Mostrando postagens com marcador Fantástico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fantástico. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

“Rede Globo, fantástico é o seu racismo!”

 “Rede Globo, fantástico é o seu racismo!” 

Mazzeo
“A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil“, deveras sentenciou Joaquim Nabuco. Mas na versão global, ironicamente “inteligente”, ele diz: “O Brasil já é um país mestiço! E não vamos tolerar preconceito!”.

Nas últimas semanas escrevi dois textos sobre a relação entre meios de comunicação, publicidade e humor e a prática de racismo, o primeiro provocado por uma peça publicitária de divulgação do vestibular da PUC-PR e o segundo por conta de um programa de humor que ridicularizava as religiões de matriz africana. Hoje, graças a Rede Globo de televisão, retorno ao tema.
Neste domingo 3 de novembro o programa Fantástico, em seu quadro humorístico “O Baú do Baú do Fantástico”,  exibiu um episódio cujo tema é muito caro para a história da população negra no Brasil.
Passado mais da metade do programa, eis que de repente surge a simpática Renata Vasconcellos. Sorriso estonteante ainda embriagado pela repentina promoção: “Vamos voltar no tempo agora, mas voltar muito: 13 de maio de 1888, no dia em que a Princesa Isabel aboliu a escravidão. Adivinha quem tava lá? Ele, o repórter da história, Bruno Mazzeo!”
O quadro, assinado por Bruno Mazzeo, Elisa Palatnik e Rosana Ferrão, faz uma sátira do momento histórico da abolição da escravidão no Brasil. Na “brincadeira” o repórter entrevista Joaquim Nabuco, importante abolicionista, apresentado como líder do movimento “NMS – Negros, mulatos e simpatizantes”!
Princesa Isabel também entrevistada, diz que os ex-escravos serão amparados pelo governo com programas como o “Bolsa Família Afrodescendente”, o “Bolsa Escola – o Senzalão da Educação” e com Palhoças Populares do programa “Minha Palhoça, minha vida”!
“Mas por enquanto a hora é de comemorar! Por isso eles (os ex-escravos) fazem festa e prometem dançar e cantar a noite inteira…” registra o repórter, quando o microfone é tomado por um homem negro que, festejando, passa a gritar: “É carnaval! É carnaval!”
O contexto
Não acredito que qualquer conteúdo seja veiculado por um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo apenas por um acaso ou sem alguma intencionalidade para além da nobre missão de “informar” os milhões de telespectadores, ora com seus corpos e cérebros entregues aos prazeres educativos da TV brasileira em suas últimas horas de descanso antes da segunda feira – “dia de branco”.
E me perguntei: Por que – cargas d’água, a Rede Globo exibiria um conteúdo tão politicamente questionável? O que teria a ganhar com isso? Sequer estamos em maio! Que “gancho” ou motivação conjuntural haveria para justificar esse conteúdo?
Bom, estamos em novembro. Este é o mês reconhecido oficialmente como de celebração da Consciência Negra. É o mês em que a população  a f r o d e s c e n d e n t e  rememora, no dia 20, Zumbi dos Palmares, líder do mais famoso quilombo e personagem que figura no Livro de Aço como um dos Heróis Nacionais, no Panteão da Pátria. Relevante não?
Estamos também na véspera da III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, que começa nesta terça, dia 5 e segue até dia 7 de Novembro, em Brasília, momento ímpar de reflexão e debates sobre os rumos das ações governamentais relacionadas a busca de uma igualdade entre brancos e negros que jamais existiu no Brasil. Isso somado à conjuntura de denúncia de violência e assassinatos que tem como principais vítimas os jovens negros , essa Conferência se torna ainda mais importante.
Voltando ao Fantástico, evidente que há quem leia as cenas apenas como um mero quadro humorístico e como exagero de “nossa” parte. Mas daí surge novas perguntas:
Um regime de escravidão que durou 388 anos; Que custou o sequestro e o assassinato de aproximadamente 7 milhões de seres humanos africanos e outros tantos milhões de seus descendentes; e que fora amplamente denunciado como um dos maiores crimes de lesa-humanidade já vistos, deve/pode ser motivo de piadas?
Quantas cenas de “humor inteligente” relacionado ao holocausto; Ou às vítimas de Hiroshima e Nagasaki; Ou às vítimas do Word Trade Center ou – para ficar no Brasil – às vítimas do incêndio na Boate Kiss, assistiremos em nossas noites de domingo?
Ah, mas ex-escravizados festejando em carnaval a “liberdade” concebida pela áurea princesa boazinha, isso pode! E ainda com status de humor crítico e inteligente.
Minha professora Conceição Oliveira diria: “Racismo meu filho. Racismo!”.
A democratização dos meios de comunicação como forma de combate ao racismo
Uma das tarefas fundamentais dos meios de comunicação dirigidos pelas oligarquias e elites brasileiras tem sido a propagação direta e indireta – muitas vezes subliminar, do racismo. É preciso perceber o que está por trás da permanente degradação da imagem da população negra nesses espaços. Há um pensamento racista que é, ao mesmo tempo, reformulado, naturalizado e divulgado para a coletividade.
A arte em forma de publicidade, teledramaturgia, cinema e programas humorísticos são poderosos instrumentos de formação da mentalidade. O que vemos no Brasil, infelizmente, é esse poder a serviço do fomento a valores racistas e preconceituosos que, por sua vez, gera muita violência. A democratização dos meios de comunicação é fundamental para combater essa realidade. No mais, deixo duas perguntas ao governo federal e ao congresso nacional, dos quais devemos cobrar:
O uso de concessão pública para fins de depreciação, desvalorização da população negra e da prática do racismo, machismo, sexismo, homofobia e todos os tipos de discriminação e violência não são suficientes para colocar em risco a concessão destes veículos?
Por que Venezuela, Bolívia e Argentina, vizinhos latino-americanos, avançam no sentido de diminuir a concentração de poder de certos grupos de comunicação e no Brasil os privilégios para este setor só aumentam?
Tantas perguntas…
.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O Fantasma que ronda o Fantástico

O Fantasma que ronda o Fantástico

DoLaDoDeLa


por Flávio Ricco

O “Fantástico” sempre se apresentou como a revista eletrônica mais importante da televisão brasileira e efetivamente soube se impor como tal, graças ao trabalho competente das várias gerações que ocuparam o posto de comando, a partir da sua criação, em agosto de 1973, pelo Boni e Armando Nogueira. 

Ficaram famosas, desde o começo, as calorosas reuniões das segundas-feiras, quando um grupo de notáveis da TV Globo – Vanucci, Boscoli, Miele, José-Itamar de Freitas, o próprio Armando, Alice Maria, Magaldi, Carlito Maia, Borjalo, Travesso, além de outros, analisava criteriosamente o seu conteúdo - o resultado do que foi ao ar no dia anterior e discutia – e bota discussão nisso, entre tantas sugestões, o que seria escolhido para o próximo. 

Uma pena que o tempo não volta nem ao menos para tirar certas dúvidas. Seria interessante hoje ouvir dessas pessoas o que acharam da matéria dos fantasmas e do tempo dedicado a ela na última edição. Ou de um quadro de culinária insistentemente apresentado já há algumas semanas no programa.

Num Brasil como o de agora, percebe-se que o “Fantástico” tem, às vezes, procurado se alienar de temas mais profundos e se aproximado de uma perigosa aliança com a superficialidade. Tentar explicar que fantasma não existe, realmente é para deixar a todos preocupados.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Caso Globo venha de novo com "inéditas": 10 coisas sobre Rosane Collor que o Fantástico não mostrou

 rosane

Caso Globo venha de novo com "inéditas": 10 coisas sobre Rosane Collor que o Fantástico não mostrou
Manu Barem

A entrevista com Rosane Collor exibida peloFantástico na noite deste domingo foi em tom de “ex-primeira dama conta tudo pela primeira vez”, mas fora o neologismo “Jesuscidência” (J-E-S-U-S-C-I-D-Ê-N-C-I-A), que levou os tuiteiros ao frenesi total, a reportagem não apresentou muitas coisas novas. Temas como a macumba na Casa da Dinda, redenção de Rosane à igreja evangélica e seu novo livro com os bastidores do casamento com o ex-presidente Fernando Collor já haviam sido abordados em uma entrevista para a Veja em dezembro de 2007 e também em uma reportagem da TV Folha que foi ao ar em 27 de maio deste ano.

Comparando as informações das três reportagens, é possível encontrar algumas curiosidades da época da vida de Rosane ao lado de Collor e também incoerências entre o que a ex-primeira dama disse desde 2007 até o a reportagem do domingo passado. A seguir, 10 coisas sobre Rosane Collor que o Fantásticonão mostrou.

1 — Collor caiu na real que não era mais presidente quando acabou a gasolina. Do helicóptero. (Veja, dez/2007)
Fernando me disse que tinha um último desejo. Queria ver uma escola que estava sendo construída nas proximidades da Casa da Dinda. Estávamos sentados no banco de trás do helicóptero. Fernando fez esse pedido. Sem nem consultar o piloto, o ajudante pediu desculpas e informou que não havia gasolina. Fernando chorou. Foi o momento em que ele teve consciência de que não era mais presidente da República.


2 — Rosane afirma que a mãe de Collor morreu por causa das denúncias do filho Pedro contra o ex-presidente (Veja, dez/2007)
 Foi quando o Pedro Collor fez as denúncias contra a gente. Além do caráter político, havia uma questão familiar muito importante em jogo. A mãe do Fernando, dona Leda Collor, morreu por causa disso. Dona Leda tinha pressão alta e tomava remédios controlados. (sobre o momento mais difícil)

3 — Fernando Collor tinha uma relação competitiva com o irmão (Veja, dez/2007)
Eles se desentendiam desde que nasceram. Pedro, assim como Fernando, tinha um temperamento muito forte. Eles simplesmente não conseguiam conviver. Não lembro de um Natal que Fernando tenha passado com a família dele em 21 anos de casamento. Além disso, o Paulo César Farias montou um jornal em Maceió para concorrer com o jornal que pertencia à família do Fernando e era dirigido pelo irmão. Isso deixou o Pedro irado. Ele achava que o Fernando estava por trás do jornal do Paulo César.

4 — O ex-presidente era um homem violento (pelos menos com objetos e consigo próprio) (Veja, dez/2007)
Já quebrou uma mesa de madeira após uma discussão. Às vezes nem era só por ciúme. Ele tinha muita raiva do que saía na imprensa. Quando soube que VEJA publicaria a matéria com as denúncias do Pedro Collor, ele deu murros na parede e derrubou tudo o que havia sobre a sua mesa de trabalho. Disse todos os palavrões possíveis. Falou que iria se vingar e que o Pedro pagaria por aquilo.
Às vezes, quando ficava bravo, ele dava socos e batia com a cabeça na parede. Uma vez ele quebrou a porta da casa da mãe por causa de um acesso de raiva.

5 — Na entrevista para o Fantástico ela disse que os trabalhos eram feitos na Casa da Dinda, mas para a Veja ela disse que era na casa vizinha (Veja, dez/2007)
Aconteceu. Eu e Fernando de fato participamos de trabalhos espirituais. Alguns chegaram a ocorrer na Casa da Dinda, mas eu não gostava muito. Pedi para acabar com isso lá em casa. Aí os trabalhos começaram a ser feitos numa casa vizinha, cedida por um amigo.

6 — Apesar de Rosane Collor saber que a renda do marido era de R$ 25 mil, não desconfiou de sua mesada de R$ 40 mil e presentes como um porsche (Veja, dez/2007)
Sempre achei que o Fernando fosse rico. Quando moramos em Miami, ele me deu um Porsche de presente. Tínhamos uns dez cartões de crédito. Também guardávamos dinheiro em um cofre da casa. Quando voltamos ao Brasil, continuamos vivendo maravilhosamente bem. A minha mesada era de 40 000 reais. Passávamos o réveillon em Angra dos Reis com ilha alugada, com segurança, mordomo e até helicóptero. Também costumávamos esquiar em Aspen. Com a nossa separação, em 2005, descobri que Fernando tem uma renda mensal declarada de 25 800 reais.

7 — Até as roupas de Rosane eram pagas pelo “Esquema PC” (Veja, dez/2007)
Veja – Durante o governo Collor, uma frase de PC Farias que ficou famosa dizia o seguinte: “Madame está gastando demais”. Quando a senhora descobriu que PC Farias pagava despesas pessoais da senhora e de sua família?Rosane – Fiquei sabendo disso pelo noticiário. Eu não sabia nem o que era fantasma. É muito difícil saber que até o seu dentista é pago por outra pessoa. Fernando me dizia que nada do que estavam falando era verdade. Tudo o que eu queria o meu marido me dava. Para mim, até então, o dinheiro era dele. Ele era muito fechado sobre a relação que mantinha com o Paulo César.

8 — A esposa de Bush enviou-lhe um livro que escreveu sobre seu cachorrinho (Veja, dez/2007)
Nos Estados Unidos, fomos hóspedes do George e da Barbara Bush. Ela sempre me mandava cartas e chegou a me enviar um livro que fez para o seu cachorrinho. Ela tinha um carinho especial por mim.

9 — Segundo reportagem da TV Folha, Rosane tem interesse em se candidatar à deputada federal pelo PV
Confira próximo ao minuto 1:50.
10 — Também na reportagem da TV Folha, Rosane diz que se surpreende ao ver o presidente ao lado de antigos inimigos políticos. 

Jezebel

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Entrevista de Rosane Collor ao “Fantástico” é uma ducha de água fria

Entrevista de Rosane Collor ao “Fantástico” é uma ducha de água fria


Ninguém discute que Rosane Collor seja uma personagem interessante para um programa dominical na televisão. O que espantou em sua aparição no “Fantástico” foi a tentativa de transformação de uma entrevista sem maiores novidades num evento de enorme importância.
Anunciada pela Globo desde a sexta-feira, e deixada para ser exibida no final do programa, depois de uma dezena de chamadas, a entrevista foi uma ducha de água fria.
“Revelações inéditas que confirmam boa parte do que Pedro Collor, o irmão de Fernando Collor, disse há 20 anos…”, afirmou a repórter Renata Ceribelli logo no início, deixando claro que não haveria nada de novo na entrevista.
Os primeiros dez minutos do encontro, que durou 25, foram dedicados à amplificação de uma história já conhecida sobre rituais de “magia negra” realizados na casa de Fernando Collor em Brasília, à época em que era presidente da República.
Como lembrou o próprio “Fantástico”, tanto Pedro Collor quanto a “feiticeira” que os realizou já haviam falado destes rituais em entrevistas. “Então no livro você vai falar justamente dos rituais que ele não gostaria que fossem contados?”, perguntou Ceribelli, ajudando a demonizar a prática e extraindo de Rosane a informação que houve trabalhos em cemitérios e sacrifícios de animais.
Um dos momentos mais comentados e engraçados da entrevista deu-se quando Rosane disse: “Não acredito em coincidência, acredito em jesuscidência”. Quem assistiu, porém, a entrevista dada a Eliane Trindade, exibida pela TV Folha em maio, notou que a frase, na verdade, é um bordão que ela repete com frequência.
Naquela entrevista, a ex-primeira-dama falou que tem interesse em disputar uma cadeira no Congresso, tema que não foi abordado no “Fantástico”.
Para Ceribelli, Rosane entrou em detalhes sobre a notória relação de Collor com PC Farias, tesoureiro de sua campanha, e sobre o medo que tinha que o então marido cometesse suicídio depois que o Congresso aprovou o processo de impeachment – uma revelação que o próprio ex-presidente fez ao “Fantástico” em 2005, como foi lembrado.
A maior novidade foi deixada para o 25º minuto da entrevista. Rosane Collor revelou que recebe R$ 18 mil de pensão do ex-marido, mas reivindica uma revisão deste valor na Justiça. Citou uma amiga recém-separada, cujo marido não é ex-presidente nem senador, que recebe pensão de R$ 40 mil.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Sonia Braga diz que ficou estarrecida e chocada com o exemplo de mau jornalismo do Fantástico

Sonia Braga diz que ficou estarrecida e chocada com o exemplo de mau jornalismo do Fantástico


Sonia Braga avisa: Lucélia Santos que se cuide


sonia braga gabriela2 Sonia Braga avisa: Lucélia Santos que se cuide

Reescrever a história está se tornando uma obsessão para a Rede Globo. Não bastasse eliminar seus inimigos, a emissora deu agora para apagar até mesmo seus principais colaboradores.
A indignação da atriz Sonia Braga com reportagem sobre o remake da novela Gabriela é o testemunho definitivo sobre o stalinismo que tomou conta das ilhas de edição da Velha Senhora. Para entender tudo, basta recorrer às declarações da própria vítima:
"Fiquei estarrecida ao assistir ao Fantástico de hoje (10). Estarrecida e chocada com o exemplo de mau jornalismo. Na matéria sobre o remake de Gabriela, que terá Juliana Paes no papel (cuja escolha, aliás, achei perfeita) o programa mostrou imagens minhas, na novela original, mas sequer me mencionou como a intérprete original da personagem".
"Das duas, uma: ou foi incompetência ou, pior, falta de respeito mesmo e pura má-fé. Mas isso não chega a ser novidade na emissora. Talvez porque não tenha aceitado trabalhar de graça para eles na divulgação, em Portugal, da novela Dancin' Days. Em troca, preferiram me apagar da história da tevê".
Qualquer brasileiro, até mesmo criancinhas, sabe que a personagem de Jorge Amado foi imortalizada pela atriz que também será para sempre a Júlia Matos, de Dancin’ Days. Não há como jogar a memória de um povo na fogueira do esquecimento.
Quem deve estar preocupada é Lucélia Santos. Sua escrava Isaura corre o sério risco de entrar para a enciclopédia global na pele de Isis Valverde ou outra contratada de plantão. A turma é rancorosa, não está para brincadeira.
.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Aluno do curso de drag queen mostrado pelo Fantástico é demitido

Homofobia quando não mata, fere: Aluno do curso de drag queen mostrado pelo Fantástico é demitido

Professor de logística foi desligado da empresa no dia seguinte após a exibição da reportagem do Fantástico, da TV Globo.




.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Há quem diga que é piada: Danilo Gentili lança campanha Brasil sem Drauzio Varella

Há quem diga que é piada: Danilo Gentili lança campanha Brasil sem Drauzio Varella

Antes que venham me encher os pacovás : Infelizmente sou fumante e não achei a menor graça na "piada"..


Danilo Gentili faz piada com campanha e propõe “Brasil sem Drauzio”


Mauricio Stycer em seu Blog


Com uma fitinha na lapela, Danilo Gentili lançou no “Agora É Tarde”, o talk show que comanda na Band, uma “campanha” contra o médico Dráuzio Varella, que está promovendo uma cruzada contra o tabagismo, no “Fantástico”. Em resposta ao “Brasil sem cigarro”, do dominical da Globo, o humorista propôs o “Brasil sem Drauzio”.
A piada de Gentili teve dois alvos. Primeiro, o próprio médico, a quem o humorista atribuiu a divulgação de uma estatística “estarrecedora”: “100% dos fumantes do mundo vão morrer”.
Depois de comentar várias campanhas lideradas por Dráuzio, nas quais trata de outros “hábitos e manias” do brasileiro, Gentili disse: “Nós também nos preocupamos com as manias do Drauzio Varella. Essa mania de ficar enchendo o saco dos outros, dizendo o que as pessoas devem ou não fazer. É isso que me deixa doente.”
O outro alvo é mais genérico. “Se você quer um Brasil longe de gente cri-cri, de caga-regra, de gente que enche o saco, que fala do que você deve rir, do que você deve comer, do que você deve beber, fumar, participe da campanha”, convidou o humorista.
Indagado pelo blog sobre como surgiu a ideia da campanha, Gentili contou: “Estávamos conversando como seria engraçado se alguém fizesse uma campanha nacional do tipo ‘Brasil sem Drauzio’ e rimos muito. Nos pareceu divertido e fizemos.”
Sobre a repercussão, o humorista observa: “A maioria dos feedbacks é de pessoas rindo. Mas aí aparecem uns outros ‘drauzeando’, dizendo que não se deve rir disso.”
Veja a piada: