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quarta-feira, 31 de março de 2010

Dilma: estou pronta para a eleição; difícil era a ditadura



BRASÍLIA (Reuters) - A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, deixou a chefia da Casa Civil afirmando estar pronta para enfrentar a campanha eleitoral, a primeira de sua carreira política.

“Eu acho que fui preparada na vida para coisas muito mais duras do que disputar uma eleição. A minha vida não foi uma coisa muito fácil", disse a jornalistas nesta quarta-feira. "Difícil mesmo era enfrentar a ditadura.”

A agora ex-ministra disse que não acredita que o embate eleitoral tenha de ser uma disputa de baixo nível e que a candidatura governista irá mostrar as realizações do governo. Perguntada sobre participação em debates com adversários, disse que "ninguém vai se esconder de debate".

Falando em nome de todos os ministros que deixam suas pastas para concorrer às eleições, Dilma realizou um balanço do governo, quando disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mudou o país em sete anos e meio.

Ela procurou passar também uma visão otimista do futuro e prometeu voltar logo à administração federal.

“O próximo período vai ser o das oportunidades", disse. "Não somos aqueles que estão dizendo adeus. Somos aqueles que estão dizendo até breve.”

Ao final da cerimônia, disse a jornalistas estar preparada para disputar a eleição presidencial, a primeira de sua carreira política.

Dilma estava no governo desde o início do primeiro mandato de Lula, em 2003, quando assumiu a pasta de Minas e Energia. Em 2005 substituiu José Dirceu na Casa Civil.

A pré-candidata do PT deixa o governo junto com outros nove integrantes da equipe de Lula que também disputarão as eleições.

Reportagem de Fernando Exman e Natuza Nery

quinta-feira, 18 de março de 2010

O boato é um vírus político


Zillah Branco *
O boato é um vírus político

Para a direita mais retrógrada, os que lutaram contra a ditadura e os desmandos da elite histórica no Brasil, são condenáveis e merecedores de campanha caluniosa. É o que hoje a indústria midiática está fazendo contra a candidata Dilma Rousseff, com todos os recursos da tecnologia alternativa - da internet, aflorando na mídia, às cartas escritas à mão, além das fofocas espalhadas pelo vento.

O famoso “boato”, arma utilizada fartamente durante a Inquisição ou o fascismo, é um veneno corrosivo que afeta os mal informados deseducando-os socialmente, deformando as consciências. Deveria ser considerado um crime contra a sociedade.

As calúnias criadas para transformar em monstro uma jovem militante que enfrentou corajosamente a opressão política e policial em defesa da liberdade no Brasil sob a ditadura revelam o ódio neurótico dos que inspiraram os torturadores mais boçais na implantação do terror naqueles negros anos que mancharam a história brasileira. Babam sangue, destilam veneno, poluem o ambiente mental da população que agora se levanta consciente da sua cidadania.

É o “macartismo” tupiniquim animado durante a ditadura e que hoje ocupa destacados postos de “formadores de consciência” a partir das aulas recebidas no famigerado CCC. Na ausência de uma oposição política de centro-direita com capacidade para empanar o brilho da Presidência de Lula, admirada em todo o mundo, a mídia assumiu a função de liderança como se fosse um partido político em véspera de eleição. Denigre o passado de Dilma e despreza o de Lula, com o estafado modelo da velha elite que não suporta qualquer conteúdo democrático e sonha com um Brasil dependente e de cabeça baixa.

Alguns “âncoras” da Globo emitem a sua posição pessoal, agora atribuída à “opinião pública mundial”, para censurar a amizade de Lula por Cuba e o respeito que demonstra pelos direitos do Irã. Inventam cientistas políticos e conhecedores do mundo para fazerem coro com o estribilho dos bate-orelhas do imperialismo. De um momento para outro a boataria da mídia recriou o ambiente desenhado pela ditadura há mais de meio século. E, tudo isso, cercado de frases bombásticas sobre a liberdade de pensamento e de informação. O publico vai sendo enrolado por repetidas notícias sobre crimes de sangue ou de corrupção política que envolve os eleitos do DEMO que a burocracia do sistema judiciário consegue manter em um eterno banho-maria. O nível da mídia, de fato, tornou-se rasteiro e enfadonho, talvez querendo levar as consciências dos eleitores a apagarem as conquistas dos últimos 8 anos em compasso de inanição mental. Visivelmente houve uma orquestração estratégica dessa defasada inspiração “macartista” para servir de pano de fundo à campanha eleitoral impedindo que nela sejam discutidos a sério os conteúdos do novo Brasil independente.

Em causa estará a escolha de um governo que dê seguimento ao que foi criado pelo Governo Lula, ou que retorne às ações neoliberais baseadas na priorização absoluta do mercado e no desprezo pelo papel do Estado como fez FHC nos seus dois mandatos. Ninguém esqueceu que os neoliberais desconstruíram o Estado em suas áreas fundamentais, o que resultou na estagnação da economia e na paralisia ou retrocesso em projetos de inclusão social. Prosseguir a orientação do governo de Lula e Dilma que consideram haver ainda muito a fazer para poder liquidar totalmente a miséria no país dará caráter de plebiscito à próxima eleição.

Para que não haja discussões salutares sobre como aproveitar o prestígio alcançado pelo Brasil a nível internacional pelo grande exemplo que deu na superação da crise que atingiu todo o planeta e pela capacidade de estadista de Lula que se fez respeitar como interlocutor entre países discordantes, para que a população não continue a participar nos programas de desenvolvimento social que hoje entusiasmam profissionais e humanistas de todas as nações, a mídia brasileira baixou o nível dos temas de informação para que o povo pense que voltou a chafurdar na lama anterior quando a elite dominava impondo o seu programa de vida como o único possível em um país subdesenvolvido e dominado.

Dilma foi preparada por Lula na primeira fila do Governo brasileiro e sempre agüentou corajosamente e com competência a ferocidade da oposição, incluindo a da mídia. Não é Lula, claro, é mulher, do sul, com uma experiência própria na luta. Somos a favor da diversidade quando complementa uma boa escolha anterior. Assim cresce a força do povo brasileiro, derrotando os preconceitos e o ranço oligarca do subdesenvolvimento.

* Cientista Social, consultora do Cebrapaz. Tem experiência de vida e trabalho no Chile, Portugal e Cabo Verde.
Fonte:
Portal Vermelho

O blogueiro da Veja e a greve dos professores em São Paulo


PETISTAS JÁ DEFLAGRARAM A TENTATIVA DE BAGUNCISMO EM SP DE OLHO NAS URNAS. GREVISTAS DA APEOESP FERRAM AS CRIANÇAS E GRITAM: “DIL-MA; DIL-MA”!!!
quinta-feira, 18 de março de 2010

Escrevi um post ontem sobre um despacho da Reuters, publicado na Folha Online, que dava destaque a um ovo jogado por militante da Apeoesp na direção do governador José Serra. O Estadão Online pôs no ar a foto. O criminoso certamente se sentiu recompensado. E o crime agradece. Um crime que não se resume a esse ataque de boçalidade. O sindicato da rede oficial de ensino está mobilizado, neste momento, contra os pobres. Tenta tirar daqueles que já não têm muito o pouco que têm: o direito à educação. Sua pauta è obscurantista, atrasada, própria de gente que se reúne para queimar livros.

A Apeoesp é uma espécie de MST urbano: é virulento, odeia o mundo moderno, vende fantasias e falsidades e é contra a eficiência. Tem, na comparação com o movimento dos sem-terra, uma pequena diferença — a favor, acreditem, do MST: o movimento de João Pedro Stedile consegue, às vezes, demonstrar alguma independência em relação ao PT , sempre pela esquerda, claro!, mas consegue. A Apeoesp se limita a ser um esbirro partidário. Neste momento, sua tarefa é fazer campanha eleitoral. E usa os estudantes pobres como bucha de canhão de sua luta ensandecida.
Assim como o MST tenta convencer o Brasil de que o país precisa fazer uma reforma agrária nos moldes de 50 anos atrás — o que levaria o Brasil à fome e à miséria —, a Apeoesp tem uma luta que despreza as necessidades reais da educação. E o lastimável é que a imprensa, que faz profissão de fé na eficiência, reproduz de forma mecânica as suas mentiras.

O salário
Já bastava para qualificar a “luta” o pedido delirante de reajuste de 34%! Se me perguntam se professor ganha bem ou mal, diria que merece ganhar mais. Só que o salário inicial de um professor, num regime de 40 horas semanais (que é a média de qualquer trabalhador — a minha é mais do que o dobro..), é de R$ 1.835. É maior do que a de muitas profissões. Pode chegar a R$ 6.270 no fim da carreira. Por mim, ganhariam cinco vezes mais. A questão é saber se isso é realista e se há dinheiro para tanto. Não é, e não há. Ora, pesquisem para saber qual é o rendimento médio do trabalhador brasileiro e dos próprios professores em outros estados. A Apeoesp espalha por aí uma conta vigarista com média salário de 24 horas semanais. Quem, no Brasil, trabalha 24 horas por semana? Nem o Lula! Esse é tempo que ele passa discursando.

A grande mentira
De todas as mentiras, a mais escandalosa é a que assegura que os professores estão sem reajuste desde 2005. Daquele ano até 2009, a folha de pagamentos da Secretaria de Educação saltou de R$ 7,8 bilhões para R$ 10,4 bilhões. São dados oficiais, sim, mas verificáveis, em números públicos.

Mérito
Pedir muito, mentir para tentar ganhar adesões, tudo isso, dirá alguém, é próprio do sindicalismo etc. Ocorre que a pauta da Apeoesp é bem maior. O sindicato quer acabar com Programa de Valorização pelo Mérito. Ele permite que parte da categoria, a cada ano, receba 25% de reajuste — para tanto, os professores têm de se submeter a avaliações e programas de qualificação. Que idéia criminosa esta, não é mesmo???

Faltas
Os obscurantistas não param por aí! Exigem o fim da Lei 1041, que limitou as faltas justificáveis a seis por ano. Isto mesmo companheiro: na prática, cada professor já pode faltar seis vezes por ano sem ter um centavo descontado. A Apeoesp pretende voltar ao padrão antigo, e os pais dos alunos pobres sabem bem o que isso significa: escolas sem professor. De novo: os dados disponíveis indicam que, depois da 1041, houve uma redução de 60% no número de faltas.

Escola de formação
A Apeoesp luta para revogar a lei 1094, que criou a Escola Paulista de Formação de Professores e instituiu novas regras para ingresso na carreira. Com base nela, o estado abriu concurso para 10 mil professores — há mais de 261 mil inscritos. Os aprovados passam por um curso de preparação de quatro meses. A única conseqüência dessa lei é aumentar o preparo dos professores em sala de aula. Também quer extinguir as provas para professores temporários.

Ler e Escrever
Os iluminados também são contra o programa Ler e Escrever, que compreende a distribuição de material didático ao aluno e do Guia do Professor. Segundo esses libertários, isso tira o espaço para a criatividade, sabem? Vocês certamente sabem o que isso significa.

Bônus por resultado
A Apeoesp não gosta, acreditem, do programa Bônus por Resultados, que pode pagar até 2,9 salários aos professores e funcionários que superarem as metas de qualidade definidas para as escolas. No ano passado, 49% dos professores e 48% dos funcionários tiveram essa compensação. Os valentes acham que isso divide a categoria.

A pauta é essa
O sindicato se mobiliza, consegue paralisar uma parte pequena do professorado, mas em número suficiente para atrapalhar o trânsito na Paulista, e ganha notícia de jornal. Aí um delinqüente se desloca até uma solenidade em que se está inaugurando uma escola, tenta agredir autoridades com um ovo e se candidata, vamos ver, a ganhar primeira página de jornal. NESSA HORA, A FRANJA SINDICAL DO PT SE ENCONTRA COM A FRANJA PETISTA DO JORNALISMO. E o resultado é o que se vê.

Ação criminosa
Um crime contra a educação está sendo cometido em São Paulo. Só não é maior porque, felizmente, a esmagadora maioria dos professores percebeu que poderia se tornar massa de manobra do PT e da Apeosp e resolveu não aderir a essa greve doidivanas.
O que é um pouco espantoso é que a imprensa, que tanto diz zelar pela qualidade na educação, espalhe a mentira sobre a suposta falta de reajuste desde 2005 — o governo sempre aparece negando, como se fosse mera questão de opinião de um lado e de outro —, concentre-se no pedido de reajuste e ignore o restante da pauta, que pretende simplesmente desmontar um programa que está sendo bem-sucedido.

Segundo informa a Secretaria de Educação, “os resultados do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) e do Saresp (Sistema de Avaliação e Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) de 2009 mostraram uma melhora generalizada nos níveis de aprendizado dos cerca de cinco milhões de alunos da rede estadual. O conjunto das cinco mil escolas estaduais superou amplamente a meta estabelecida pelo Idesp, que era 2,58 para o ano de 2009, com o índice chegando a 2,79 - um crescimento de 9,4% em relação aos 2,55 de 2008″.
Isso é só conversa oficial? Não! São números verificáveis, que saíram de exames efetivamente aplicados.

Dil-ma, Dil-ma
A manifestação dos funcionários ideológicos da Apeoesp e do PT não poderia ter sido mais clara ontem. No “protesto” organizado contra Serra, gritavam: “Dil-ma/ Dil-ma”. Há dias, a Justiça Eleitoral mandou tirar do ar uma propaganda eleitoral ilegal em que Lula asseverava todo o amor que a candidata do PT tem por São Paulo. Ontem, Marta Suplicy também falava da importância da Educação.
O amor dos petistas pelos paulistas e pela qualidade na educação está provado pelo comportamento da tropa de choque da Apeoesp. A Apeoesp, comos seus cabos eleitorais deixaram claro, é a face de Dilma na educação de São Paulo.
Blog Reinado Azevedo


Breve comentário

Postei o artigo acima na íntegra para que não haja sonegação de nenhum ponto de vista do blogueiro sobre a greve dos professores do estado de São Paulo tamanha minha indignação com tanta distorção,virulência e falta de vivência da profissão de educador.
Além disso, a forma peçonhenta,ardilosa,rasteira em que tenta atingir a ministra Dilma.Reparem na grafia que reproduz os gritos dos professores:DIL-MA,DIL-MA.


Ora, faça-me o favor!
O blogueiro pensa que está se dirigindo a incautos?
Ora senhor blogueiro: é fácil falar de fora ainda mais quando sabemos de que lado e a quem o senhor serve!
O senhor fala em ação criminosa dos grevistas em relação à educação em São Paulo?
Depende de qual perspectiva se olha a questão.Do ponto de vista dos grevistas a ação criminosa é do tucanato instalado no poder do estado há 16 anos.

Educador merece respeito!
Mulher educadora também!
Não menospreze nossa capacidade!
Quem ainda mantém o sistema educacional funcionando somos nós!


Abaixo a "Lei da Mordaça"!

Dilma e a mulher na política brasileira


Dilma e a mulher na política brasileira
Coisas da Política - Mauro Santayana

Autor: Raphael Bruno


Jornal do Brasil - 15/03/2010

Reiteradas declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, já deixaram claro que o campo governista pretende explorar, na campanha, o tema da participação feminina na política como maneira de capitalizar votos para a petista. É uma aposta arriscada. A questão do gênero não é, historicamente, um critério relevante para a decisão de voto do eleitorado brasileiro. A candidata petista tem, de toda maneira, uma margem razoável para crescimento, tendo em vista que, curiosamente, as sondagens de intenção de voto indicam que a ministra obtém, entre o eleitorado feminino, percentuais inferiores aos conquistados junto ao masculino.

É difícil deixar de constatar que as afirmações de Lula e Dilma no sentido de que o Brasil está preparado para eleger uma presidente e em defesa da ampliação da presença feminina na política nacional guardam sua dose de oportunismo. Se, por um lado, o governo petista buscou criar mecanismos para aperfeiçoar essa participação a nível institucional, por meio da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, por outro ignorou solenemente a questão em vários outros momentos significativos. O principal deles talvez tenha sido na última tentativa frustrada de emplacar uma reforma política, quando a proposta do governo não trouxe nenhuma espécie de mecanismo de cotas ou reserva de vagas para a eleição de mulheres. Um pecado haja vista o percentual ainda extremamente baixo de representantes femininas no Legislativo brasileiro.

A candidatura de Dilma, contudo, contém uma dimensão emancipatória por si só. Essa característica é explicada pela atuação político-administrativa da ministra. Dilma tem um perfil diferenciado que desafia fronteiras erguidas pelo machismo institucionalizado. Em geral, os partidos e os parlamentares reservam, para as poucas mulheres que conseguem obter um mandato ou um cargo no Executivo, áreas de atuação consideradas mais adequadas para a atuação política feminina. Este artifício altamente excludente abre as portas para as mulheres, por exemplo, de comissões setoriais consideradas leves, como de Seguridade Social e Família, Educação e Saúde, ao mesmo tempo em que limita a participação delas em áreas entendidas como mais nobres, e ao mesmo tempo mais sérias, como política econômica, orçamento e tributação. O próprio governo Lula é um exemplo desse mecanismo. Dilma é a única ministra da equipe, além de Nilcéa Freire, titular da Secretaria Especial de Política para Mulheres, uma pasta atrelada à Presidência com status de ministério. No passado recente, quando mulheres chefiaram ministérios no governo de Lula, foram em assuntos como Meio Ambiente e Turismo. Nada de Planejamento, Fazenda ou Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Toda a carreira política de Dilma, por sua vez, está atrelada a áreas como infraestrutura e Casa Civil, onde, em geral, há hegemonia masculina. Mas a ministra não se limita a esse aspecto. A ciência política feminista, por muito tempo, ficou envolvida no debate que colocava em lados opostos a política de presença da política de idéias. De um lado, o argumento de que era necessária a presença física das mulheres nos espaços de poder. De outro, o entendimento ressaltando que o fundamental era que as políticas e legislações implantadas representassem adequadamente preferências femininas, independentemente do gênero de quem as impulsionava. Hoje, o debate parece ter alcançado um consenso em torno da percepção de que ambos aspectos são necessários. E essa lição Dilma demonstra ter apreendido ao vincular a simples identidade feminina a políticas públicas específicas, como fez na cerimônia comemorativa do Congresso em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres. Na ocasião, a ministra lembrou, por exemplo, que o pagamento do Programa Bolsa Família é feito para a mãe da família beneficiada. Melhor para todos nós que elas, teimosamente, ou sem superar os obstáculos que ainda as impedem de participar das decisões sobre o futuro do país como legitimamente lhes cabe.


Não podemos nos esquecer que a luta das mulheres por igualdade nasceu com a própria opressão.