Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de agosto de 2013

Dilma, estupro, pílula do dia seguinte e os direitos básicos da mulher

Dilma, estupro, pílula do dia seguinte e os direitos básicos da mulher

Por  | Preliminares
Primeiro passo em direção aos direitos da mulher foi dado. (Foto: iStock)
Márcia foi estuprada, a primeira vez, aos 8 anos. O pai achou que, como ela já tinha “corpo de mocinha”, podia. E ela provocava, segundo ele. Andava de um lado para o outro, em casa, de shorts e camiseta, descalça. Abaixava para pegar os brinquedos que o irmão mais novo largava pela casa e deixava a bunda pra cima. Só podia ser provocação.
Aos 10 anos, depois de ser estuprada todos os dias pelo pai, Márcia engravidou. Uma menina de 10 anos, com cara, corpo e mente de criança, carregava em seu ventre outra criança. A mãe de Márcia também estava grávida e teve certeza de que a menina fez aquilo por inveja, para ter o pai mais próximo dela.
Márcia, com 10 anos, apanhou por ter sido estuprada. Apanhou por ter engravidado para provocar a mãe. Márcia não era bonita, não era a mais inteligente ou espirituosa da escola, Márcia queria aparecer, chamar atenção. E por isso foi estuprada. Por isso engravidou, argumentava a mãe.
Márcia não pode abortar porque as leis não deixavam, porque ela não pode ir ao hospital, porque a religião disse que ela devia aprender com aquilo, então teve um bebê aos 10 anos. Um bebê que foi mal tratado pela avó, pelo avô-pai, pela sociedade e que a própria Márcia não sabia bem como deveria tratar. A vida de Márcia acabou aos 10 anos.
Eu não conheço a Márcia, ela, assim desse jeito que contei acima, não existe. Mas existem milhares de outras Márcias com começos, meios ou fins parecidos. A gravidez vinda de um estupro, independente da idade da mulher, marca muito mais do que qualquer outra coisa. É a prova de que aquilo realmente aconteceu.
Essa mulher do texto acima pode ter qualquer idade, qualquer classe social, ser de qualquer religião, ela é sempre vítima. E não é raro o estupro acontecer dentro de casa. De acordo com dados nacionais, 54% dos estupros são cometidos pelos maridos das vítimas e 25% das vítimas de estupro conhecem o agressor pelo nome. Já em relação ao mundo, 20% das mulheres sofrem violência sexual na infância e o UNICEF avalia que uma mulher entre 10 no mundo é vítima de um estupro uma vez em sua vida.
Quando uma mulher é estuprada ela passa pelas mesmas fases que alguém de luto. A primeira delas é se culpar, que pode ser comparada à negação, seguida de raiva, negociação com si mesma, depressão e, aquelas com sorte, chegam a aceitação e resolvem mudar o mundo com seus relatos, lutar por mais dignidade.
Ser mãe é lindo. Mas nem todo mundo precisa, quer ou deve ser mãe. Ninguém quer ter um filho vindo de um estupro. Ninguém quer olhar para uma criança e lembrar da violência, da agressão, do nojo. E muito menos da pessoa que fez aquilo com você. Daquele homem que ultrapassou todos os limites e resolveu tomar para si o que não lhe era de direito.
Todas as Márcias, Reginas, Carolinas, Marianas e Marias do país, todas elas, com suas histórias, suas lutas, seus traumas e medos, merecem respeito. E a lei, sancionada na quinta-feira (1), pela presidenta Dilma é totalmente sobre isso.
Quando uma mulher é estuprada e levada ao hospital, ela toma um coquetel de remédios. Alguns para DSTs e uma pílula do dia seguinte, a mesma vendida em farmácias. O que algumas entidades pretendiam era que a pílula não fosse oferecida, deixando a mulher, assim, refém da lei que está tramitando no governo sobre aborto. É um ciclo que obrigaria a mulher a ter esse filho ou recorrer a um aborto ilegal, que a incriminaria.
O que a presidenta fez foi apenas oficializar algo que já era previsto em portaria do Ministério da Saúde. De acordo com o ministro Alexandre Padilha, desde que a portaria foi publicada, em 2008, houve uma redução de 50% nos casos de abortos legais no País. O que prova a necessidade dessa postura.
O novo projeto também deixa claro que crianças e pessoas com deficiência mental, que não têm como dar ou não consentimento para atividade sexual, também devem ser medicadas.
Esse é um primeiro passo em direção aos direitos da mulher. Os direitos reprodutivos são básicos e ninguém deve interferir neles. A religião não deve se manifestar no âmbito governamental. Ninguém é obrigada a abortar ou a tomar a pílula, é aí que está a liberdade religiosa. O que não pode ser feito é pautar por crenças de uma parcela da população, a liberdade dos demais.
Se baixarmos a cabeça e aceitarmos esse tipo de conduta, o próximo passo é criminalizar o DIU, depois a pílula e então toda a revolução feitas por mulheres terá sido em vão.

.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Movimentos sociais emitem carta aberta à Dilma sobre rumos dos protestos

Movimentos sociais emitem carta aberta à Dilma sobre rumos dos protestos

Sul21

Movimentos sociais emitem carta aberta à Dilma sobre rumos do país após protestos./ Foto: Agência Brasil
Movimentos sociais emitem carta aberta à Dilma sobre rumos do país após protestos./ Foto: Agência Brasil
Da Redação
A noite que reuniu 1,25 milhões nas ruas do Brasil foi um divisor de águas entre os que iniciaram os protestos e aqueles que utilizam a massa para praticar atos que não representam o espírito democrático das manifestações. Em razão disso, boa parte dos movimentos sociais emitiu uma carta aberta à presidenta Dilma Rousseff (PT) nesta sexta-feira (21). As entidades reconhecem os protestos realizados em 15 capitais e centenas de cidades ao longo da semana, mas alegam que setores conservadores estão se aproveitando das massas para disputar o sentido das manifestações.
“Os meios de comunicação buscam caracterizar o movimento como anti Dilma, contra a corrupção dos políticos, contra a gastança pública e outras pautas que imponham o retorno do neoliberalismo. Acreditamos que as pautas são muitas, como também são as opiniões e visões de mundo presentes na sociedade. Trata-se, no entanto, de um grito de indignação de um povo historicamente excluído da vida política nacional e acostumado a enxergar a política como algo danoso à sociedade”, definem os movimentos na carta.
Na avaliação dos movimentos sociais, “as recentes mobilizações são protagonizadas por um amplo leque da juventude que participa pela primeira vez de mobilizações. Esse processo educa aos participantes permitindo-lhes perceber a necessidade de enfrentar aos que impedem que o Brasil avance no processo de democratização da riqueza, do acesso a saúde, a educação, a terra, a cultura, a participação política, aos meios de comunicação”. Por isso, os coletivos sugerem que a presidenta Dilma aproveito momento para avançar nas pautas essenciais para o estado verdadeiramente democrático.
“Diante do exposto nos dirigimos a V. Ex.a para manifestar nosso pleito: Em defesa de políticas que garantam a redução das passagens do transporte público com redução dos lucros das grandes empresas. Somos contra a política de desoneração de impostos dessas empresas. Nos comprometemos em promover todo tipo de debates  em torno desses temas e nos colocamos à disposição para debater também com o poder público. Propomos a realização com urgência de uma reunião nacional, que  envolva os governos estaduais, os prefeitos das principais capitais,  e os representantes de todos os movimentos sociais. De nossa parte estamos abertos ao diálogo, e achamos que essa reunião é a única forma de encontrar saídas  para enfrentar a grave crise urbana que atinge nossas grandes cidades”, diz o documento.
Assinam a carta:
ADERE- Associação dos trabalhadores assalariados rurais  de MG
Assembleia Popular
Jornalistas do Barão de Itararé
CIMI- conselho indigenista missionario
CMP- Central de movimentos populares
MMC-Movimento de mulheres camponesas
CMS- coordenação de movimentos sociais
Coletivo Intervozes pela democratização dos meios de comunicação
CONEN- Coordenação Nacional das entidades negras
Consulta Popular
CTB-  central dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil
CUT- central Unica dos trabalhadores
Fetraf- Federação dos agricultores familiares
FNDC- Forum Nacional pela democratização da Midia
FUP- Federação unica dos petroleiros
Juventude Koinonia (das igrejas cristas tradcionais)
Levante Popular da Juventude
MAB- Movimento dosa tingidos pro barragens
MAM- Movimento Nacional pela soberania popular frente a Mineração
MCP  movimento campones popular, de Goias
MMM- Marcha Mundial de Mulheres
Movimentos da Via Campesina
MPA-  Movimento dos pequenos agricultores
MST- Movimento dos trabalhadores rurais sem terra
SENGE/PR- sindicato dos engenheiros do Parana
Sindipetro – sindicato petroleiros de sao paulo
SINPAF- sindicato dos trabalhadores e pesquisadores da EMBRAPA E  Codevasf
UBES- Uniao brasileira de estudantes secundaristas
UBM- Uniao Brasileira da Mulher
UJS-  Uniao da Juventude socialista
UNE-  Uniao Nacional dos Estudantes
UNEGRO  Uniao nacional do negro

.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Atenção: não dê dinheiro aos ricos. Isso os torna vagabundos

Atenção: não dê dinheiro aos ricos. Isso os torna vagabundos


Vou voltar a um tema que eu adoro. Considerando que a renda do capital segue estratosfericamente maior que a do trabalho e os recursos usados para o pagamento de juros são bem maiores que os aplicados em programas sociais (em todos os governos, de FHC a Dilma), fico extremamente incomodado quando ouço ou leio pessoas reclamando que “dar dinheiro aos pobres os torna vagabundos”.
É engraçado que ninguém reclama do dinheiro que vai às classes mais abastadas, que investem em fundos baseados na dívida pública federal. Grosso modo, muito vai para poucos e pouco vai para muitos. E, mesmo assim, sou obrigado a ouvir pérolas quase que diariamente, reclamando dos programas de transferência de renda, não no sentido de melhorá-los, mas de extingui-los. É claro que é importante avançar na construção de “portas de saídas” para programas como o Bolsa-Família, gerando autonomia econômica. Mas a raiva com a qual essas iniciativas ainda vêm sendo tratadas por algumas pessoas me surpreende. Pessoal, supera! Não há partido político que vá se eleger com uma plataforma que cancele esses processos de transferência de renda. Isso já é política de Estado e não de governo.
“Ah, mas minha tia tem uma amiga em que a empregada recebe o bolsa-família e, por isso, desistiu de trabalhar. Quer ficar no bem bom com o dinheiro público.” Quantos já ouviram coisas assim? Primeiro reduzindo todo um programa a uma única história. Segundo, uma história mal contada, pois é difícil imaginar que uma família consiga sobreviver com dignidade com um montante de renda não raro menor que uma garrafa de vinho paga pelo sujeito fino que decretou tal preconceito. Terceiro, para alguém preferir a segurança da mensalidade do programa do que um salário é que a remuneração deve ser baixa demais ou a garantia de permanência no emprego inexistente.
Este post não está criticando ou elogiando ninguém, mas tentando entender o que, além do preconceito, faz com que um cidadão que tenha um pouco mais na conta bancária acredite que pisar no andar de baixo é a solução para galgar ao andar de cima? E crer que o futuro de um país é feito uma Arca de Noé, com espaço para salvar pouca gente de um dilúvio iminente?
Para esse pessoal, é cada um por si e o Sobrenatural – proporcionalmente ao tamanho do dízimo deixado mensalmente – para todos. Fraternidade e solidariedade são palavras que significam “doação de calças velhas para vítimas de enchente”, “brinquedos usados repassados a orfanatos no Natal” ou “um DOC  limpa-conciência feito a alguma ONG”.
Nada sobre um esforço coletivo de buscar a dignidade para todos, com distribuição imediata (e não depois que o bolo crescer) da riqueza gerada no país. Crescimento produzido pelos mesmos trabalhadores que não desfrutam da maior parte de seus resultados. Porque, apenas teoricamente, todos nascem livres e iguais.
E se eu dissesse que “dar dinheiro aos ricos os torna vagabundos?” Por que usar a frase para os pobres é ser um “analista sensato da realidade” e usar a frase aos ricos é ser um “canalha de um comunista safado”?

.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O que Dilma deve a FHC para ser chamada de ingrata?

 O que Dilma deve a FHC para ser chamada de ingrata?

Diário do Centro do Mundo

Ingratidão ele recebeu foi de Serra, e não falou nada.

Ingrata por quê?
Ingrata por que?


Entendi, mas não compreendi, como dizia um programa de humor do passado.
Entendi que FHC acusou Dilma de ingrata, mas não compreendi.
Que Dilma deve a FHC para que ela possa ser classificada como ingrata? Lula teria o direito de se queixar dela, se achasse haver motivos. Ele a fez presidenta.
Mas FHC?
Dilma foi elegante com ele quando ele completou 80 anos ao reconhecer, justificadamente, seu grande papel na estabilização do país com o Plano Real.
Havia ali uma tentativa aparente de pacificar os ânimos entre PT e PSDB. FHC respondeu a isso com a estapafúrdia tese da “herança maldita” que Lula teria deixado a Dilma, contrariada pelas estatísticas e pelas urnas. E destruiu com isso o aceno de pacificação.
FHC teve uma grande chance, no passado, de falar em ingratidão. Foi quando Serra, na campanha de 2002, o tratou como um embaraço, como um tio velho do interior, numa humilhação pública inesquecível. Era uma vingançazinha de Serra, que jamais engoliu não ter sido colocado na posição de czar da economia por FHC. Foi, aliás, um dos maiores acertos de FHC não dar poder a Serra, amplamente detestado  então no governo tucano.
Tivesse FHC enfrentado Serra quando este lhe deu o troco mesquinho em 2002  o PSDB não teria talvez, nestes últimos anos, se transformado num partido desconectado das ruas, dos brasileiros simples e das vitórias eleitorais.
Mas não.
FHC se calou quando tinha que falar, pelo bem de seu partido e do próprio Brasil, e fala agora, quando deveria silenciar.
De outro ataque de FHC não vou falar: da “usurpação” por Lula de sua obra. O que tem havido claramente é o oposto: um esforço de FHC em usurpar as ações sociais de Lula. Já lamentei a velocidade aquém do desejado dos avanços sociais promovidos no Brasil nos últimos dez anos, com o PT no poder. Ainda assim, por comparação, eles foram gigantesco diante de todos os governos pregressos do Brasil contemporâneo, excetuado o de Getúlio Vargas.
Bem ou mal, o tema da vergonhosa desigualdade social brasileira — calado pela mídia tão entretida em campanhas autobenerentes como a redução dos impostos — veio ao centro dos debates com Lula. Isso dará a ele, perante a história, uma estatura francamente maior que a de FHC, a despeito de sua vitória sobre a inflação. FHC estava demasiadamente envolvido com o 1% para pregar justiça social para os 99%.
Ingratidão? Usurpação? Pausa para rir.
Começa muito mal, conforme o esperado, a louca cavalgada do PSDB rumo a 2014.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Uma asnice parada no ar

Uma asnice parada no ar

Diário de Gauche

Esse chargista do jornal Zero Hora é um siderado mental. Ele sequer entendeu o que a presidenta Dilma disse ontem na ONU. Não consegue fazer uma crítica, por mais injusta ou equivocada que fosse. Ele só consegue esse sorvete-na-testa aí acima. 

É impossível deduzir o que o energúmeno quer dizer com o desenho. A charge do cara não é. A garatuja não é. Não é nada. Há uma intenção de criticar, de agredir, de diminuir a presidenta Dilma, mas fica no meio do caminho. Há uma asnice parada no ar. Há uma vontade abortada, um propósito impotente, que não se realiza, inconcluso por absoluta incapacidade de haver pensamento no gesto suspenso do desenhista siderado.

O cara aspira a ser burro, mas não consegue. Ele se projeta para a burrice, mas esta o rejeita. Falta-lhe habilitação para asno. Ele chegou no prefácio do curso da asnice, e foi rejeitado. Compreendemos e nos apiedamos dele.  

terça-feira, 17 de julho de 2012

Dilma: 40 expressões faciais da presidenta as quais você ainda não deu a devida atenção

Dilma: 40 expressões faciais da presidenta as quais você ainda não deu a devida atenção


dilma

Não importa o quanto panicats raspem suas cabeças, atrizes globais anunciem seus fins de casamento e cantoras da MPB lancem CDs novos: a única mulher que tem lugar garantido diariamente nos sites e jornais do Brasil inteiro é a presidenta Dilma Rousseff. Todos os dias o rostinho da dentucinha mais poderosa do Brasil aparece ou preocupado ou feliz ou decepcionado ou confraternizante acompanhando manchetes que falam sobre vetos, CPIs contra corrupção, julgamentos do STF e aberturas de conferências internacionais. Dilma sempre está lá: firme e forte nos seus terninhos de senhora moderna e cabelo com mechas tonalizadas. E, é claro, muito expressiva, por mais que isso não seja o que a gente mais repare na presidenta. Por isso, aí vão as 40 melhores caras de Dilma, em diversas situações, lugares e companhias.
1 — Cara de Adivinha Quem Chegou
2 — Cara de Bjs
3 — Cara de E Não É Que É Verdade, Menina?
4 — Cara de Olha Quem Tá No Jornal Nacional Hoje
5 — Cara de Sim, Dilma Falando
6 — Cara de Hora da Naninha
7 — Cara de Twittando :B
8 — Cara de Gatas da Wikipedia
9 — Cara de Usando Aplicativo do Feice
10 – Cara de Olha Você Me Respeita Que Eu Estudei Com a Sua Mãe e Te Vi Crescer Hehe
11 — Cara de Valeu Demais a Força Aí, Viu
12 — Cara de Número Dois
13 — Cara de Número Dois de Novo
14 — Cara de Número Três
15 — Cara de Número Quatro
16 — Cara de Ô, Mas Cês Não Tem Mais Nada Importante Para Fazer Não Né Risos
17 — Cara de Aaaah, Cês Pensam Que Sou Besta, Né
18 — Cara de Espera Só Eu Coçar Meu Nariz Que Vou Aí Te Pegar
19 — Cara de Olha Quem Tá Aqui É o FHC, Gente
20 — Cara de Aqui a Cristina, Gente
21 — Cara de a Angela Não Para de Fazer Esse Gesto O Que Eu Faço Agora?
22 — Cara de Desviandoooo
23 — Cara de Fala Bono Bono Blz
24 — Cara de AI Não Me Olha Assim Bono
25 — Cara de Rapaz Menos Intimidade Ok Hehe
26 — Cara de Ô Shakira Não Precisava Se Preocupar
27 — Cara de Êta Mas Presidente Se Mete Em Cada Uma
28 — Cara de Marrom Canta Aquela Lá Que Eu Gosto
29 — Cara de Daí Você Mexe Bem Para Não Empelotar
30 — Cara de Gente Que Gato
31 — Cara de Quem É o Lindo Da Titia
32 — Cara de Chique É Ser Inteligente
33 — Cara de Pessoa Iluminada
34 — Cara de Em Nome do Pai…
35 — Cara de Esse É O Meu Carro Mesmo?
36 — Cara de Deixa Eu Pensar Aqui
37 — Cara de Pensando Bem…
38 — Cara de Eu Quero Ver Quem Vai Me Impedir
39 — Cara de Aí Tem Que Ver Com o Cara Lá de Cima
40 — Cara de É Mole Galera


Jezebel

domingo, 8 de julho de 2012

Pós-lulismo

Pós-lulismo


Andante Mosso



O governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Foto: Dida Sampaio/AE
Há um caminho seguro para entender o movimento político-eleitoral do governador Eduardo Campos, de Pernambuco.
O compromisso dele é com Lula e Dilma. Não com o PT.
Novo horizonte I
Demorou mais que o previsto a aliança PSDB e PT construída em torno da eleição de Marcio Lacerda (PSB), em 2008, para a prefeitura de Belo Horizonte.
Nascida da boa relação entre o então prefeito petista Fernando Pimentel e o então governador tucano Aécio Neves, o rompimento tornou altamente competitiva a disputa na capital, que já parecia resolvida com a reeleição de Lacerda.
Com o rompimento, o ex-prefeito petista Patrus Ananias entrou no jogo e pode dar unidade ao partido perdida com o acordo e vencer o pleito.
Lacerda é um prefeito com boa avaliação, mas Patrus é figura querida em BH.
Novo horizonte II
A eleição municipal, um beco sem saída para o PSDB e o PT, deu o pretexto para o fim de uma aliança que incomodava as partes.
Aécio conta com a reeleição de Lacerda agora para empurrá-lo para a disputa estadual, em 2014. Mas isso significaria entregar a prefeitura para um substituto petista. O vice na chapa.
O controle da Câmara de Vereadores fez Aécio bloquear a extensão da aliança, prevista no acordo, para as eleições proporcionais e deixou claro que ele manda no destino político de Lacerda, eleito pela legenda socialista.
Salvo se, antes, tiver feito consulta ao governador pernambucano Eduardo Campos, presidente do PSB.
Filhos das mães

Contra a rejeição. Se a chapa fosse Ibarra-Assed, funcionaria melhor
Rodrigo, filho do ex-prefeito do Rio Cesar Maia, e Clarissa, filha do ex-governador fluminense Anthony Garotinho, formam uma das chapas na disputa pela prefeitura carioca.
Ele é candidato a prefeito e ela, a vice.
Com os sobrenomes maternos, Rodrigo Ibarra (chileno) e Clarissa Assed (líbio), talvez pudessem amenizar nas urnas a rejeição dos eleitores aos pais.
Prefeito incolor
É fácil entender a confusão em torno da identificação partidária do prefeito Raul Filho, de Palmas (TO), apanhado na rede de corrupção de Carlos Cachoeira.
Raul disputou a prefeitura em 2006, pelo PSDB. Em 2000, no PPS, foi novamente derrotado. Finalmente em 2004, época do vídeo, já filiado ao PT ganhou a eleição. Reeleito em 2008, foi expulso do partido em 2011.
Agora ele vai se explicar na CPI sem rede de apoio.
Quarentena
A magistratura fez as contas.
Somente em 2020 um juiz de carreira voltará a presidir o Supremo Tribunal Federal. Após o advogado Ayres Britto, os próximos presidentes são oriundos da advocacia ou do Ministério Público.
Todos nomeados pelo ex-presidente Lula.
São eles: Joaquim Barbosa (MP), Ricardo Lewandowski (advocacia), Cármen Lúcia (advocacia e MP) e Dias Toffoli (advocacia).
Só então a magistratura retomará, com Luiz Fux, o comando do STF.
Corda esticada
O presidente do Sindifisco Nacional, Pedro Delarue, considera que o governo esticou a corda no embate do reajuste salarial dos servidores federais.
E adverte: “O Planalto sentirá os efeitos nos próximos dias”.
Assim como os auditores fiscais, que estão em operação – padrão, a Polícia Federal e Advocacia-Geral da União se prepararam para agir “no limite da legalidade”.
Os federais não farão diligências em outros estados nem protegerão autoridades. Os advogados, por sua vez, só vão defender a União quando o prazo do processo estiver para estourar.
Esse é o plano da reação e, segundo Delarue, sem recuo.
Cruz e espada
Às vésperas do quarti centenário, a Irmandade de Santa Cruz dos Militares passa por maus momentos financeiros.
A igreja da Irmandade, de estilo barroco mineiro, é uma das mais belas do Rio de Janeiro e tem nas paredes laterais do altar-mor entalhes do mestre Valentim.
A Irmandade é o berço do sistema previdenciário dos militares, hoje administrado pela União. A instituição é proprietária de quase 500 imóveis. Alugados, eles garantiriam recursos para a manutenção. No entanto, já houve casos de corte de fornecimento de água apesar de o locatário ter pago a conta. Sinal de má administração?
O número de filados é mantido em sigilo e já se cogita procurar o Judiciário para forçar o provedor, coronel da reserva Carlos Alberto Barcellos, a soltar a lista de contribuintes.
Caxias, provedor da Irmandade, em 1871, proclamava: “Irmãos pela cruz e irmãos pela espada, a nossa missão é sagrada: santificar o culto do Divino Senhor e aliviar da miséria as viúvas e filhos dos que seguem a nobre profissão das armas”.
Se soubesse o que se passa agora, daria voltas na tumba.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

SNI monitorou Dilma durante governo de José Sarney

SNI monitorou Dilma durante governo de José Sarney




A presidente Dilma Rousseff foi monitorada não apenas durante os anos de ditadura militar, entre 1964 e 1985, quando foi presa e torturada, mas também durante o mandato de José Sarney na presidência, entre 1986 e 1990. A informação é apontada por documentos do chamado "Acervo da Ditadura", abertos agora ao público e analisados pela edição desta quinta-feira da Folha de S. Paulo
Em pesquisa, o jornal identificou um total de 181 documentos que mencionam Dilma, registrados entre 1968 e o final dos anos 80. Entre os papéis, 17 foram produzidos durante o governo Sarney, hoje presidente do Senado, pelo SNI (Serviço Nacional de Informações).
No início do governo militar, Dilma era identificada como parte de uma "infiltração comunista" em órgãos da prefeitura e do governo do Rio Grande do Sul, além de parte do movimento feminista, que, segundo o SNI, buscava "a conscientização das massas, pretendida por facções esquerdistas que almejam o poder". 
Foram monitoradas ainda uma viagem Dilma ao México e um comício onde ela e Lula protestaram contra a ampliação do mandato presidencial de Sarney, já em 1988. Relatórios do SNI da década de 70 sobre Dilma acusam uma uma suposta ligação com a JCR (Junta de Coordenação Revolucionária), grupo de esquerda armada. 
Outro documento de 79, porém, agora revelado, diz não ter encontrado comprovação dessa alegação. Procurada pela Folha de S. Paulo, a assessoria de Sarney afirmou que, em seu mandato na Presidência, ele havia ordenado ao SNI que não realizasse "levantamentos sobre a vida privada" de "nenhum brasileiro". Disse ainda que não era informado sobre objetivos e resultados do SNI.

Portal Terra
.

domingo, 3 de junho de 2012

Ficaremos eternamente agradecidos: Dilma quer barrar aluguel na TV, diz jornal

Ficaremos eternamente agradecidos: Dilma quer barrar aluguel na TV, diz jornal



Presidente Dilma Rousseff: pacote de medidas deverá acabar com o aluguel de tempo na TV
São Paulo - De olho na comercialização paralela de espaços na televisão, o governo deverá lançar um pacote de medidas que coibirá esse tipo de negociação. Segundo reportagem daFolha de São Paulo deste domingo, o fim do aluguel de horário em emissoras de rádio e TV deverá impactar a exibição de programas religiosos e comerciais nesses veículos.

De acordo com levantamento da Intervozes utilizado na matéria, Globo e SBT estão entre as poucas empresas que não aderem à prática. Enquanto a Bandeirantes vende espaço para a Igreja Internacional da Graça de Deus, a Rede TV! faz o mesmo com a Igreja Mundial do Poder de Deus e com rede farmacêutica Ultrafarma.

Na TV Gazeta, o Polishop, do empresário João Appolinário, ocupa dez horas semanais. A Record não informa se compra os programas religiosos que veicula - seu fundador, Edir Macedo, é da Igreja Universal do Reino de Deus. 

Caso vá para a frente, o decreto fará com que as empresas tenham que adquirir programas produzidos externamente para terem a possibilidade de exibi-los. Na prática, reforça a Folha, isso faria com que elas deixassem de cobrar pelo tempo na grade, perdendo uma importante fonte de arrecadação. 

Por outro lado, o governo daria carta branca para as emissoras comercializarem serviços de dados. Atualmente, apenas as companhias de telecomunicação podem fazê-lo.





No Exame