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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Avós da Praça de Maio sobre Videla: "ser desprezível deixou este mundo"

Avós da Praça de Maio sobre Videla: "ser desprezível deixou este mundo"

Ópera Mundi

Estella Carlotto lembra que ex-ditador, morto aos 87 anos, nunca se arrependeu dos crimes que cometeu

Wikimedia Commons
A líder da organização Avós da Praça de Maio, Estella Carlotto (à direita na foto), afirmou nesta sexta-feira (17/05), ao comentar a morte do ex-ditador Rafael Videla, aos 87 anos, estar “mais tranquila já que um ser desprezível deixou este mundo”.
Em declarações à rádio Continental, ela lembrou que o ex-comandante da ditadura nunca se arrependeu dos crimes que cometeu durante o período do regime militar argentino (1976-1983).

"A história seguramente vai classificar como genocídio o que o povo argentino sofreu, a infâmia de uma ditadura civil-militar como a que ele comandou, e da qual ele nunca se arrependeu, inclusive dando declarações tardias para reivindicar seus delitos”, disse a ativista.

Ela questionou por que Videla "não se arrepende, não pede perdão, não repara o dano", e principalmente por que "insiste em eliminar os que pensam diferente e invoca a proteção de Deus".

Estella disse também o classificou de “um homem mau, personagem que foi julgado e condenado”, mas que “a Igreja, que acompanhou um pouco sua gestão, estará realizando seus crimes em outro lugar”.
Segundo a imprensa argentina, Videla, morreu de causas naturais por volta das 6h30 em sua cela na prisão Marcos Páz, em Buenos Aires, foi o cérebro da ditadura que governou o país, um período em que desapareceram cerca de 30 mil pessoas, segundo organizações de direitos humanos. A imprensa argentina afirma que ele morreu de causas naturais, às 8h25.

Ele foi o primeiro presidente da ditadura militar da Argentina; foi condenado em dezembro de 2010 à prisão perpétua, pelo Tribunal Oral Federal de Córdoba, sob a acusação de crimes contra a humanidade.

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sábado, 2 de junho de 2012

ONU prova que a mídia é contra a democracia e a liberdade de expressão

ONU prova que a mídia é contra a democracia e a liberdade de expressão





Este vídeo mostra o que se esconde por trás dos ataques sistemáticos da mídia brasileira contra a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner.

Para entender o jogo da mídia contra o que chamam de "kirchnerismo" é importante contextualizar a situação. Antes, vamos usar uma analogia metafórica.

Você mora numa grande cidade em que três padarias controlam a qualidade, a variedade e o preço dos pães que você consome. E uma antiquada lei diz que só os políticos podem liberar concessões para novas padarias. E a maioria dos políticos (responsáveis pela tal lei) são donos das padarias; ou amigos destes; ou representantes dos mesmos. Daí, um governante assume a responsabilidade para criar uma nova lei que visa quebrar o cartel, dificultar o monopólio e facilitar o surgimento de novas padarias. O que faz o sindicato dos donos das padarias? Começa a espalhar panfletos dizendo que o governante quer controlar a produção de pães na cidade e ameaça a sua liberdade de escolher o pão que você vai comer. Agora, imagine se, em vez de mandar imprimir panfletos, os donos das padarias fossem donos de todos os meios de comunicação (jornal, rádio, tv etc) disponíveis. E tente imaginar se, em vez de pãezinhos, os produtos em questão fossem as notícias que influenciam a vida todos na cidade. Uma vez exposta esta metáfora, vamos conhecer um pouco a história da imprensa na Argentina para entender o que isto tem a ver com o Brasil. 

Na Argentina, a grande mídia privada era tradicionalmente "chapa-branca", principalmente a partir de 1978 -- quando o ditador Rafael Videla praticou de forma criminosa a expropriação da empresa Papel Prensa, que detinha o monopólio da produção de papel no pais. Videla cedeu a Papel Prensa para três grupos: Clarin, La Nacion e La Razion (Hoje com prevalência do Clarin e o La Nacion). A contrapartida para tal "caridade" era clara: os grupos teriam que ter um "objetivo comum", ou seja, dar vazão ao "projeto" de um governo ditatorial, corrupto, violento e entreguista. Com tal golpe, os grupos empresariais passaram a controlar toda a imprensa escrita e adquiriu um poder extraordinário, cartelizando o setor e esmagando a concorrência. Inclusive, correm hoje na justiça da Argentina processos que cuidam de julgar graves acusações de crimes -- seqüestros, assassinatos etc -- cometidos por conta do golpe na Papel Prensa. 

Ante o nebuloso passado, não é difícil entender o porquê de os grupos Clarin e La Nacion terem assumido, até o governo Duahlde (antecessor de Nestor Kirchner), uma postura "chapa-branca". Pois qualquer governante que ousasse pôr a mão no vespeiro da sórdida história por trás dos poderosos barões da mídia, obviamente perderia a "simpatia" dos mesmos. Foi o que fez Nestor Kirchner. Sua sucessora, Cristina Kirchner, foi mais além: deu amplo apoio à reformulação das antiquadas leis das comunicações que davam suporte às injustiças; ao monopólio. É a chamada Ley de Médios -- uma revolução na democratização das comunicações --, reverenciada pela maioria dos jornalistas argentinos e que o relator da ONU para a liberdade de expressão, Frank La Rue, definiu como "a mais avançada legislação em favor da liberdade de expressão da América Latina e um exemplo para o mundo". Assim, é tremenda má-fé dizer que Cristina Kirchner estaria cerceando a liberdade de imprensa porque a grande mídia faz oposição ao governo dela. Porque se você raciocinar bem, para o "kirchnerismo" seria muito mais cômodo deixar tudo como está: a grande imprensa elogiando o governo de um lado e a histórica injustiça assombrando de outro lado, com a prevalência do jornalismo chapa-branca monopolizando as verbas publicitárias e sufocando a maioria representada pelos milhares de outros periódicos "não-alinhados" à oligarquia; as rádios não-comerciais etc.

No Brasil, após sistemáticas críticas dos organismos internacionais contra as capengas leis das telecomunicações (permitindo, por exemplo, o clientelismo na distribuição das concessões de rádios e tevês), em 1998 o governo de FHC resolveu fazer uma reformulação meia-boca na legislação. Mas cerca de 70% dos parlamentares que formularam e aprovaram tal legislação eram donos de rádios e tevês ou estavam a serviço destes, ou seja, criou-se uma lei que veio muito mais para restringir do que democratizar o setor. Em suma: criaram uma nova lei que ainda traz graves reflexos dos tempos da ditadura. A nova lei em estudo no Congresso Nacional visa acabar com as vergonhosas barreiras para a distribuição de concessões de rádios e TVs e coibir o monopólio nas comunicações. Mas o jogo é duríssimo. Para barrar tal lei, a chamada "grande mídia" brasileira bolou um fantasma chamado "ameaça contra liberdade de imprensa" na imagem da "ditatorial" presidenta da Argentina e quase todos os dias martela tal "ameaça" nos seus noticiosos.



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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Olha que bacana:Nasce escola sem discriminação sexual

Olha que bacana: Nasce escola sem discriminação sexual

por Marcela Valente, da IPS

e12 300x168 Nasce escola sem discriminação sexual
Estudantes da nova escola secundária dirigida a minorias sexuais. Foto: Cortesia Bachillerato Popular Mocha Celis
Buenos Aires, Argentina, 4/5/2012 – Com 35 matrículas, começou a funcionar em março, na capital argentina, o primeiro centro de ensino secundário que convoca particularmente travestis e outras minorias sexuais discriminadas pela escola tradicional. Bachillerato Popular Mocha Celis é o nome desta escola gratuita mantida por organizações sem fins lucrativos e dirigida para maiores de 16 anos dos coletivos de travestis, transexuais e transgêneros, “sem ser excludente”.
O nome é homenagem a uma travesti analfabeta que se dedicava à prostituição e que, após ficar desaparecida uma semana, foi encontrada sem vida, com sinais de violência e um tiro na cabeça. As suspeitas recaem sobre um membro da Polícia Federal que havia ameaçado a também ativista da não governamental Associação de Travestis Argentinas. Em conversa com a IPS, Francisco Quiñones, coordenador do centro de ensino secundário, explicou que a ideia “é criar uma escola inclusiva, livre de discriminação, que leve em conta e valorize as diferentes identidades trans, e onde consigam terminar o curso secundário”.
Quiñones acrescentou que “as escolas públicas, heteronormativas e binárias, expulsam essas pessoas”, que acabam abandonando os estudos em porcentagens muito superiores ao restante pelo medo da discriminação, que chega inclusive à violência física. Na nova escola há travestis que sofreram esse calvário, que na adolescência eram obrigadas a usar banheiros masculinos, onde sofriam maus tratos físicos, contou. “Algumas não iam ao banheiro por medo”, destacou. Por isso, para muitos travestis a escola Mocha Celis é uma iniciativa muito bem-vinda.
“Para mim é como uma porta para o mundo”, disse Laura Barrionuevo, de 29 anos, que precisou abandonar o secundário técnico quando tinha 15 anos. “Eu sou de Ituzaingó, província de Corrientes. Quando comecei a ser travesti, houve um tsunami na escola e na cidade e tive que partir. Maior, frequentei outras escolas, mas sentia que me viam como um monstro”, contou à IPS.
Laura vive agora a 35 quilômetros da escola em um quarto alugado em Ezeiza, na província de Buenos Aires perto da capital argentina. Viaja quase seis horas para ir e voltar da escola onde assiste aulas de segunda-feira a quinta-feira, mas “está feliz”, garantiu. Gosta de costurar, e junto com outras estudantes já pensa em economizar para comprar máquinas, linhas e fabricar suas próprias peças. “Não nasci para ficar parada na rua, se eu fosse disso teria me enchido de ouro”, disse, referindo-se à prostituição.
Uma vez que o centro seja reconhecido pelo Ministério da Educação do governo da cidade de Buenos Aires, um trâmite que está demorando além da conta segundo Quiñones, os estudantes poderão sair em três anos com o diploma de “perito auxiliar em desenvolvimento de comunidades”. Esta formação os prepara para serem líderes em comunidades ou formar cooperativas. Além disso, com o reconhecimento oficial, o diploma os habilitará a continuar estudando. “Gosto de radiologia e também de jornalismo”, indicou Laura.
A escola funciona em um local cedido pela Associação Mutual Sentimento e foi inscrita na Fundação Diversidade Divino Tesouro. As aulas são dadas por 25 professores, que também contribuíram para preparar o lugar. Como emblema da instituição foi escolhida a imagem de Domingo Faustino Sarmiento (1811-1888), ex-presidente e grande incentivador da escola pública no começo da vida independente da Argentina. Mas seu rosto sofreu uma intervenção: está com uma peruca ruiva e os lábios rosados.
A aula de primeiro ano tem as carteiras dispostas em círculo, voltadas para o professor. “Aqui, os conhecimentos dos estudantes são tão válidos quanto os dos professores”, explicou Quiñones. Os planos de estudo são iguais ao da escola secundária convencional para adultos, mas com “um olhar mais amplo”, detalhou o coordenador. Há algumas matérias adicionais, como cooperativismo ou memória trans, que repassam o ativismo deste grupo.
A iniciativa surgiu do diagnóstico feito pelo livro La Gesta do Nombre Propio, publicado em 2005, com dados arrepiantes sobre marginalização. O texto contém uma pesquisa mostrando que 64% dos travestis ouvidos não terminaram o ensino primário. E do total dos que haviam concluído esse ciclo, apenas 20% se formaram no secundário. Esta falta de instrução deixa este coletivo à margem dos empregos de qualidade e empurra a maioria (79%) para a prostituição como fonte principal de renda.
A pesquisa mostra ainda que apenas 11% dos travestis entrevistados estudavam e mais de 70% desejam poder estudar, mas não estavam dispostos a dissimular ou negar sua verdadeira identidade sexual. O acúmulo de discriminações que enfrentam estas minorias leva muitos de seus integrantes a perderem a vida muito jovens. O informe indicava que do total de travestis mortos, em sua grande maioria devido à aids ou por homicídio, 69% tinha menos de 41 anos.
De todo modo, a ideia não é limitar o espaço delas. “Do total de 35 matriculados na Mocha Celis, dez não têm identidades trans, mas são pessoas que vivem na rua ou muito pobres e que se sentem excluídas da escola tradicional”, disse Quiñones. “Embora os alertemos que terão que passar em matérias como memória trans, nos dizem que para eles não é fácil encontrar um lugar receptivo e livre de discriminação onde possam terminar o secundário, e por isso querem estudar na Mocha Celis”, ressaltou. Envolverde/IPS

sábado, 10 de dezembro de 2011

Mulher morre apunhalada depois de se casar com estuprador


Mulher morre apunhalada depois de se casar com estuprador


Uma jovem de 18 anos morreu apunhalada na província argentina de La Pampa (centro), semanas depois de contrair matrimônio com um homem a quem havia denunciado como seu estuprador, apontado neste sábado como o principal suspeito do crime, informou a polícia.
O fato aconteceu de madrugada na casa do casal, na cidade de General Pico, 600 km a oeste de Buenos Aires, onde também estavam o filho de três anos, nascido bem antes do casamento, e a mãe da vítima.
O marido, Marcelo Tomaselli, 26 anos, já foi detido. Segundo a polícia, o corpo apresentava marcas de vários golpes desferidos com uma faca de cozinha, no pescoço e no tórax e não havia sinais de a mulher ter-se defendido do atacante.
A vítima, Carla Figueroa, havia denunciado o homem por estupro, durante um período em que estiveram separados, razão pela qual que chegou a ser preso, em abril deste ano, por "abuso sexual agravado". No entanto, os dois retomaram o relacionamento logo depois, casando-se no dia 28 de outubro. Em seguida, e mediante um acordo legal, a justiça decidiu libertá-lo, no dia 5 de dezembro.






No Terra


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Culto evangélico em boate de travestis: Pregando entre plumas e strass

Culto evangélico em boate de travestis: Pregando entre plumas e strass

Carol Pires



A pastora Mabel Gebel abre o culto evangélico no Moulin Bleu (Foto: Divulgação)
Na avenida Corrientes, entre letreiros em neon, fotos de mulheres semi-nuas nas propagandas dos musicais em cartaz, bares e livrarias que viram a noite, está o teatro Moulin Bleu. A entrada é uma pequena porta na esquina da rua Rodriguez Peña onde um senhor anuncia que é de graça a entrada nas segundas-feiras à noite. É um teatro? Não, é um culto evangélico. Ou melhor: um show de talentos evangélico.
O teatro fica no segundo andar do prédio. A meia luz, famílias inteiras, prostitutas e travestis aguardam enquanto crianças e garçons circulam pelos corredores. Durante toda a noite é possível comprar vinho, cerveja e whisky e pedir uma pizza. Uma ajudante passa distribuindo folhetos entre as mesas com as informações sobre o culto, que é chamado "Predicando entre Plumas y Strass".
O culto no Moulin Bleu começou há seis anos com o pastor Diego Gebel. Ele morreu em maio do ano passado, aos 47 anos, depois de ter uma parada respiratória enquanto se recuperava de um cateterismo. Quem assumiu a condução do culto foi a viúva dele, Mabel.
É Mabel Gebel, cabelos loiríssimos, vestido preto e capa cintilante, quem abre o culto, às 22h. Ela explica o conceito da noite para os estreantes: Deus ama a todos sem distinção e por isso ela discorda dos evangélicos que têm preconceito contra travestis, prostitutas e homossexuais. No "Predicando entre Plumas y Strass", entra quem quer, se apresenta quem quer.
Mariana A, uma travesti de vestido longo, entra em seguida para fazer um show caribenho acompanhada de dois dançarinos de short curto e sem camisa. Ao longo da apresentação, o vestido é arrancado e ela fica com a bunda à mostra. Os seios em algum momento também vem à público.

A travesti Mariana A, que durante o show deixa seios e bunda à mostra (Foto: Divulgação)
Uma senhora ao meu lado, chamada Juana, contou que assiste ao culto toda semana há seis meses, desde que precisou fazer uma cirurgia no joelho e veio morar em Buenos Aires com o filho mais novo. Ele trabalha como ator, visita hospitais infantis da cidade fazendo apresentações circenses e nas segundas-feiras se apresenta no Moulin Bleu.
A noite segue com uma das filhas da pastora cantando uma música evangélica e outra filha fazendo um esquete de humor com um homem que, na verdade, era o porteiro do começo da noite. Mariana A. e outra travesti mais velha, loira, são as que mais fazem apresentações, quase sempre começando deslumbrantes e terminando semi-nuas. Entre um e outro, entra a pastora Mabel para pregar. No discurso mais longo da noite ela contou a história de Davi e Golias. Depois anunciou que mais tarde iria levar a palavra do senhor a um cabaré.
Duas horas depois, o show chegando ao final, chega a vez do filho da Juana. Ele entra no palco fantasiado de Evita Perón, vestido longo, maquiagem pesada e peruca loira. Com caras e bocas, cantou "Don't cry for me, Argentina". Juana não chorou, mas ficou emocionada.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Argentina: transexuais usarão uniforme na polícia de acordo com sua percepção de gênero

Argentina: transexuais usarão uniforme na polícia de acordo com sua percepção de gênero 



As forças policiais da Argentina deverão respeitar a identidade de gênero adotada por travestis e transexuais, que poderão usar o uniforme de acordo com sua percepção de gênero, informou nesta quarta-feira um funcionário do ministério da Segurança.
Com o objetivo de se respeitar o "direito a ser o que se é", a ministra da Segurança, Nilda Garré, instruiu os comandantes da Polícia Federal, Guarda Nacional, Prefeitura Naval e Polícia Aeroportuária "a dar o devido tratamento à identidade de gênero percebida por cada integrante" dos efetivos, revelou o funcionário.
"Quando um integrante das forças policiais desejar a readequação de seu gênero, deverá solicitá-lo ao Centro Integral de Gênero da instituição que integra, e serão estipuladas as condições de trabalho adequadas", destaca a resolução.
"Será levado em conta seu uniforme, a utilização de instalações diferenciadas por sexo e a designação de tarefas que correspondam a sua identidade".
"Em nenhum caso se exigirá cirurgia, reorientação sexual ou tratamento hormonal para a concessão das prerrogativas".
A mesma resolução se aplica aos presos, que deverão ser alojados em celas de acordo com sua identidade sexual.
A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou hoje, por ampla maioria, a lei de Identidade de Gênero, que autoriza travestis e transexuais a registrar seus dados com o sexo escolhido. O projeto agora será analisado no Senado.
O projeto estabelece que não é necessário mais do que uma solicitação para registrar a mudança de sexo, e não serão exigidos diagnósticos médicos, psiquiátricos ou cirurgias, como ocorre agora.

No JB