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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Gisele Bündchen levanta cartaz: “Veta tudo, Dilma!”

Gisele Bündchen levanta cartaz: “Veta tudo, Dilma!”




Gisele se une a milhares de brasileiros em um apelo a presidente Dilma Rousseff pelo veto do novo Código Florestal brasileiro.


Preocupada com a aprovação das mudanças no texto do novo código, que permite não apenas anistia aqueles que desmataram áreas ilegalmente na última década, mas também reduz as obrigações de restauração florestal em habitats vulneráveis e diminui as áreas que devem ser protegidas, Gisele se une a causa e pede VETA TUDO, DILMA!




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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Caso Hope/Gisele Bündchen é arquivado pelo Conar

Lamentável!

Caso Hope/Gisele Bündchen é arquivado pelo Conar


Estereótipos presentes na campanha são comuns à sociedade e não desmerecem a condição feminina, argumentou órgão




Gisele Bündchen, de Hope
Gisele Bündchen, de Hope: para os críticos, ela expõe as mulheres ao vexame


processo contra a campanha publicitária "Hope Ensina", da marca de lingeries Hope, estrelado por Gisele Bündchen, foi arquivado pelo Conar, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, por unanimidade de votos.

A representação, aberta a partir de denúncias de cerca de 40 consumidores e também da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República a pedido da ministra Iriny Lopes, foi julgada pelo órgão nesta manhã.
No documento em que pede a abertura do processo, o órgão da Presidência da República considera que a propaganda “promove o reforço do estereótipo equivocado da mulher como mero objeto sexual de seu marido e ignora os grandes avanços que temos alcançado para descontruir práticas e pensamentos sexistas.”
Para o Conar, "os estereótipos presentes na campanha são comuns à sociedade e facilmente identificados por ela, não desmerecendo a condição feminina".

Por esse motivo, os comerciais - ao todo, são três - podem continuar no ar sem nenhuma alteração. Ainda cabe recurso da decisão.

Na Exame

domingo, 9 de outubro de 2011

Iriny Lopes "Nenhuma mulher gosta de apanhar"

Iriny Lopes "Nenhuma mulher gosta de apanhar"


Ministra rebate a máxima de Nelson Rodrigues, considera o País machista, diz que não é certo mulher falar com homem só se estiver de calcinha e sutiã e avisa: reagirá a outros comerciais como o de Gisele Bündchen


por Adriana Nicacio e Octávio Costa


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Militante dos direitos civis e fundadora do PT no Espírito Santo, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, enfrentou momentos difíceis em seus 58 anos de vida. Ao combater a corrupção e o crime organizado em seu Estado, foi ameaçada de morte e passou cinco anos sob proteção da Polícia Federal. Agora, no cargo de ministra de um governo encabeçado por uma mulher, Iriny está envolvida numa nova frente de batalha. Ela tornou-se alvo de uma saraivada de críticas e virou tema para humoristas ao mexer num vespeiro. A ministra pediu ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária que tire do ar o comercial “Hope ensina”, no qual a supermodelo Gisele Bündchen aparece como a esposa que se despe e fica apenas de calcinha e sutiã para diminuir a reação do marido diante de uma má notícia. Iriny considera a campanha “sexista” e preconceituosa: “Induz à compreensão equivocada de que as mulheres precisam do corpo como instrumento, em primeiro, segundo e terceiro lugar, para se impor.”


Eis a entrevista da Ministra:

ISTOÉ - Por que a sra. decidiu censurar o comercial de lingerie, estrelado por Gisele Bündchen?

IRINY LOPES - Não cabe a palavra censura nesse caso. Cabe responsabilidade social. Não temos uma visão moralista nem somos contrárias à publicidade de calcinha e sutiã. Todas nós usamos calcinha e sutiã e gostamos de peças bonitas e benfeitas. O problema é a indução de subalternidade. O comercial dá a entender que a mulher, para se proteger de alguma reação mais agressiva por parte do companheiro, precisa de uma imagem erotizada. Ela poderia conversar sobre aquele assunto vestida.

ISTOÉ - Não é uma reação exagerada? A secretaria não está vendo problemas que não existem?

IRINY LOPES - Na minha opinião, não. Dentro do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, nós temos um eixo muito importante que é a questão do uso da imagem. Temos também uma ouvidoria, para tomar procedimentos que considerem cabíveis. E há o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), que não pertence ao governo. A publicidade tem regras e parâmetros. Na nossa opinião e na das pessoas que enviaram suas mensagens solicitando que a secretaria tomasse providências, há um conteúdo sexista na publicidade e cabe ao conselho analisar e tomar uma decisão. É legítimo, o Conar serve para isso.

ISTOÉ - A sra. reclama da exposição da mulher de forma subalterna, mas a própria Gisele já protagonizou outra propaganda em que aparece limpando o chão, enquanto o marido a troca pela tevê por assinatura. Naquele caso, a secretaria não se manifestou. Por quê?

IRINY LOPES -Também não consideramos aquela uma propaganda adequada à valorização da imagem da mulher. Mas a nossa ouvidoria não foi provocada.

ISTOÉ - Sobram exemplos em que a mulher é usada como símbolo sexual. As propagandas de cerveja estão cheias dessas citações. A secretaria pretende tomar alguma medida?

IRINY LOPES - Sempre vamos reagir ao exagero. Nós suspendemos o comercial de milhões da Devassa no Carnaval do ano passado. O caso da Hope não foi a primeira vez. Não foi nem será o último caso.

ISTOÉ - Quais os cuidados que as agências de publicidade devem tomar a partir de agora para não entrar na mira da secretaria?

IRINY LOPES - A publicidade é do produto, não da mulher. A Hope poderia ter feito outro tipo de exibição durante o comercial da Gisele. Mostrado as peças que queria comercializar, por exemplo. O problema é o conteúdo de certo e errado, que induz à compreensão equivocada de que as mulheres precisam do corpo como instrumento, em primeiro, segundo e terceiro lugar, para se impor. E que a erotização pode reduzir uma reação mais violenta.

ISTOÉ - Nesse ritmo, as novelas vão acabar fora do ar...

IRINY LOPES - Acredito no diálogo. Nós entramos em contato com as redes de televisão para expressar tanto o nosso agrado quanto o desagrado. Nós tivemos novelas que trataram da violência praticada contra a mulher. Mostraram o problema e como enfrentá-lo. É uma contribuição. Na semana passada, liguei para a Ana Maria Braga para parabenizá-la por uma matéria sobre agressão, com base na novela. Também já fizemos contatos mais de uma vez solicitando alteração, dialogando no sentido de mudar o perfil de personagens que tinham características sexistas, sem contraponto na novela. Com o contraponto é o mundo real: há pessoas pacíficas e outras violentas.

ISTOÉ - E a sra. teve sucesso?

IRINY LOPES - Recentemente, me reuni com a Globo. Na novela “Fina Estampa”, que está no ar, a personagem de Dira Paes apanhava muito no começo. Agora, eles deram um tempo. Não queremos ocultar o fato, mas é preciso mostrar que a mulher pode reagir, que há políticas públicas, organismos públicos e grupos de ajuda que ela pode procurar. No aniversário de cinco anos da Lei Maria da Penha, nós recuperamos a personagem Raquel, vivida pela atriz Helena Ranaldi em “Mulheres Apaixonadas”, que passou em 2003. Ela apanhava do marido com uma raquete de tênis. Agora, numa publicidade toda voltada para a Lei Maria da Penha, Helena Ranaldi estimulou mulheres a buscar seus direitos. Nós temos um histórico de diálogo.

ISTOÉ - Mas há que se ter sensibilidade para separar a violência de peças publicitárias bem-humoradas, brincalhonas. Vinícius de Moraes, por exemplo, dizia: “As muito feias que me perdoem. Mas beleza é fundamental.” O que a sra. considera aceitável?

IRINY LOPES - Veja bem, o que pesa para nós não é se a modelo é bonita ou feia. O que não está certo é falar com um homem só se estiver de calcinha e sutiã. E se a mulher for baixinha? Gordinha? A propaganda estrelada pela Gisele é preconceituosa, pretende ser bem-humorada, mas estimula nas próprias mulheres a ideia de que precisa estar erotizada para superar, ganhar ou neutraliar uma reação negativa. Ali manifesta uma opinião de conteúdo a respeito de como as mulheres devem se portar. Essa é a essência do debate que gostaríamos de ter travado, mas não houve oportunidade.

ISTOÉ - Alguns críticos mais exaltados disseram que a sra. teria agido por uma reação feminina de inveja à beleza da Gisele Bündchen.

IRINY LOPES - Eu acho isso uma baixaria. Ter opinião diferente faz parte do processo democrático. Censura é pensar que ninguém pode pensar ou agir diferente do que a gente pensa. O ataque à minha pessoa vem de pessoas despreparadas para o debate democrático.

ISTOÉ - A sra. sempre foi uma militante feminista?

IRINY LOPES - Na verdade, sempre militei na área de direitos humanos. Sou uma mulher que passou por muitos desafios, porque a vida política e a vida pública impõem esses desafios. Sinto bem na pele o que tive de enfrentar para vencer, para dirigir um partido, para conquistar três mandatos de deputada federal. Como militante e dirigente de organizações de direitos humanos, quantas vezes tive que sair de casa para atender casos de mulheres que iriam ser esfaqueadas, mortas. E eu, de madrugada, tinha que bater na porta de juiz, pedir medida protetiva com urgência. Eu conheço de perto esses dramas.

ISTOÉ - No ano passado, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial considerou Monteiro Lobato racista, a ponto de tentar barrá-lo nas escolas públicas. O que será de Nelson Rodrigues, se depender da Secretaria de Políticas para as Mulheres?

IRINY LOPES - O debate sobre Nelson Rodrigues já está posto na sociedade. Se Nelson Rodrigues estava certo, se estava errado. Mas ao fim e ao cabo acabamos na mesmíssima situação: qualquer decisão sobre a publicidade com viés machista compete ao Conar.

ISTOÉ - Então a obra de Nelson Rodrigues será submetida ao Conar?

IRINY LOPES - Nelson Rodrigues já morreu. A obra dele está aí, feita e refeita. Com releitura, sem releitura. Mas nenhuma “mulher gosta de apanhar” (referência à célebre frase do escritor: “Toda mulher gosta de apanhar. Todas não, só as normais”). Nem hoje nem naquela época. Mas, naquela época, as mulheres não tinham voz suficiente para dizer: “Eu não gosto de apanhar.” Ninguém gosta de apanhar, e por que a mulher gostaria?

ISTOÉ -Essa polêmica toda em relação à propaganda é positiva?

IRINY LOPES - As mulheres se organizaram e conquistaram mais direitos. Já são maioria na população, embora ainda não estejamos no ponto de igualdade que achamos que as mulheres precisam estar. Não existiam tempos atrás organizações de mulheres ou feministas.

ISTOÉ - Mas causa estranheza que a secretaria não tenha se manifestado com tanta veemência no caso das adolescentes trancafiadas nos presídios masculinos no Pará.

IRINY LOPES - Claro que nos manifestamos. Deslocamos pessoas para o Pará, conversamos e tratamos com o sistema de segurança e com a Justiça local nos dois casos. Essas ações não viraram notícia. As pessoas deveriam prestar um pouco mais de atenção em tudo o que a gente faz.

ISTOÉ - Os dois assassinatos em Brasília foram executados por homens que não aceitaram o rompimento da relação. Nos últimos 20 anos, houve um avanço surpreendente das mulheres. O que acontece? O homem brasileiro não conseguiu acompanhar essa evolução?

IRINY LOPES - O Brasil é muito conservador e tem o hábito de colocar muita coisa embaixo do tapete. Não é um problema só do homem. É universal. Questões como essa deveriam ser discutidas nas escolas e pela imprensa, mas longe do calor do homicídio. Todos com ódio do homem e pena da mulher ou pensando: “Alguma coisa ela fez.” Como ocorre no caso de mulheres ao depor nas delegacias: “Minha filha, você não apanhou à toa, alguma coisa você fez.” E se fez? A mulher merece apanhar? Claro que não. Pelo momento bom de crescimento que o País está vivendo, pelo acesso ao conhecimento e à informação, a agilidade na mudança cultural poderia ser muito maior. Mas o Brasil ainda é bastante machista.

ISTOÉ -Em quanto tempo a sra. calcula que a Secretaria de Políticas para as Mulheres deixará de existir?

IRINY LOPES - Quando a delegacia da mulher virar peça de museu.



Na Istoe

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Inteligência é fundamental,estúpido!


Hildegard Angel: Mulheres feias



Do Blog da Hildegard Angel



As redes sociais discutem se é válida a intenção da Secretaria de Políticas de Mulheres de retirar do ar a campanha de lingeries com Gisele Bündchen, considerada discriminatória. No comercial, Gisele só conseguiria ascendência sobre o marido se ficasse seminua, de lingerie. Vestida, jamais!
Mas eu proponho a discussão sobre outro tipo de preconceito, até mais cruel e excludente: aquele contra as Mulheres Feias. Na primeira página de O Globo hoje, a sacada, que, não posso negar, é espirituosa, confrontando a ministra Iriny Lopes, feia, versus Gisele, linda. E ainda a vinheta “certo”, ao lado de Gisele. Implícito fica que a vinheta “errado” estaria no lado oposto, o de Iriny.
O que faz subentender que não é só andar vestida que é “errado”. Ser feia também é. Porém, por uma dessas doces ironias que fazem refletir, são justamente as mulheres feias que neste dia 29 de setembro de 2011 embelezam o noticiário.
Partiu da feia, muito feia, Luiza Erundina, a deputada, a iniciativa brava e linda, muito linda, do projeto (rejeitado) que previa a revisão da Lei da Anistia. Com pertinência, disse a deputada: “A atual lei (a lei em vigor) não se deu em bases de igualdade. Ainda estávamos em plena ditadura”. Ela ainda lembrou que o texto da Comissão da Verdade aprovado “não permitirá apurar tudo, será uma meia Comissão da Verdade”. Afirmação de indiscutível beleza, pois a verdade é sempre bela.
E eu me surpreendo ao ler, na mesma reportagem, que foi o deputado Hugo Napoleão – que em seu passado apolíneo era chamado de “pão” – o autor do parecer contrário a Erundina, corroborado pelo igualmente bonito deputado Alfredo Sirkis, que por sinal defendeu a Comissão da Verdade tal como ela está, com os remendos feiosos que lhe costuraram, e é contra o julgamento de militares que violaram os direitos humanos na Ditadura. Diz o bonitão Sirkis que “os principais responsáveis (leia-se os grandes torturadores) já morreram e os de escalão médio, que estão no anonimato, ficarão expostos às câmeras de TV” (numa alusão à visibilidade que poderia ter outro horroroso belo, Jair Bolsonaro).
Sorte a do Sirkis, que conseguiu sair da ditadura com o rosto intacto e suas cicatrizes se restringiram às de suas lembranças e às dos personagens de seu lindo livro, Os carbonários, escrito por ele ainda em seus verdes anos de idealismo, fase de beleza resplandecente, quando, em nome de suas convicções, enfrentava corajoso a truculência dos mandantes e seus próprios medos. Como hoje me pareceu feia a beleza desses homens! “Feios, muito feios, medonhos mesmo!” – sapateio minha indignação, esbravejo minha desesperança.
No mesmo jornal e no mesmo hoje, outra mulher pontifica e não é pelos atributos físicos. É pelo destemor, a bravura e a petulância de dizer o que todos sabem: “Há bandidos escondidos atrás de togas”. Não é de hoje que a agora ministra do STJ, Eliana Calmon, irradia sobre o Judiciário a aura de uma Miss Universo. Foi ela, fico sabendo, que assinou as ordens de prisão de todos os investigados na Operação Dominó. Entre eles havia dois juízes e um juiz auxiliar. Que formosura a dela, quando despe a toga do corporativismo em nome da firmeza de seus princípios. Uma Vênus!
Sim, podem fazer trocadilhos, não me importo. Não me importo que também me excluam e me julguem “errada”. Não me importo com os comentários jocosos, as piadas de mau gosto, não me importo com as acusações. Afinal, quem ama o feio, bonito lhe parece. E há de ter quem leia este texto e acredite serem bonitas as minhas palavras e belos os meus pensamentos. Certamente, as mesmas pessoas que, no confronto certo x errado, assinalem o “certo” junto às fotos e aos atos de Luiza Erundina, Eliana Calmon e Iriny Lopes.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Comercial da Hope com Gisele Bündchen pode ser suspenso


Comercial da Hope com Gisele Bündchen pode ser suspenso a pedido da SPM

Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) diz que o vídeo apresenta conteúdo discriminatório contra a mulher. No comercial a Gisele Bündchen aparece apenas de lingerie.


Comercial da Hope com Gisele Bündchen (reprodução)
Comercial da Hope com Gisele Bündchen (reprodução)
Campanha da Hope apresenta Gisele Bündchen e “ensina” para as mulheres como convencer os maridos através do charme, o comercial parece inofensivo, mas não é o que acha a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).
O comercial da campanha da Hope com a Gisele Bündchen pode ser suspenso, desde que foi ao ar, no último dia 20, a Ouvidoria, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), recebeu reclamações de indignação a respeito da propaganda e enviou dois ofícios. Um ao Conar, pedindo a suspensão da propaganda, com base nos arts. 19 a 21 do Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária, e do art. 30, II, do Regimento Interno do Conselho de Ética (RICE). O outro, ao diretor na Hope Lingerie, Sylvio Korytowski, manifestando repúdio à campanha.

Como ver vídeo na internet

Algumas versões do vídeo no Youtube foram removidas e apresentam apenas a mensagem “Este vídeo foi removido porque seu conteúdo violou os Termos de Serviço do YouTube”, mas ainda é possível encontrar o vídeo procurando por “Gisele Bündchen hope“, aonde é possível encontrar o comercial e o desfile da Gisele Bündchen para a HOPE.

SPM pede suspensão da propaganda da Hope ao Conar

Segundo a SPM, a propaganda promove o reforço do esteriótipo equivocado da mulher como objeto sexual de seu marido e ignora os grande avanços que temos alcançado para desconstruir práticas e pensamentos sexistas. Também apresenta conteúdo discriminatório contra a mulher, infringindo os arts. 1° e 5° da Constituição Federal.

Vi no Bagarai link enviado via twitter pelo @LuizAlaca