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sexta-feira, 19 de julho de 2013

O apogeu da covardia: lojas quebradas no Leblon comovem o Rio e o jornalismo, mas os mortos pela PM na Maré já foram esquecidos

Discordo da análise sobre os manifestantes no Leblon. Do restante da crítica concordo em tudo. Não vi Sérgio Cabral falar sobre as mortes da Maré, tampouco a mídia indignada como se apresenta no quebra-quebra das lojas e bancos.

O apogeu da covardia: lojas quebradas no Leblon comovem o Rio e o jornalismo, mas os mortos pela PM na Maré já foram esquecidos

Blog do Mário Magalhães
Protesto contra as mortes na Maré – Foto BOL/Marcio Luiz Rosa/Agência O Globo
O Rio se comoveu com o quebra-quebra ocorrido no Leblon na virada de 18 para 19 de julho de 2013. Balanço da baderna: depredação de orelhões, placas e 25 lojas.

O Rio não se comoveu com a morte de pelo menos dez pessoas na Maré na noite de 24 e na madrugada de 25 de junho, menos de um mês atrás.

O Rio em questão é o retratado pelo jornalismo mais influente. Danos ao patrimônio no bairro bacana, paraíso onde vivi por tantos anos, receberam muito mais atenção do Estado, dos meios de comunicação e de parcela expressiva da classe média do que a perda de vidas na favela Nova Holanda, no complexo da Maré.

É muita covardia. Contra quem? Contra os de sempre, os mais pobres.

Os crimes contra o patrimônio na zona sul foram obra de bandidos, de fascistoides, de ultra-esquerdistas, incluindo pseudo-anarquistas, de pequenos burgueses vagabundos e de alguns miseráveis desejosos de trajar roupas de grife (alguém viu um operário vandalizando?). Como queimam o filme dos protestos e beneficiam o governo estadual com o verniz de vítima, talvez haja infiltrados de origem nebulosa. Cometeram crimes, têm de ser punidos escrupulosamente, nos termos da lei.

Na Maré, o Bope invadiu a favela contra a vontade dos policiais que lá estavam. O efetivo era minúsculo, pois o grosso do batalhão estava cuidando de reprimir manifestações políticas. Resultado: uma bala provavelmente disparada por traficante de drogas matou um sargento da tropa de elite.

Em seguida, sobreveio a vendeta, com a invasão massiva. Nove moradores locais mortos e nenhum PM ferido gravemente. Confronto? Isso tem outro nome: chacina. No mínimo, dois jovens não tinham antecedentes criminais, um deles de 16 anos. A legislação penal brasileira não prevê pena de morte, para qualquer crime, ainda que seja o de assassinato.

Na Maré, o grosso do jornalismo não informou nem a identidade dos mortos, com exceção da do PM. No Leblon, os personagens tinham nome, sobrenome e lágrimas de quem perdeu alguns bens. Na favela, o pranto das mães que perderam seus rebentos quase não saiu no jornal.

A cúpula da segurança do Estado convocou uma reunião de emergência horas depois de os vândalos detonarem no Leblon. Alguém sabe de um encontro dessa natureza para tratar do morticínio na Maré?

Há mais diferenças além da essencial, entre crime contra a vida e crime contra o patrimônio. No bairro das adoráveis novelas do Manoel Carlos, aprontaram criminosos que devem responder judicialmente por si mesmos. Na Maré, atuaram agentes públicos. Se não se sabe ao certo qual foi o comportamento deles, a responsabilidade é do Estado, que deveria investigar para valer, e não encenar apurações.

As agências bancárias com vidros estilhaçados e as butiques dilapidadas costumam estar protegidas por seguros. Que seguro haveria de confortar os irmãos do pessoal morto na Maré?

Acadêmicos, jornalistas, autoridades e politiqueiros que não pronunciaram uma única sílaba sobre a Maré agora posam de valentões bradando contra a desordem no Leblon. Eles só saem em defesa dos mais ricos, os pobres que se danem. São covardes, não valentes.

Merece respeito o sofrimento de tantos antigos vizinhos meus que se assustaram com o pega pra capar. Mas a vida seguiu. Na Maré, para tantos pais, a vida seguiu sem seus filhos. Já cantou Chico Buarque, saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu _teria um quarto ou dormiria no colchão da sala o adolescente que mataram?

O farisaísmo não reconhece limites. Às vésperas do desembarque do papa, celebra-se a existência. Mas muitos corações, que nojo, abalam-se apenas com a perda de patrimônio, e não de vidas. O que diria Francisco?

O recado das últimas semanas é que, para muita gente, crime contra a vida não é nada diante de crime contra o patrimônio.

Isso não é só covardia. É barbárie.

Uol

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Covardia e Racismo em Santa Catarina: "Seus Lixos, macacos, urubus..."

Recebi via email

Covardia e Racismo em Santa Catarina: "Seus Lixos, macacos, urubus..."

Relato de agressão da Polícia Militar do 7º batalhão de São José/SC 


No dia 09 (Sábado) do mês 09 (Setembro), às 02h00min da manhã estava acontecendo uma festa de aniversário no endereço: Rua Edberto de Oliveira,1388,Monte Cristo Florianópolis. Este endereço é de uma família negra e, portanto todas as pessoas que participavam da festa eram negras.
Quando uma viatura da Policia Militar chegou ao local, e pediu para que os donos da casa desligassem o som, como a festa já estava no final, acatamos o pedido da Policia, mas eles falaram que a gente até podia aumentar o som, mas caso eles voltassem ali, eles iriam levar o som e o “negócio” ia ficar pior. Os convidados da festa ficaram revoltados com a forma agressiva de abordagem do Policial. Um dos convidados falou para o Policial que eles não
precisavam ameaçar pessoas trabalhadoras e de bem, e disse para o Policial que ele deveria ter mais o que fazer; o Policial disse: agora vocês vão ver o que é trabalhar e chamou reforço Policial, chegaram no local mais 3 viaturas. Cujos números são: 3225, 3223, 3511, 4594 todas do 7º batalhão de Policia.
Enquanto, um senhor conversava com um Policial. Outro Policial aproximou-se e sem fazer nenhum questionamento jogou spray de pimenta no rosto dele. O senhor tem uma deficiência na perna, em função de 3 derrames. Enquanto isso os demais Policiais começaram a atirar com arma de fogo e de borracha, bombas de efeito moral contra as pessoas que ali estavam, e por sua vez as pessoas começaram a correr, inclusive crianças e adolescentes e pessoas de mais idade. Uma adolescente foi atingida com uma bala de borracha nas nadigas e a Jovem outra foi atingida, na perna por uma bomba que provocou
ferimentos em sua perna.
Usaram expressões racistas e ofensivas como:
Seus Lixos, macacos, urubus, putas para as mulheres e falaram também que aquilo ali não eram uma festa de família e sim um Cabaré.
Um dos Policiais falou: Eu nunca matei ninguém com uma 12 mas hoje eu quero
matar.
A aniversariante, não pode correr com as demais pessoas por que lembrou que seus filhos de 3 anos e outra de 4 meses estavam dentro da casa, e como os Policias falaram que iriam atirar pra tudo quando era lado, ela ficou com medo que seus filhos fossem atingidos. Ficou paralisada entre a casa e as armas dos policiais. Aproveitando - se desta situação jogaram spray de pimenta em seu rosto exigindo que ela levantasse. Como não conseguiu levantar, os Policiais começaram a ofendê-la de Macaca, puta e apontaram para ela uma arma de calibre 12 de borracha e outra arma de calibre 0.40(Pistola).
Logo depois 3 Policias invadiram a casa com muita agressividade e ofendendo todos que ali estavam, levaram duas caixas de som de dentro da casa.
Permaneceram durante 01h30minh (uma hora e trinta minutos) torturando com ameaças, jovens, crianças, mulheres e idosos. Após a saída dos policiais, recolhemos algumas cápsulas de bala de borracha e de 0.40 deflagrados e também restos de bomba de efeito moral. Existem 3 casas de comércio próximo da casa, que possuem sistema de câmara de segurança, mas não quiseram disponibilizar. Em anexo, Boletins de Ocorrências, fotos e Registro da denuncia que fizemos junto ao 7º Batalhão na Corregedoria do mesmo. Foi entregue para o agente Policial 3 cápsulas de 12(borracha) e uma cápsula de 0.40(Pistola) deflagradas. Não foi possível o recolhimento de todo arsenais usados, pois as 5 horas da manhã os policiais voltaram e recolheram parte do material.
Conclamamos a todos que lutam contra o racismo e a violência Policial e lutam por uma sociedade de justiça e igualdade que mandem para seus contatos essa denuncia para que esses Policiais sejam punidos e para que outros jovens, mulheres, criança não sejam mais vitimas desses bandidos de fardas.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Homofóbico não passa de um medroso.

Homofóbico não passa de um medroso.


Estimados leitores, pois leio aqui, sentado no banquinho do treinador enquanto ele foi até a esquina achar uma alternativa pro 3-2-2-2-1, que a Comissão de Direitos Humanos do Senado acaba de aprovar a união estável para casais homossexuais. 
Pra um zagueiro de ofício, essa discussão sobre quem pode casar é mais desprovida de sentido do que o debate interminável sobre quantos juízes é melhor ter em campo. Se queremos ter futebol, basta um. Se preferirmos uma assembléia sobre cada entrada duvidosa e bola que ultrapassa a linha do gol, então, vários. O que é que desejamos, afinal? Se queremos uma sociedade que funcione como um time afinado, e não como um Flamengo, precisamos admitir que existem coisas que valem pra todos, inclusive o R10. A lei por exemplo.
Se todo mundo é igual diante da lei, e a lei diz que as pessoas têm o direito de formar uma sociedade civil quando vivem juntas, compartilham dos mesmos recursos e estruturas, e têm, herdam, ou adotam filhos, essa lei, estimados leitores, vale para todos – gays, absolutamente inclusive. Porque as únicas pessoas que parecem dispostas e interessadas em formar casais são homens e mulheres heterossexuais, e homens e mulheres homossexuais. No entanto, alguns ficam insistindo que a lei só vale para os heterossexuais, porque sim. Porque Deus disse. Porque sempre foi. Porque se abrir pra todo mundo o direito de casar, o que será do mundo. Como se em um mundo cercado por asteróides louquinhos pra cair sobre ele, e tomado por motosserras, CO2, terremotos e Michel Teló, justamente o casamento possa ser a causa do fim do mundo. Risível, não é mesmo?
Noves fora os esquisitos casamentos poligâmicos, que nunca pegaram de verdade com exceção dos mórmons e algumas outras sociedades exóticas, parece que as pessoas formam casais. E isso não tem tanto assim a ver com sexo, mas sim com o que se entende por amor. E amor, caros leitores, não é hetero nem homossexual, e nem ao menos é sexual, mesmo que inclua o sexo entre os seus atrativos possíveis. Independente da lei, ou do local, ou da época, a forma mais presente de união humana é formada por duplas. Deve ter a ver com a nossa natureza e a nossa evolução. Mas essas duplas nunca foram exclusivamente heterossexuais, em sociedade alguma, em tempo algum, fora o Irã do Ahmadinejad. Alguma coisa acontece com os seres humanos que os torna atraídos pelos seres humanos do gênero oposto, ou pelo mesmo. Isso, caros leitores, acontece.
Aqui no vestiário se sabe muito bem que acontece. Existem os hetero, e existem os gays, e eles não se diferenciam de maneira alguma na hora em que entram em campo e partem pra cima da bola e do jogo. Você, caro leitor, não sabe quem do seu time é gay ou não, mas posso lhe assegurar que eles são muitos, e estão por aí, e sempre estiveram, e é natural que estejam. Não há qualquer diferença na hora da botinada, nem qualquer diferença em qualquer outra hora, embora possam existir algumas diferenças na hora da escolha da roupa preferida ou parceiro pra sair pra balada. Isso, caros leitores, é absolutamente do jogo.
Existem pessoas, hetero ou não, que preferem a vida solteira. Existem pessoas que preferem formar casais e investir em algo que tente durar, enquanto der, pra sempre, se der. Esse é um direito que elas têm. De estarem juntas em um quarto de hospital, de criar crianças como seus filhos, com todos os compromissos que isso envolve, de formar patrimônio que será herdado por alguém, ou dividido de maneira justa, nos casos em que essa sociedade, por um dos milhares de motivos possíveis, se dissolver.
Casamento, caros leitores, não é hetero, nem gay. Ele é simplesmente humano. Ele representa uma das formas preferidas pelos humanos para viver a vida. 
Agora, me expliquem, e por favor sejam mais claros do que o Abel Braga tentando explicar uma formação tática: porque ele deveria ser negado a uns humanos, e permitido a outros?
Os religiosos dizem que é a Bíblia, ou o Corão, que manda. Mas a República é laica, e o casamento é civil. Não temos nada, mas nada mesmo, que ver com o que os religiosos sintam a respeito, já que pensar não é o forte desse povo.
Notem que o termo homofobia não significa raiva ou ódio contra homossexuais. Significa medo deles. As religiões têm medo de tudo que é associado com o humano, tais como liberdade ou prazer. E se existe uma coisa no mundo que zagueiro não tolera, é medroso em campo.
Liberdade é o oposto de fé, e prazer é o oposto de paixão, porque paixão vem de passio, que quer dizer, sofrer. Tudo que uma boa religião adora é a total ausência de prazer, em um ambiente em que não existam escolhas.
Um zagueiro clássico sabe que a vida e o futebol só existem na presença de ambos, tanto liberdade quanto prazer. Sem isso, todo jogo vira algo tão excitante quanto um amistoso entre Suíça e Áustria, nos dez minutos iniciais. Seco, desanimado, triste, puro, e por isso mesmo, sem sentido.
Casamento é uma consequência do encontro de dois seres humanos que resolvem, por processos que só a eles pertencem, viverem juntos e construir sob um contrato de casamento. Ele é uma sociedade civil porque envolve direitos e deveres. Ele é regulado por lei, e ela é para todos os casais que quiserem casar. Os demais, que não quiserem, não casam. 
Quem não entende algo assim tão simples, por favor, saia da frente. Vocês estão tapando a vista e a a luz. E o tempo de vocês, como o do 4-2-4, passou.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Horror, covardia, preconceito: Estudante é espancado por cinco jovens ao defender mendigo que estava sendo agredido em praça na Ilha do Governador

Não, dona Regina Celi Suarez, a senhora educou seu filho de forma correta. Os pais dos 5 agressores são quem necessitam rever os valores que ensinaram aos seus filhos, e a justiça deve puní-los rigorosamente. Embora eu nem imagino a dor que a senhora esteja vivendo nesse momento, dou parabéns pelo seu filho, e lamento pelos outros jovens.

Horror, covardia, preconceito: estudante é espancado por cinco jovens ao defender mendigo que estava sendo agredido em praça na Ilha do Governador  

Vítor teve fraturas no rosto e permanece internado numa clínica na Ilha do Governador: "Eu disse que era uma covardia"



A tentativa de evitar uma covardia contra um morador de rua que estava passando mal e era agredido por cinco jovens quase terminou em tragédia para o estudante de Desenho Industrial Vítor Suarez Cunha, de 21 anos, na madrugada de ontem. Ao tentar proteger o homem, que estava sendo chutado pelos agressores, na Praça Jerusalém, no bairro Jardim Guanabara, Ilha do Governador, o estudante foi espancado quase até a morte. Ele está internado com diversas fraturas na face em uma clínica particular.

Vítor conversava na Praia da Bica com o estudante Kléber Carlos Silva, de 20 anos e uma outra amiga, quando percebeu que cinco rapazes começavam a chutar um morador de rua no centro da praça. O episódio aconteceu por volta de 1h. Esse mesmo homem, segundo ele, já havia sido atendido por uma ambulância do Samu às 22h, no mesmo local onde houve a agressão.


Ao se aproximar de um dos agressores, pedindo que ele parasse, foi hostilizado, dando início à confusão. Vítor contou que, depois disso, começou a levar chutes e socos no rosto, quando caiu no chão. O estudante disse que só não sofreu danos maiores porque Kléber se jogou sobre ele no momento em que era agredido.

— Eu ainda reconheci um deles, e disse que a gente estava sempre por lá. Disse que era uma covardia o que eles estavam fazendo. Ainda tentei defender meu rosto com o braço. Até que acabei desacordando — contou.

Testemunhas

Vítor sofreu diversas fraturas na face e terá que ser submetido a uma cirurgia. Ao prestar depoimento na 37ª DP (Ilha do Governador), o amigo do estudante reconheceu dois dos agressores, revelando seus nomes aos policiais. Os cinco seriam de classe média.

Os dois suspeitos foram ouvidos ontem mesmo na delegacia. Eles negaram as agressões ao morador de rua, mas um deles admitiu que se envolveu em uma briga com Vítor. O delegado Deoclécio Francisco de Assis Filho disse que um terceiro agressor também foi identificado e dever ser ouvido nas próximas horas. Outras testemunhas estão sendo localizadas ouvidas.

Para amigo, cenas absurdas e inesquecíveis

"Eu não consigo esquecer aquela cena. Aquilo não sai da minha cabeça de jeito nenhum. Pareciam urubus em cima de uma carne podre". Kleber Carlos Silva de Souza viu, durante cinco minutos, o amigo Vítor sendo espancado por cinco jovens, enquanto um sexto impedia que ele se aproximasse muito. Momentos que ele descreve como totalmente absurdos e inesquecíveis .

— Meu amigo foi agredido sem piedade na minha frente. E eu ainda me sinto culpado, pensando se não poderia ter feito algo mais — lamentou.

Foi de Kleber a iniciativa de conversar com um dos supostos agressores de Vitor para pedir que ele e os amigos parassem de chutar um mendigo que estava alcolizado e passava mal no local. Como resposta do jovem, ele ouviu que, no dia seguinte, o pai dele iria caminhar pela praia e certamente não ia querer se deparar com o morador de rua.

— O que ele disse foi inacreditável. Tentei resolver apenas com palavras, e acabou se transformando em algo incontrolável. Já não gosto de ver eles (moradores de rua) sofrendo, vivendo na rua, ainda mais apanhando de pessoas que têm um vida muito mais favorável — contou Kleber.

Mãe de vítima diz que briga são frequentes

Trabalhando como assistente social, a mãe do estudante, Regina Celi Suarez, de 50 anos, disse que sempre ensinou seus filhos a tratarem bem a população de rua porque, segundo ela, os mesmos não são culpados por estarem vivendo naquela situação.

— Meu ensinamento acabou fazendo com que meu filho, ao tentar se fazer de justiceiro, fosse espancado brutalmente — lamentou.

Regina mora desde que nasceu na Ilha do Governador e disse que são frequentes confusões envolvendo jovens no bairro Jardim Guanabara, onde fica sua casa.


Leia mais: No Extra

sábado, 3 de dezembro de 2011

A ré Dilma: A dignidade encara de cabeça erguida. A covardia esconde sua face.

A dignidade encara de cabeça erguida. A covardia esconde sua face.

A RÉ DILMA


Dilma na sede da Auditoria Militar no Rio de Janeiro, em novembro de 1970. Ao fundo, os oficiais que a interrogavam sobre sua participação na luta armada escondem o rosto com a mão (Foto: Reprodução que consta no processo da Justiça Militar)Na Época
A RÉ DILMA Dilma na sede da Auditoria Militar no Rio de Janeiro, em novembro  de 1970. Ao fundo, os oficiais que a interrogavam sobre sua participação na luta armada escondem o rosto com a mão (Foto: Reprodução que consta no processo da Justiça Militar)