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sábado, 28 de dezembro de 2013

Que Deus nos livre, amém!: Evangélicos tentam manter liderança em comissão de Feliciano

Que Deus nos livre, amém!: Evangélicos tentam manter liderança em comissão de Feliciano

feliciano

Integrantes da bancada evangélica da Câmara dos Deputados querem manter o domínio na Comissão de Direitos Humanos, segundo informações do diário conservador paulistano Folha de S. Paulo. Entusiasmados com a visibilidade gerada em tordo do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), membros da bancada já articulam quem poderá ser o novo presidente do colegiado, após a saída de Feliciano, anunciado na última semana.

A estratégia dos evangélicos é convencer os partidos a indicar o maior número de representantes da bancada religiosa para compor a comissão em fevereiro, quando os deputados voltam ao trabalho. A avaliação de integrantes da bancada é que a comissão poderá ser um palco importante para os evangélicos defenderem seus pontos de vista e conquistarem votos nas eleições do próximo ano.

Em 2013, mesmo sob forte ataque, Feliciano permaneceu no comando da comissão e promoveu debates sobre iniciativas polêmicas, como o projeto que autoriza psicólogos a oferecer tratamento a gays. Um dos nomes que circula na bancada para representar os religiosos é o do deputado Marcos Rogério (PDT-RO), alinhado com Feliciano.

Maior partido da Câmara, o PT marcou para o dia 3 de fevereiro uma reunião para definir o novo líder da bancada e as comissões que vai escolher para presidir em 2014.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Colômbia cria comissão para investigar violência contra a mulher



Colômbia cria comissão para investigar violência contra a mulher



Agência Brasil
Brasília – O governo da Colômbia criou uma comissão especial para investigar os crimes contra as mulheres. O grupo deve atuar na prevenção, apuração e no encaminhamento de casos de agressões contra mulheres à Justiça. O foco é a agressão doméstica. De acordo com dados oficiais, a cada duras horas uma mulher é estuprada no país.
O presidente da Colômbia,  Juan Manuel Santos, destacou a necessidade de a comissão atuar em defesa das mulheres. "Vamos criar um sistema, muito mais eficiente e abrangente [do que existe hoje no país], para combater o crime e a violência contra as mulheres que, pelas estatísticas, às vezes não são contabilizados", disse ele.
Santos determinou que a comissão conte com o apoio de investigadores e do Serviço de Direção de Inteligência Policial. A iniciativa do governo ocorre depois do assassinato de Rosa Elvira Cely, que chocou o país. Cely foi torturada e estuprada, depois morta. Segundo o presidente da República, o governo redobrará os esforços para aumentar a segurança em todo o país.
A violência cometida contra Cely, que foi enterrada domingo (3), causa comoção na Colômbia. Ontem (4),  o Ministério Público anunciou que o acusado pela violência e morte de Cely,  Javier Valenzuela Velasco, terá a denúncia acrescida pelas acusações relacionadas aos crimes de atos sexuais abusivos.
Valenzuela está detido na prisão La Modelo, de Bogotá. Anteriormente, ele foi condenado por  crimes sexuais cometidos contra duas enteadas, de 4 e 10 anos.
*Com informações da emissora multiestatal da América do Sul, Telesur//Edição: Graça Adjuto