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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Noblat é pego na mentira via Twitter

Noblat é pego na mentira via Twitter


Ricardo Noblat, colunista/blogueiro do jornal O Globo, publicou no sábado (11) um post que se espalhou por toda a imprensa feito cocada quente em quermesse.
O título incisivo – “Dias Tóffoli, ministro do STF, me agride com palavrões e baixarias” – surpreende e o texto detalha a “agressão”. O jornalista não omite que ouviu a conversa de Toffoli “sem [este] saber que eu o escutava”.
(…)
Reproduzo algumas coisas que ele disse (não necessariamente nessa ordem) e que guardei de memória:
- Esse rapaz é um canalha, um filho da puta.
Repetiu “filho da puta” pelo menos cinco vezes. E foi adiante:
- Ele só fala mal de mim. Quero que ele se foda. Eu me preparei muito mais do que ele para chegar a ministro do Supremo.
(…)
Por mais de cinco minutos, alternou os insultos que me dirigiu sem saber que eu o escutava:
- Filho da puta, canalha.
Depois disse:
- O Zé Dirceu escreve no blog dele. Pois outro dia, esse canalha o criticou. Não gostei de tê-lo encontrado aqui. Não gostei.
Arrematou:
- Chupa! Minha pica é doce. Ele que chupe minha pica.
Confira o post completo aqui.
No dia seguinte, Eduardo Pertence, filho de Sepúlveda Pertence, que foi ministro do STF, desmentiu Noblat. E depois o mesmo Eduardo voltou atrás, dizendo que, de onde estava, não poderia ter escutado o que disse Toffoli no momento em que Noblat o escutava, escondido, vale lembrar.
Nesta segunda-feira, via Twitter, internautas questionaram Noblat sobre suas críticas recorrentes a Lula, citando o apelido “sapo barbudo”, criado por Leonel Brizola e difundido por jornalistas e políticos.
Noblat rebateu enfaticamente o uso do apelido: ”Eu jamais chamei Lula de sapo-barbudo. Jamais. Leitores do blog podem ter chamado”, escreveu, como mostra a imagem abaixo.
Não demorou a ser desmentido pelo tuiteiro Enio Anselmo de Souza (@eniodesouza), que postou dois links com textos de Noblat usando o apelido, num contexto bastante crítico a Lula:
24/08/2009
06/10/2008
Cinco horas depois do desmentido, Noblat continua calado.
Num furo exclusivo da blogosfera suja, registraram a cara de Noblat logo após ter sido desmentido.
“O que eu vou inventar dizer agora?”
Esse é o sujeito que se esconde para ouvir conversas privadas. E que, pelo fato de não lhe ser favorável, usa o conteúdo dessas conversas aliada à sua visibilidade para atacar os desafetos.
É mais um dos tantos – embora ínfimos no universo da população brasileira – que não conseguem suportar o êxito de alguém como Lula e de um partido como o PT.
Como se diz por aí, azar o dele.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

“É mentira, mau-caratismo, safadeza e falta de honestidade e hombridade da revista”, diz Romário sobre a Veja

“É mentira, mau-caratismo, safadeza e falta de honestidade e hombridade da revista”, diz  Romário sobre a Veja


O deputado federal Romário de Souza Faria (PSB) postou texto na noite deste domingo (10) em seu Facebook, no qual desmete a revista Veja na reportagem que publicou com o título Rebeldia eleitoral. “É mentira, mau-caratismo, safadeza e falta de honestidade e hombridade da revista”, assegurou Romário no texto “Mentiras da Revista Veja”. O ex-jogador classificou como ”mentirosa” a informação de que teria participado de discussões para alianças com o PMDB e PSOL para as eleições municipais do Rio de Janeiro e Recife. Confira abaixo, na íntegra, a postagem de Romário:

”Galera, venho aqui, através desse espaço que todos sabem que é um espaço democrático, dizer o seguinte : é mentira, mau-caratismo, safadeza e falta de honestidade e hombridade da revista Veja e, principalmente, a matéria que saiu hoje: Rebeldia eleitoral(pag. 51).

Primeiro que em nenhum momento entrei em nenhum tipo de briga ou discussão sobre a prefeitura do Rio de Janeiro. Segundo, já sabia há bastante tempo, desde a eleição passada que o nosso partido já teria feito uma coligação pra majoritário, ou seja, prefeito com o PMDB do Rio de Janeiro. É mentira que fui impedido pelo presidente do PSB que, felizmente ou infelizmente, acabamos não tendo oportunidade de conversar sobre esse assunto e em relação ao presidente do partido nacional, que é hoje o governador do Estado de Pernambuco, Eduardo Campos, também não tivemos nunca uma conversa sobre isso apesar de que ele realmente não me atende há seis meses.

Em relação ao apoio ao PSOL, ou seja, candidato sério, honesto e íntegro, Marcelo Freixo, ao qual tenho grande admiração e respeito, também nunca conversamos sobre nenhum tipo de apoio. Quero dizer que as minhas ações na política foram, são e serão sempre públicas, pra que as pessoas, principalmente aquelas que me colocaram como Deputado Federal, entendam quais são as minhas ações.

O mesmo vale para o Município de Duque de Caxias que, com todo respeito, nem sei quem será o candidato do PSOL. Em relação a Prefeitura de Caxias, quero dizer que, antes de mais nada, sou PSB e, dentro da legalidade eleitoral, acredito eu que talvez isso não seja nem possível porque lá estará disputando um candidato que é, por coincidência, candidato e presidente do meu partido”.



No Jornal da Mídia

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Morro e não vejo tudo: Juiz ensina homem a mentir para uma mulher quando estiver com outra

Morro e não vejo tudo: Juiz ensina homem a mentir para uma mulher quando estiver com outra


Um homem que se relaciona com duas mulheres tem de aprender a mentir para evitar litígios na Justiça. É fácil. Se ele receber a ligação de uma enquanto está com a outra, basta dizer que está na pescaria com os amigos. "Evita briga, litígio, quiproquó e não tem importância nenhuma. Isso não é crime. Pode passar depois lá no "Traíras" e comprar uns lambarizinhos congelados, daqueles de rabinhos vermelhos, e depois no ABC, comprar umas latinhas de Skol e levar para a outra. Ela vai acreditar que ele estava mesmo na pescaria. Trouxe até peixe. Além disso, ainda sobraram algumas latinhas de cerveja da pescaria...".
Quem ensina como um homem deve enganar uma mulher para evitar litígios desnecessários no Judiciário é o juiz Carlos Roberto Loiola, do 3º Juizado Especial de Divinópolis, de Minas Gerais. Ele analisou um processo de danos morais envolvendo duas mulheres que se relacionam com o mesmo rapaz, todo “saidinho” e metido a “rei da cocada preta”, como disse na sentença.
Para o juiz, decisão judicial é "um trem que todo cabra tem que entender". Na sentença, ele explicou com simplicidade a história do triângulo amoroso e como poderia ter sido o desfecho sem passar pelo Judiciário se o homem fosse um pouco mais astuto.
De acordo com a sentença, uma mulher procurou a Justiça para reclamar por ter levado uma surra da "outra", “com puxão de cabelo e unhada e tudo o mais que a gente pode imaginar de briga de mulher briguenta, dentro de sua própria casa, invadida por ela só porque ela estava com o "Nilson, no bem bom, fato que desagradou a agressora. Quer seus danos morais e não tem conversa de conciliação. Chega de perda de tempo”.
Mas a outra, “esperta, veio acompanhada de advogada porque percebeu que a coisa não está boa para ela não. E a Doutora advogada já despejou uma preliminar de inépcia de inicial e citou muita doutrina e jurisprudência para demonstrar que no mérito a autora não tem razão, porque houve agressões recíprocas”, relatou o juiz na sentença.
Segundo ele, o rapaz que chegou à audiência todo “tranquilo, se sentindo o rei da cocada, mais desejado que bombom de brigadeiro em festa de criança", poderia ter evitado que as duas mulheres com quem se relaciona, fossem parar na Justiça. Para o juiz, o rapaz poderia ter evitado toda a confusão. Mas “nem prá dizer que estava numa pescaria com os amigos! Foi logo entregando que estava com a rival. Êta sujeito despreocupado! Também, tão disputado que é pelas duas moças, que nem se lembrou de contar uma mentirinha dessas que a gente sabe que os outros contam nessas horas só prá enganar as namoradas. Talvez porque hoje isso nem mais seja preciso, como era no meu tempo de pescarias. Novas Leis de mercado."
De acordo com o processo, o rapaz afirmou: “Eu sou solteiro, gosto das duas, tenho um caso com as duas, mas não quero compromisso com nenhuma delas não senhor". Depois de ouvir o rapaz, o juiz achou que ele “estava tão soltinho na audiência, com a disputa das duas, que só faltou perguntar: '-tô certo ou errado?'."
O homem disputado pelas duas figurou no processo apenas como testemunha, já que foi de suas namoradas que exigiu indenização da “outra”. Após todo esse quiprocó, o juiz bem que ia fixar o valor da indenização em R$ 4 mil. Porém, na audiência, a autora da ação chamou a ré de "esse trem". O juiz não tolerou. Decidiu fixar a indenização em R$ 3 mil, considerando que "ela também não é santa não, deve ter retrucado as agressões".

No Conjur

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Professora mineira responde Debora Falabella e publica seu contracheque para mostrar o quanto os professores mineiros são "valorizados"

Professora mineira responde Debora Falabella e publica seu contracheque para mostrar o quanto os professores mineiros são "valorizados"

Ana Guida no Facebook

Querida Débora Falabella, às vezes vale a pena recusar alguns trabalhos apenas para não queimar seu filme com milhares de fãs. Às vezes vale a pena procurar mais informações sobre o personagem que você vai representar.


Milhares de PROFESSORES, ALUNOS E COMUNIDADES foram extremamente prejudicados pelo governante ditador e arbitrário que atualmente governa Minas Gerais.


Segue em anexo o MEU CONTRACHEQUE de setembro para demonstrar um pouco do que estou falando (este foi apenas um mês, se quiser posso te mandar os outros).

O mesmo que aconteceu comigo, aconteceu com centenas de milhares de outros professores, pais de família que não tiveram como colocar comida na mesa porque o governador acreditou que podia cortar cada centavo do nosso salário e o fez.

Então, querida, não me venha falar de coisas que não sabe, demonstrando um conhecimento de causa que, na verdade, DINHEIRO NENHUM JAMAIS TE DARÁ.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Toma fofoqueira! ¿Por qué no te callas?: carta a Dora Kramer

Toma fofoqueira! ¿Por qué no te callas?: carta a Dora Kramer


Patrocínio: carta a Dora Kramer

Sobre a nota “Ainda no ar” (versão online), publicada na coluna da jornalista Dora Kramer (26/01), há um erro grave. Uma mentira, inadmissível. A diretora Maria das Graças Silva Foster não tem equipe de transição nem está fazendo levantamentos sobre patrocínios que foram concedidos pela Petrobras. A equipe que está trabalhando com a diretora é rigorosamente a mesma que trabalha com o presidente José Sergio Gabrielli de Azevedo. E a mesma equipe será mantida por ela, sem exceção, ao assumir a Presidência da companhia, no dia 13 de fevereiro.
Lamentavelmente, informações em off são a melhor forma encontrada para esconder interesses, mentiras e camuflar o jogo político. A Petrobras esclarece, ainda, que todas as propostas de patrocínio recebidas passam por análise técnica e jurídica e devem apresentar características como oportunidade de posicionamento da marca da Petrobras em regiões ou junto a públicos estratégicos ou relevância social e cultural. O patrocínio aos blocos e trios de Salvador visa valorizar e ampliar o conhecimento sobre a história do Carnaval baiano, além de expor a marca para milhares de pessoas, reforçando a imagem da Petrobras como maior patrocinadora da cultura brasileira.