Mostrando postagens com marcador gay. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gay. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Racismo e homofobia contra dois gay que colocaram fotos com suas filhas no Instagram

Racismo e homofobia contra dois gay que colocaram fotos com suas filhas no Instagram 

Racismo y homofobia contra dos padres gay que subieron fotos con sus hijas a Instagram

The Clinic Online


Una ola de comentarios racistas y homofóbicos desató una fotografía subida a Instagram por una pareja de hombres gay y afroamericanos, en la que peinan a dos de sus hijas.
Si bien Kordale y Kaleb, los padres gay, tienen miles de seguidores en Instagram gracias a sus fotos y su particular familia, su última fotografía donde salen ellos dos con una de sus hijas desató los comentarios racistas y homofóbicos a través de Twitter.
La gran mayoría de los tuits fueron borrados por ser ofensivos, pero incluso algunos comentarios positivos respecto a la pareja podrían parecer problemáticos: “al fin una pareja gay negra”, comentó una persona, según consigna el Huffington Post.
Mira aquí algunas fotos de Kordale y Kaleb, la pareja de padres gay que la rompe en internet.

.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Depoimento emocionante: Meu filho é gay e eu estou bem!

Depoimento emocionante: Meu filho é gay e eu estou bem!


Estar bem com o meu filho gay é saber que criei um ser saudável
NEREIDA VERGARA*
A frase do título faz parte de uma brincadeira entre mim e o meu filho de 18 anos, que é gay. Ele sempre diz que vai mandar fazer uma camiseta com essa mensagem, para eu andar por aí, mostrando que se pode ter um filho gay e não ser infeliz. Chegamos a essa conversa depois de fazer uma generalização de que há um grupo grande de pessoas que sempre olha pra mim, a mãe, como alguém que deu à luz uma coisa de outro mundo. Não posso sair de braço com o meu filho, ou ir com ele ao shopping, ou sair para jantar sem que alguém observe e pense: bah, coitada, que esforço está fazendo. Pois aqui, sem nenhuma pretensão de pregar moral a quem quer que seja, digo, posso dizer: eu estou bem.
Há motivos, é claro, para eu ter essa visão. Como não sou cega, sempre vi no meu menino características que não eram comuns nos outros. Desde antes dos três anos, mostrava interesse pelos brinquedos da irmã, por roupas e coisas de menina. Sempre foi sorridente, faceiro e amigo. Na escolinha, fez aulas de balé junto com as meninas (o que me rendeu uma porção de caras feias de pais de outros meninos que achavam que o gosto dele podia "contaminar"). E eu fui assim desafiando a ordem, colocando meu filho em aulas de balé, de patinação artística, de desenho. Nunca proibi que brincasse de Barbie, da mesma forma que não proibi que a irmã brincasse de Power Rangers ou gostasse de álbuns de figurinhas de futebol.
Teve uma época, na pré-adolescência, que meu menino fez o papel do conquistador! Me contava de meninas que havia beijado, teve um grupo de amigos só de meninos (a maioria ainda amigos dele até hoje, e todos héteros, salvo alguma surpresa de que eu não tenha sido informada). Eu ouvia o que ele dizia, me divertia até, mas os meus olhos não me enganavam. Sempre vi a natureza dele, e amei essa natureza. Assim como amo a irmã dele, hétero, linda, rebelde, tatuada, de cabelo raspado, colorido. E eu nunca vi anormalidade em mim ao aceitar isso dentro do meu coração, porque pais aceitam filhos portadores de deficiências, aceitam filhos dependentes químicos, filhos mulherengos, alcoólatras, porque, enfim, são filhos, nasceram de nós.
Estar bem com o meu filho gay é saber que criei um ser saudável, que tem um bom coração, que vai ter respeito por quem amar, pelos filhos que tiver.
Acho que se a gente se preocupasse apenas em enxergar o que está na frente dos nossos olhos já seria um grande passo para que um filho homossexual fosse encarado como qualquer filho. Pois é o que ele é. Nasce assim. Como eu nasci cabeçuda e baixinha e sou muito grata por meu pai e minha mãe terem me amado mesmo assim. Enganar-se a respeito dos outros é uma escolha que a gente faz e a frustração decorrente disso atormenta muitos pais de homossexuais. Não adianta esperar o que não vai acontecer, nem querer que seu filho que gosta de menino case com uma linda moça para fazer a infelicidade de ambos e a sua felicidade.
Quem chegou até aqui na leitura deste texto pode estar pensando: o que essa mulher está pretendendo ao se expor assim e ao expor seu filho? Explico. Sou partidária da ideia de que dizer a verdade em voz alta nos liberta. Sempre tive a certeza de estar protegendo o meu menino, de estar dando a ele o direito de crescer e se desenvolver como a pessoa que ele nasceu. Seria hipócrita da minha parte dizer que o aceito da porta para dentro e ensinar que da porta pra fora deveria ser outro, com base naquilo que a sociedade convencionou como aceitável. Acredito que antes de a gente discutir as camadas de aceitação das pessoas ditas normais às pessoas gays (se são discretos, travestis ou transformistas) ou o direto das pessoas gays (a união homoafetiva, a adoção de crianças, a criminalização da homofobia) em relação aos nossos, os ditos normais, nós, os pais de gays, devemos, enfim, abandonar o tal do armário (estereótipo social dos mais revoltantes).
Quero muito que um dia essa minha visão predomine, que os meus filhos possam ser admirados pelo caráter, inteligência e originalidade, e que os filhos deles, os lindos netos que eu ainda vou ter, vivam num mundo em que a homossexualidade, entre outras milhares de diferenças que nós, humanos, temos, não precise ser uma causa.
*Jornalista

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Homofóbico quando não mata, emburrece: Motorista se recusa a conduzir ônibus por causa de anúncio pró-gay

Homofóbico quando não mata, emburrece: Motorista se recusa a conduzir ônibus por causa de anúncio pró-gay

Nossos Tons


O motorista da linha X78, que faz a ligação entre Rotherham e Sheffield, em Londres, recusou-se a conduzir um ônibus, ao ver que este trazia um anúncio publicitário da organização de apoio aos homossexuais, Stonewall, que dizia: "Algumas pessoas são homossexuais. Lidem com isso!". Por conta disso os passageiros tiveram de esperar cerca de vinte minutos, até que outro motorista substituísse o primeiro. 

Os passageiros foram obrigados a aguardar enquanto o motorista discutia em voz alta com os seus colegas. A demora fez com que muitos passageiros perdessem suas conexões para outras áreas do interior da Inglaterra.

Uma das passageiras, Rebecca Neill, afirmou ao jornal britânico "Daily Mail" que, "quando o motorista se recusou a conduzir o ônibus, esperamos que alguém viesse substitui-lo, mas ficamos ali à espera enquanto eles discutiam", acrescentando: "a discussão juntou outros motoristas e alguns passageiros que lhe disseram aos berros o quanto era vergonhoso o que ele estava fazendo".

"Mais tarde apareceu então outro motorista que nos pediu desculpas pelo ocorrido, afirmando que iriamos seguir viagem", completou Rebecca, revelando que o novo motorista afirmou que o colega era "cristão" e que não aceitava a homossexualidade. 

Antes de embarcar, Rebecca perguntou: "Ele é um motorista de ônibus que transporta todo o tipo de pessoas, será que ele pensa que nunca transportou um homossexual no seu ônibus?"

Por sua vez a porta-voz do grupo Stonewall, Louise Kelly, foi mais direta. "Os passageiros de Rotherham têm todo o direito de esperar que os motoristas façam o trabalho pelo qual são pagos – dirigir ônibus. Se eles não querem fazer isso, talvez devessem procurar outro emprego."

A "First Group", empresa que gerencia a linha de ônibus, não confirmou se o motorista iria ser alvo de algum processo disciplinar, afirmando apenas estar ciente do incidente, pedindo desculpa aos passageiros pelo incômodo causado.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Fiscais do fiofó alheio: Newsweek declara que Obama é gay

capa_obama

Fiscais do fiofó alheio: Newsweek declara que Obama é gay


Em um grande esforço para superar a repercussão da capa da Time com a  mãe amamentando seu filho, a Newsweek revelou a capa da edição desta semana: Obama com uma auréola com as cores do arco-íris e ar de quem veio de outro mundo. Para completar, o título “O primeiro presidente gay”. A esposa e as filhas de Barack Obama ficarão muito desapontadas em descobrir que seu marido e pai na verdade é um alien homossexual.
Parece que a Time e a Newsweek travaram uma batalha para ver quem é a maior troll da América com as mais estúpidas capas. O que você acha que pode vir depois? Uma foto de Ronald Reagan como Jesus, ambos photoshopados para parecerem obesos combinado com algum título sobre como nós estamos todos parecendo gordos e ao mesmo tempo gays? Uma foto de uma modelo com um lenço muçulmano cobrindo seu cabelo, um véu cobrindo seu rosto e no corpo apenas um pequeno biquíni acompanhada do título “SEXY ISLÃ: Como as mulheres mulçumanas estão reivindicando o prazer? Uma criança com implantes mamários e um cabelo roxo perto de uma mulher com o título “Crianças querem ser ser vistas e ouvidas – Como deixar as crianças decidirem como nós encaminharemos a revolução familiar?”. Ou qualquer outra combinação com obesidade, culpa de mãe, conflitos de raça, conflitos gays e masturbação. Eu amo estas batalhas do jornalismo.


No Jezebel


..

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Gay impedido de doar sangue em BH abre debate na saúde pública brasileira

Gay impedido de doar sangue em BH abre debate na saúde pública brasileira


Vários países proíbem doação de sangue por homossexuais; Brasil deve exigir período de 12 meses sem relações sexuais para autorizar doação | Foto: Valter Campanato/ABr
Rachel Duarte no Sul21
A menos de um ano da nova portaria do Ministério da Saúde que prevê a autorização de doação de sangue por homossexuais, um caso em Belo Horizonte (MG) alerta para a possível necessidade de revisão de um dos critérios da mesma portaria. Danilo França, 24 anos, foi impedido de doar sangue na última terça-feira (10), por ser homossexual. De acordo com a norma do MS, baseada em estudos da Organização Mundial de Saúde, homens que tiveram relações sexuais com outros homens nos últimos 12 meses não podem doar sangue. A medida adotada de forma rigorosa pode estar mantendo viva a tese preconceituosa da década de 80, quando a Aids era associada como a “doença dos gays”.
“Era a primeira vez que estava indo doar sangue. Esperei por duas horas na fila e na entrevista respondi que tinha um companheiro fixo há mais de três anos. Na hora me foi dito que eu não poderia doar. Sai e fiquei frustrado diante do argumento da portaria e constrangido diante dos meus colegas”, contou Danilo em conversa com o Sul21.
A doação de sangue estava sendo promovida na empresa onde Danilo trabalha e não esconde a orientação sexual, por meio de um mutirão da Fundação Hemominas. Segundo ele, a entrevista com o médico na hora da doação mudou a partir do momento em que ele declarou sua orientação sexual.
Entrevista para doação de sangue segue legislação federal | Foto: Reprodução / Sul21
Depois dessa resposta, Danilo alega que o profissional da saúde reagiu de forma diferente e fez mais outras perguntas sobre a vida sexual homossexual dele. Logo após, informou, com base na apostila do Hemominas, que Danilo não poderia ser doador. “É um critério que coloca homossexuais no tal grupo de risco, como se ser gay fosse condição de risco ou de doença”, afirma.
Após o episódio, no qual Danilo conta ter passado por constrangimento diante dos colegas ao deixar a sala e dizer que não seria e porque não seria doador, o jovem buscou esclarecimentos junto ao Hemominas e ao Ministério da Saúde.
A médica responsável pelo setor de Hematologia e Hemoterapia da Fundação Hemominas, Flávia Loureiro, afirma que o trabalho dos profissionais do Hemominas na hora da triagem é padronizado dentro da legislação federal. “Nas situações de risco acrescido, como chamamos estes casos, o comportamento sexual é analisado para verificar se a pessoa esteve exposta a situações de risco de saúde”, fala. Segundo ela, o questionário aplicado em Danilo é o disponibilizado pelo Ministério da Saúde e a orientação é de não haver discriminação na conduta da triagem. “Não entendemos que o doador é inapto apenas pelo comportamento sexual. Mas seguimos as normas federais. Compreendemos a frustração de Danilo e das pessoas que são impedidas de doar sangue, que é um gesto de solidariedade e nos auxilia muito nos estoques de bolsas que salvariam outras vidas”, disse.
“A orientação sexual não deve ser usada como critério para doadores de sangue”, diz nova portaria
Em 2011, o Ministério da Saúde consolidou um importante passo para o avanço na saúde pública brasileira. Diferente dos países da União Europeia e dos Estados Unidos, a regra para inclusão de homossexuais masculinos foi flexibilizada para aceitar os gays que não tiveram relações sexuais nos últimos 12 meses. “Em outros países eles são banidos completamente”, afirma o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez.
Segundo a nova portaria do Ministério da Saúde, “a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria”. Porém, a mesma portaria acaba estipulando um prazo quase inviável para um homossexual com vida sexual ativa ou com companheiro fixo, como é o caso de Danilo França.
A inaptidão para doação de sangue por homens que fazem sexo com homens dentro deste prazo segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e está fundamentada em estudos epidemiológicos que apontam que a epidemia de HIV/Aids ainda é concentrada entre os homossexuais. De acordo com o MS, a probabilidade de contágio entre os homens que fazem sexo com homens é cerca de 11 vezes maior que entre os heterossexuais.
Guilherme Genovez: "a janela imunológica pode levar até 21 dias. Não podemos arriscar a segurança das pessoas que serão beneficiadas com o sangue depois” | Foto: Ministério da Saúde
“O problema é que, com a transmissão transfusional do HIV se deu de forma muito catastrófica no Brasil nos anos 80 e várias pessoas contaminadas na época eram homens que faziam sexo com outros homens, acabou ficando esta associação. Porém, a janela imunológica entre a exposição em uma relação sexual até o vírus ser detectado no exame pode levar até 21 dias. Não podemos arriscar a segurança das pessoas que serão beneficiadas com o sangue depois”, alerta Genovez.
Segundo ele, o percentual de casos de sorologia positiva para HIV é de até 14% nos homossexuais que fazem exame. “Muitos procuram na doação de sangue a forma de fazer o teste. Têm receio de assumir sua sexualidade ou ainda não estão bem resolvidos e optam por ser doadores quando querem testar a sorologia”, conta. Mais de 80% dos gays homens que procuram os hemocentros, procuram com a expectativa de fazer exame ou monitorar, acrescenta Genovez.
Gays não são doadores porque fazem “sexo traumático”
Nem todos os homens que fazem sexo com homens são gays, mas todos os que tiveram relações entre homens são banidos da doação de sangue. A regra do Ministério da Saúde condiciona um homossexual masculino a não ter relação sexual por um ano para poder doar sangue, e os responsáveis garantem que o critério se comprova cientificamente necessário. As relações sexuais entre homens são chamadas tecnicamente de ‘sexo traumático’ que aumenta a porta de entrada para doenças. Mulheres que admitem praticar sexo anal durante a entrevista, também são impedidas de doar sangue.
“O coito anal impede a doação, assim como as pessoas que têm relação promiscua, e isso pode ser heteros, bissexuais ou quaisquer pessoa. Mais de uma relação sexual desprotegida por ano já não pode ser doador. Tem que ser rígido para evitar os riscos de não identificar os diferentes vírus. Já aconteceu de uma bolsa de um indivíduo destes ser colocadas em bolsas de transfusão de 10 crianças na UTI neonatal de um hospital, ainda bem que evitou-se uma tragédia”, relata o coordenador do MS.
Quem faz parte do grupo de risco?
De acordo com a portaria do Ministério da Saúde também são considerados integrantes do grupo de risco as pessoas com mais de um parceiro sexual, quem tenham feito sexo em troca de dinheiro ou de drogas, vítimas de violência sexual e que tenham colocado piercing ou feito tatuagem sem condições de segurança adequada. Entre os inaptos à doação de sangue estão os que tiveram hepatite após os 11 anos de idade, usuários de drogas ou quem ingeriu bebidas alcoólicas, se expôs a situações de risco acrescido para doenças sexualmente transmissíveis ou teve gripe, resfriado ou diarréia nos sete dias anteriores à doação.
De acordo com a especialista em Hematologia e Hemoterapia da Fundação Hemominas, Flávia Loureiro, os homossexuais homens que mantiveram relação nos últimos 12 meses não são incluídos no Grupo de Risco da instituição. “A relação sexual em si já é um risco de se contrair infecção. Não adotamos conceitos de risco ou grupo de risco para relações homossexuais. O critério básico que utilizamos na saúde é a prevalência para afirmarmos quantos casos efetivamente são reais dentro de uma determinada população para podermos tomar as medidas epidemiológicas. Há países que gays podem doar sangue porque os índices epidemiológicos de gays e heteros são os mesmos já”, explica.
Um doador de sangue pode salvar até três vidas | Foto: Elza Fiúza/ABr
No Brasil, o Ministério da Saúde ainda desenvolve estudos para aplicação de novas tecnologias nos exames sorológicos. “Estamos prevendo adotar um inibidor, uma substância misturada no sangue que matará tudo que está naquele sangue. Isto permitirá não descartar nenhum doador”, fala. Outro método que poderia auxiliar na redução do tempo exigido pelo MS para os doadores homossexuais não terem relação sexual é o teste NAT, já aplicado no Hemominas. “Até o final do ano vamos disponibilizar em todo país. É um exame de biologia molecular capaz de verificar a defesa do vírus nas pessoas e reduzir o tempo da janela imunológica em até 10 dias”, explica o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez.
Enquanto isso, Geovanez afirma que o Ministério da Saúde capacita os profissionais da saúde para um atendimento livre de preconceito na área da saúde pública. Porém, com as atuais regras, Danilo França já admite que não terá condições de doar sangue. “Eu estou em dia com minha saúde e me cuido. Mas não vou mais pensar em doar sangue se for com estas condições”, fala, sendo mais um na estatística dos não-doadores e que poderiam estar salvando até três vidas com a coleta de sangue.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Resposta à Piovani: "Sou gay e feliz", diz Matheus Mazzafera

Resposta à Piovani: "Sou gay e feliz", diz Matheus Mazzafera

Matheus Mazzafera falou à revista 'Quem Acontece' sobre sexualidade e a briga com Piovani. Foto: Léo Lemos/Divulgação
Em entrevista à revistaQuem Acontece desta semana, Matheus Mazzafera, stylist e apresentador de um quadro do Superpop, assumiu publicamente sua opção sexual. "Estou aqui hoje, aos 30 anos, para provar que batalhei muito e dizer: 'sou gay, sou feliz e estou vivo'", disse.
Matheus decidiu falar sobre o assunto depois que Luana Piovani escreveu em seu perfil no Twitter: "e o lançamento do it gay Matheus 'Malhafera'? Quanta gente importante foi, pasmei! Cadê as famosas amigas dele, gente?", ironizou a atriz na ocasião.
Para o apresentador, a agressão de Piovani foi gratuita. "A Luana fez isso comigo, mas não pode fazer. Tem gente que se suicida por causa disso", desabafou ele. A revista Quem Acontece chega às bancas nesta quarta-feira (11).

No Terra

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Mais 15 tipos preconceitos: Escolha seu tipo preferido de preconceito ou que te ronda por perto

Mais 15 tipos preconceitos: Escolha seu tipo preferido de preconceito ou que te ronda por perto


Aqui, a continuação da série sobre tipos de preconceitos. Escolha seu tipo preferido de preconceito ou que te ronda por perto:

No Blogay


1) O preconceituoso birrento
“Eu até aceito, mas não sou obrigado a achar normal. Não sou obrigado mesmo!”


2) O preconceituoso que dá o maior apoio
“Se a pessoa é feliz, a gente tem mais é que apoiar. Afinal, todo mundo tem defeitos.”


3) O preconceituoso não-me-toque
“Eles que façam o que quiserem, desde que fiquem no canto deles.”


4) O preconceituoso matemático
“Homem + mulher = família.”


5) O preconceituoso educador
“Se filho meu fosse gay, eu dava umas boas palmadas pra corrigir.”


6) O preconceituoso psicólogo
“Eu tenho pena dos gays. São pessoas mal resolvidas, que vieram de famílias desestruturadas ou foram violentadas na infância.”


7) O preconceituoso pró-saúde
“Eles deveriam fazer tratamento psicológico. Hoje tem tratamento pra tanta coisa, imagina se não podem curar isso também!”


8 ) O preconceituoso cientista
“Vários estudos científicos comprovam que eles são uns pervertidos.”


9) O preconceituoso noveleiro
“Agora até nas novelas estão fazendo campanha pra convencer as pessoas de que ser gay é normal.”


10) O preconceituoso que respeita o telespectador
“As pessoas não estão preparadas para ver um beijo gay na TV. Além do mais, isso não está contemplado em nossos princípios de qualidade televisiva.”


11) O preconceituoso envergonhado
“Eu até aceito, mas não quero saber de homem se beijando na minha frente.”


12) O preconceituoso que só se defendeu
“Só agredi porque eles estavam me provocando.”


13) O preconceituoso visionário
“O que vai ser do nosso futuro? Eles vão fazer uma lei pra obrigar as pessoas a serem gays?”


14) O preconceituoso dramático
“Esses gays querem mandar Deus embora do Brasil!”


15) O preconceituoso que falou com Deus
“Deus odeia os gays!”

Pastor Silas Malafaia (Divulgação)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Na Colômbia, pelo jeito, não existe nenhuma imundície semelhante a Frente Parlamentar Evangélica

Na Colômbia, pelo jeito, não existe nenhuma imundície semelhante a Frente Parlamentar Evangélica

Copiadíssimo do O Ornitorrinco

Copiei a imagem de Uma Outra Opinião



No Brasil, entretanto, ser gay é muito, mas muito perigoso: em 2012, que mal começou, há registro de uma morte por dia de pessoas LGBTT. 

E o governo do PT, que se caga de medo da tropa do atraso reunida na imundície da Frente Parlamentar Evangélica, não enfrenta a questão da intolerância e do preconceito de peito aberto: diante de qualquer arreganho do fascismo religioso, imediata e prontamente bota o rabo pragmático entre as pernas e, melancolicamente, recua.

Enquanto isso, padrecos saltitantes e a  pastorzada eletrônica seguem vendendo suas fumaças religiosas, seus deuses mágicos e suas cobras falantes e melífluas e, entre uma coleta e outra da grana dos incautos, sempre com voz suave e compungida, mãos postas, sussurram o discurso bíblico do doce ódio cristão dirigido a quem quer que seja diferente, criando assim as condições para que seus sempre tangíveis rebanhos, feito bois babões, legitimem socialmente a barbárie.

Por meu filho, que amo incondicionalmente e do qual não tenho vergonha, tratarei a LGBTT-fobia a pontapés, ainda que metafóricos.

Pelo menos por enquanto, LGBTT-fóbicos de merda.