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domingo, 12 de maio de 2013

Pastor Marcos Pereira mandou matar três homens que filmaram suas orgias, afirma polícia

Pastor Marcos Pereira mandou matar três homens que filmaram suas orgias, afirma polícia


Pastor Marcos Pereira mantou matar três homens que filmaram suas orgias, afirma polícia
Pastor Marcos Pereira com uniforme de preso, em Bangu 2
As investigações da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) apontam que o líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), pastor Marcos Pereira da Silva, teria ordenado a execução de três homens que filmaram orgias com a participação dele.
As denúncias foram feitas por testemunhas, em depoimentos, mas a polícia ainda levanta a identificação das vítimas. O líder religioso é investigado também por associação ao tráfico de drogas, maus tratos, lavagem de dinheiro, além de ser suspeito de ter cometido outros estupros.
As testemunhas afirmam ainda que o pastor fazia orgias em motéis com garotas e garotos de programa e travestis. Em depoimento, uma testemunha contou que ele gostava de ver mulheres fazendo sexo grupal.
Nesta sexta-feira (10), o Ministério Público denunciou também quatro homens suspeitos de ameaçar uma das vítimas que acusam o pastor Marcos Pereira de estupro, segundo o RJTV. Ubirajara Moraes Pereira, Cezar Luiz Moraes Pereira, Lúcio Oliveira Câmara Filho e Daniel Candeias da Silva teriam ameaçado a vítima em março de 2012, logo após uma das denúncias contra o pastor ter sido apresentada.
O MP pede também proteção às testemunhas em decorrência da suspeita de possíveis ligações de Marcos Pereira com o tráfico de drogas. Além disso, a Justiça do Rio negou, na noite de quinta-feira (9), dois pedidos de liminar para libertar o pastor.
Marcelo Patrício, advogado do pastor, alega que o religioso é inocente e afirma que está tentando reverter na Justiça a liminar que negou os pedidos de habeas corpus ao suspeito. O advogado também defende a inocência dos quatro homens denunciados nesta sexta-feira.
Por Dan Martins, para o Gospel+

sábado, 8 de outubro de 2011

Oito de outubro: 44 anos do assassinato de Ernesto Guevara

Oito de outubro: 44 anos do assassinato de Ernesto Guevara 

Há 44 anos Ernesto Guevara foi assassinado nas selvas da Bolívia.


Comandante Chê a tua memória e o teu legado são eternos!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Coletiva explica morte da Juíza Patrícia Acioli

Coletiva explica morte da Juíza Patrícia Acioli


Em coletiva realizada nesta segunda-feira, dia 12, um mês após a morte da juíza Patrícia Lourival Acioli, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, anunciou que o crime foi elucidado. No domingo, dia 11, foi decretada, no plantão judiciário do 2º NUR, a prisão temporária de três policiais militares acusados de participar do assassinato da magistrada: otenente Daniel dos Santos Benitez Lopes e os cabos Sergio Costa Junior e Jefferson de Araujo Miranda.
“Sempre tive certeza de que tal crime não ficaria impune e que a Polícia Civil estava preparada para apurar o caso. Um fato como este não atinge apenas o magistrado, atinge um poder do Estado, atinge a própria democracia”, disse o presidente do TJRJ.
Também participaram da coletiva o secretário de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame; o procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes; a chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha; o delegado Felipe Ettore da Delegacia de Homicídios; o secretário de Estado chefe da Casa Civil, Régis Fichtner; o secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Fernando Florido Marcondes; o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), desembargador Nelson Calandra; e o presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Rio (Amaerj), desembargador Antônio César Siqueira, entre outras autoridades.
De acordo com o delegado Felipe Ettore, da Delegacia de Homicídios, os PMs decidiram matar a juíza porque receberam a notícia de que poderiam ser decretadas as suas prisões em um processo da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, em que eles são acusados de matar um jovem no Morro do Salgueiro, em São Gonçalo, e de tentar forjar um auto de resistência.
“Eles achavam que executando a vítima poderiam evitar a decretação da prisão. O que eles não sabiam é que no mesmo dia 11 de agosto, antes do crime, a juíza já tinha decretado a prisão dos três policiais”, declarou o delegado.
O secretário de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame, também contou que foi determinada a apreensão de todas as armas de calibre 38 e 40 do 7º BPM (São Gonçalo). “O que nos interessa é a busca da verdade. Temos a obrigação de atuar e enfrentar um crime sério como este onde a Justiça é atingida. A resposta vai ser dada e já estamos muito bem encaminhados neste sentido”, ressaltou.
Já o procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes, disse que as investigações estão coletando provas muito consistentes para que o Ministério Público possa oferecer a denúncia contra os acusados. “Já temos o motivo e indícios bem fortes do envolvimento desses três policiais militares. Gostaria de parabenizar a Polícia Civil pela resposta em um prazo razoável diante de um crime que merece uma investigação mais profunda”, completou.
Fonte: TJ/RJ