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domingo, 15 de abril de 2012

Vergonha, nojo: Preconceito contra indígenas do Mato Grosso do Sul

Vergonha, nojo: Preconceito contra indígenas do Mato Grosso do Sul

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Preconceito real e irrestrito!
Mas não vamos nos enganar...muita gente pensa assim, infelizmente!
Nossa parte é reprimir, não digerir esse tipo do comportamento.
Não é a toa que temos a segunda população do Brasil e também somos o Estado que mais mata índios! 
Babaca ela e seus amiguinhos!
Vergonha mesmo são vocês...com um pensamento nazista, intolerante!", diz Nilo Corrêa





Intolerância religiosa: Índios X Pastores

Intolerância religiosa: Índios X Pastores

A luta dos índios guarani, no Mato Grosso do Sul, para preservar suas tradições religiosas, que vêm sendo acintosamente satanizadas pelas seitas pentecostais.






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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pela apuração rigorosa das violências contra os Guarani Kaiowá de Guaiviry

Sugestão de postagem feita pelo meu amigo Nilo Corrêa

Pela apuração rigorosa das violências contra os Guarani Kaiowá de Guaiviry


Amambai (MS) - Famílias que chegaram por último à aldeia após serem expulsas ou removidas de fazendas vivem em barracos improvisados Foto: Valter Campanato/ABr

Carta aberta ao Ministro da Justiça

Queremos apuração rigorosa das violências praticadas contra os Guarani Kaiowá do acampamento Guaiviry, e fim do genocídio no Mato Grosso do Sul
Na última sexta-feira, dia 18 de novembro, os povos indígenas e todos aqueles que apoiam suas lutas tiveram que amargar mais um assassinato, o do líder guarani kaiowá Nísio Gomes. Ele foi vítima de um ataque de pistoleiros ao acampamento guarani conhecido como Tekohá Guaiviry, no município de Aral Moreira (MS). Foi alvejado e levado pelos agressores, junto com outros dois Kaiowá – que seguem desaparecidos.
Trata-se de mais um ato do corrente genocídio dos Guarani. Em 14 de novembro, uma carta assinada no 1º Encontro de Acampamentos Indígenas do MS já denunciava que o Tekohá Guaiviry estava cercado por jagunços a serviço de fazendeiros da região. Os Kaiowá explicam sua difícil situação: “Em Mato Grosso do Sul existem cerca de 31 acampamentos de indígenas situados na margens de rodovias e em pequenas áreas retomadas pelo nosso povo. Em todos esses lugares estamos acampados porque tomaram nossas terras e porque a situação de violência e miséria nas poucas reservas já existentes está insuportável”.
Este caso faz parte de uma série de violências que vêm sendo praticadas contra os Guarani no Mato Grosso do Sul, cujos responsáveis diretos e mandantes seguem impunes. Segundo dados do Relatório de Violência contra os Povos Indígenas em Mato Grosso do Sul, produzido pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), entre 2003 e 2010 ocorreram 253 assassinatos de indígenas naquele estado.
Nós, abaixo assinados, solicitamos que o Ministério da Justiça apure os fatos relatados e puna com rigor os responsáveis por estes crimes, que nos envergonham a todos e ponha fim à esta situação inaceitável.

Assine o abaixo-assinado!


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Se a moda pega, em breve estarão exigindo exame para saber se o candidato em concurso público fuma, bebe, come sal, gordura animal, açúca

Se a moda pega, em breve estarão exigindo exame para saber se o candidato em concurso público fuma, bebe, come sal, gordura animal, açúcar...


Pela segunda vez - na primeira, em 2010, recuou - o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul coloca como "etapa obrigatória e eliminatória" num concurso de professor, o exame que supostamente vai detectar se o candidato é usuário de maconha e/ou cocaína. Parte do princípio que o viciado é um doente e o Estado só vai contratar quem estiver física e mentalmente são.

A medida, considerada abusiva, "uma exigência invasiva e descabida" pelo Centro de Direitos Humanos, será denunciada no Ministério Público. Segundo o presidente do Centro, Paulo Ângelo de Souza, até mesmo quem estiver em fase de recuperação no tratamento contra o vício, será impedido de trabalhar. Já o professor Roberto Magno, presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação do Estado, acredita que o exame irá expor as pessoas. Ele pediu que a exigência fosse retirada do edital.
Mas André Luiz Godoy Lopes, diretor de seleção de pessoal da Secretaria de Administração, disse que a exigência do exame toxicológico existe em todos os concursos promovidos pelo Estado. E acrescenta: "a lei diz que o candidato deve comprovar boa saúde física e mental. E os últimos estudos da medicina comprovam que o dependente químico é um doente. Esse exame é justamente para identificar candidatos com esse problema", concluiu.

 
Se a moda pega, em breve estarão exigindo exame para saber se o candidato fuma, bebe, come sal, gordura animal, açúcar etc., produtos que viciam e causam dependência, além de, claro, prejudicar a saúde.

Avelino Ferreira