para sua primeira viagem como ministro, é mais dramática.
A epidemia de 1998, que estimulou a "guerra" anunciada pelo ministro contra o Aedes aegypti, o mosquito transmissor, teve 32.382 casos no Rio.
Nos anos seguintes, foram colhidos os frutos de um programa preventivo, no qual se destacavam mais de 5.000 agentes sanitários contratados havia anos em regime temporário pela Funasa (Fundação Nacional de Saúde), o órgão executivo do ministério.
Em 1999, houve 9.083 casos. Em 2000, menos ainda: 4.281. O ano de 2001 foi o primeiro em que os mata-mosquitos da Funasa, dispensados, não atuaram em nenhum dos 12 meses do ano anterior. A dengue, então, voltou mais intensa do que quando Serra assumiu -68.438 pessoas infectadas, mais que o dobro das 32.382 de 1998. Já há 39.502 notificações em 2002. Para ler na íntegra aqui
sábado, 18 de setembro de 2010
Erenice deve engrossar as estatísticas de desemprego.
Erenice planejava defender investigados por corrupção quando saísse do governo
ANDREZA MATAIS DE BRASÍLIA
HUDSON CORRÊA DO RIO
A ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra pretendia trabalhar como advogada quando saísse do governo e "ganhar dinheiro" apontando erros em processos contra investigados por corrupção.
Foi o que ela confidenciou em conversa telefônica gravada, com autorização da Justiça, pela Polícia Federal no dia 14 de maio de 2008.
Na época, Erenice ocupava o cargo de secretária-executiva da Casa Civil e era braço-direito da ministra Dilma Rousseff, hoje candidata à Presidência pelo PT.
O alvo da escuta era o interlocutor dela no diálogo, o ex-ministro das Minas e Energia Silas Rondeau, que havia sido exonerado do governo um ano antes, depois de a PF acusá-lo de receber propina dentro do gabinete.
Em 2008, Rondeau era também investigado pela PF por suspeita de tráfico de influência num esquema com o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Por isso o telefone dele tinha sido grampeado.
Na conversa interceptada pela polícia, porém, o ex-ministro tratava de uma terceira acusação: Rondeau havia sido denunciado pela Procuradoria da República ao Superior Tribunal de Justiça sob acusação de envolvimento em desvios de dinheiro de obras públicas.
No telefonema, Erenice procurou acalmar Rondeau. "Isso [a denúncia] não se sustenta, Silas. Um dia eu ainda vou sair daqui e ganhar dinheiro com essas coisas fora, viu? Fica tranquilo, que acho que isso vai resolver fácil, porque não se sustenta de jeito nenhum."
Na íntegra aqui

