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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Vixe! Eca!: Paulo Maluf fecha com Haddad em São Paulo e Serra culpa Alckmin por perder aliado

Vixe! Eca!: Paulo Maluf fecha com Haddad em São Paulo e Serra culpa Alckmin por perder aliado


José Serra Foto:Agência Brasil. Foto:Agência Brasil

Marina Dias


O presidente estadual do PP em São Paulo, deputado federal Paulo Maluf, anunciou no início da tarde desta segunda-feira (18) o apoio oficial de seu partido à candidatura de Fernando Haddad à Prefeitura da capital paulista. Enquanto petistas comemoram a aliança, que trará 1 minuto e 35 segundos a mais ao programa eleitoral gratuito do PT, o tucano José Serra culpa Geraldo Alckmin por ter, nas palavras de interlocutores, "deixado Maluf escapar".
 
Segundo aliados, que pedem reserva quanto a seus nomes, Serra está "muito irritado" com o governador, que havia garantido o apoio do PP à candidatura tucana. "Serra acha que Alckmin acertou com Maluf para 2014 e não se esforçou muito, digamos assim, para este ano", explica um dirigente do PSDB paulistano. "Ele (Serra) acredita que Alckmin deixou Maluf escapar, não segurou o PSB, e ainda teve a história do PR… o PR foi Kassab que trouxe", completa. 
 
O grupo paulista do PP estava muito próximo de fechar com Serra, já que integra a base de Alckmin. Essas negociações, porém, começaram a azedar nas últimas semanas, depois que o governador se recusou a ceder a Secretaria de Habitação do Estado ao PP. Por outro lado, Maluf conseguiu emplacar um de seus aliados na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, cargo negociado com a presidente Dilma pelo ministro da pasta, Aguinaldo Ribeiro (PP), como informou o jornal Folha de S.Paulo.
 
Além disso, Alckmin afirmava aos mais próximos e a Serra, inclusive, que o PSB poderia fechar com o PSDB, já que o presidente estadual do partido, Márcio França, era seu secretário do Turismo. No entanto, não foi isso que aconteceu. O presidente nacional do PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, acertou com o ex-presidente Lula o apoio a Haddad, mediante a algumas concessões do PT em importantes cidades do Brasil.
 
Chapão
 
Serra precisará de Alckmin para ajudar a convencer os vereadores do PSDB contrários à ideia do "chapão" de que esta é a melhor opção para o partido nas eleições municipais em São Paulo.
 
Dirigentes do partido já ameaçaram destituir a Executiva Municipal da sigla, caso esta mostre disposição em apoiar o "chapão", em que tucanos teriam que dividir com as siglas aliadas o número de candidatos que podem inscrever na disputa por uma cadeira na Câmara Municipal, o tempo de propaganda eleitoral e os votos de legenda.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Promotores querem condenação de Alckmin por ação policial na 'cracolândia'

Promotores querem condenação de Alckmin por ação policial na 'cracolândia'

Homem é preso durante operação realizada pela
Polícia Militar  - Foto: Nelson Antoine/Folhapress
O Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE) apresentou nesta terça-feira (12) ação civil pública contra o governo do estado de São Paulo por causa da ação policial realizada no bairro da Luz, no centro da capital paulista, na região também conhecida como “cracolândia”. A intenção é obter a condenação do Estado por dano moral coletivo em favor dos dependentes químicos e da sociedade devido ao que consideram um "fracasso total".
Na ação, o MPE pede que o governo pague indenização de R$ 40 milhões e a proibição por liminar das "procissões do crack", em referência à ação de policiais militares que obrigam dependentes químicos a se movimentarem sem destino na região. De acordo com os promotores, as procissões só causam humilhação, sem solucionar o problema. Eles opinaram que a indenização servirá para construir e firmar os direitos humanos. Cópia do processo também será enviada à Procuradoria Geral de Justiça que pode decidir apurar, inclusive, a responsabilidade do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na ação.
Os promotores de Habitação e Urbanismo, de Infância e Juventude, de Saúde Pública e de Direitos Humanos concluíram a apuração iniciada em janeiro, quando a chamada Operação Sufoco, conduzida em parceria pelo governo estadual e pela prefeitura, deteve dezenas de moradores de rua e de dependentes químicos da região, que o prefeito Gilberto Kassab (PSD) pretende vender à iniciativa privada para dar lugar à Nova Luz.

Inútil
A conclusão do inquérito civil reforçou pontos que haviam sido citados em janeiro. Na visão dos promotores Maurício Ribeiro Lopes, Luciana Bergamo Tchorbadjian, Arthur Pinto Filho e Eduardo Ferreira Valério, a operação policial apenas serviu para promover ações violentas, com graves violações de direitos humanos.
Além disso, a operação se mostrou inútil para quebrar a logística do tráfico, apresentada como o argumento central para a atuação, e ampliou a atividade de traficantes em outras ruas ao simplesmente espalhar o problema. A apuração concluiu também que a população não se sente mais segura para circular pela região, outro índice de fracasso do trabalho, e os dependentes químicos não tiveram acesso a tratamento médico eficaz.
A atuação do governo do estado também criou dificuldades para atuação de agentes sociais e sanitários, devido à quebra de vínculo de confiança entre os agentes e os dependentes químicos. Segundo os promotores, a operação também violou o princípio constitucional da eficiência da administração pública e despendeu "vultosa importância de recursos públicos".
Questionado de onde partiram as ordens para a operação Sufoco, Valério citou a realização de reuniões no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do estado. Mas, conforme o promotor, não foi possível saber de onde partiu o comando.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Professor de direito civil dá uma aula magna sobre Pinheirinho – e destrói Alckmin em plena Folha

Professor de direito civil dá uma aula magna sobre Pinheirinho – e destrói Alckmin em plena Folha

Ainda o Pinheirinho

Por José Osório de Azevedo Jr.*, na Folha de S. Paulo

Os fatos são conhecidos: uma decisão judicial de reintegração de posse sobre uma favela. A ocupação começou em 2004, por pessoas necessitadas de moradia.
Segundo a Folha, a proprietária obteve reintegração liminar em 2004. Durante um imbróglio processual, os ocupantes permaneceram. Em 2011, uma nova decisão ordena a reintegração. Foi essa a ordem que o Poder Executivo cumpriu no dia 22 de janeiro, com aparato policial, caminhões e máquinas pesadas.
A ordem era, porém, inexequível, pois, em sete anos, a situação concreta do imóvel e sua qualificação jurídica mudaram radicalmente.
O que era um imóvel rural se tornou um bairro urbano. Foi estabelecida uma favela com vida estável, no seu desconforto. Dir-se-á que a execução da medida mostra que a ordem era exequível.
Ninguém duvida da exequibilidade física da ordem judicial, pois todos sabem que soldados e tratores têm força física suficiente para ‘limpar’ qualquer terreno.
O grande e imperdoável erro do Judiciário e do Executivo foi prestigiar um direito menor do que aqueles que foram atropelados no cumprimento da ordem.
Os direitos dos credores da massa falida proprietária são meros direitos patrimoniais. Eles têm fundamento em uma lei também menor, uma lei ordinária, cuja aplicação não pode contrariar preceitos expressos na Constituição.
O principal deles está inscrito logo no art. 1º, III, que indica a dignidade da pessoa humana como um dos fundamentos da República. Esse valor permeia toda a ordem jurídica e obriga a todos os cidadãos, inclusive os chefes de Poderes.
As imagens mostram a agressão violenta à dignidade daquelas pessoas. Outro princípio constitucional foi afrontado: o da função social da propriedade. É verdade que a Constituição garante o direito de propriedade. Mas toda vez que o faz, estabelece a restrição: a propriedade deve cumprir sua função social.
Pois bem, a área em questão ficou ociosa por 14 anos, sem cumprir função social alguma. O princípio constitucional da função social da propriedade também obriga não só aos particulares, mas também a todos os Poderes e os seus dirigentes.
O próprio Tribunal de Justiça de São Paulo já consagrou esse princípio inúmeras vezes, inclusive em caso semelhante, em uma tentativa de recuperação da posse de uma favela. O tribunal considerou que a retomada física do imóvel favelado é inviável, pois implica uma operação cirúrgica, sem anestesia, incompatível com a natureza da ordem jurídica, que é inseparável da ordem social. Por isso, impediu a retomada. O proprietário não teve êxito no STJ (recurso especial 75.659-SP).
Tudo isso é dito porque o cidadão comum e o estudante de direito precisam saber que o direito brasileiro não é monolítico. Não é só isso que esse lamentável episódio mostrou. Julgamento e execução foram contrários ao rumo da legislação, dos julgados e da ciência do direito.
Será verdade que uma decisão tem de ser cumprida sempre? Só é verdade para os casos corriqueiros. Não para os casos gravíssimos que vão atingir diretamente muitas pessoas indefesas.
Estranha-se que o governador tenha usado o conhecido chavão segundo o qual decisão judicial não se discute, cumpre-se. Mesmo em casos menos graves, os chefes de Executivo estão habituados a descumprir decisões judiciais. Nas questões dos precatórios, por exemplo, são milhares de decisões judiciais definitivas não cumpridas.
*José Osório de Azevedo Jr. é professor de direito civil e desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de SP.


Vi no Quem tem medo da democracia?

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

#jogodogabinete : Usuários querem Alckmin fora do Twitter

#jogodogabinete : Usuários querem Alckmin fora do Twitter
A criação do ‘gabinete antiprotesto’ de Alckmin gerou, como era de se esperar, outro protesto. E claro, nas redes sociais. Na manhã desta terça-feira, os usuários levaram a tag #jogodogabinete aos Trending Topics nacional (lista de assuntos mais comentados no site). O movimento incentiva o bloqueio do perfil do governador e a denúncia ao site como sendo um spam, a fim de que ele seja expulso do microblogging.
“Jogo do Gabinete Antiprotesto: entre na conta de @geraldoalckmin_ e use block + report for spam. Use a tag #jogodogabinete”, escreveu o cartunista André Dahmer (@malvados), um dos incentivadores do ato virtual. A usuária @karinereis protestou: “’Governador’ e ‘prefeito’, esquecem que foi o povo que os colocaram no poder, se fazem protesto, fazem com total a razão! #jogodogabinete”.
Ler a íntegra no Brasil247

domingo, 29 de janeiro de 2012

Governo Alckmin é condenado por racismo: Indenização será de R$ 54 mil a família que se sentiu atingida



Governo Alckmin é condenado por racismo: Indenização será de R$ 54 mil a família que se sentiu atingida

Governo Alckmin é condenado por racismoFoto: Felipe L. Gonçalves/247
Fernando Porfírio

O governo paulista foi condenado por disseminar o medo e a discriminação racial dentro de sala de aula. A decisão é do Tribunal de Justiça que deu uma “dura” no poder público e condenou o Estado a pagar indenização de R$ 54 mil a uma família negra. De acordo com a corte de Justiça, a escola deve ser um ambiente de pluralidade e não de intolerância racial.
O Estado quedou-se calado e não recorreu da decisão como é comum em processos sobre dano moral. O juiz Marcos de Lima Porta, da 5ª Vara da Fazenda Pública, a quem cabe efetivar a decisão judicial e garantir o pagamento da indenização, deu prazo até 5 de abril para que o Estado dê início à execução da sentença.
O caso ocorreu na capital do Estado mais rico da Federação e num país que preza o Estado Democrático de Direito instituído há quase 24 anos pela Constituição Federal de 1988. Uma professora da 2ª série do ensino fundamental, de uma escola estadual pública, distribuiu material pedagógico supostamente discriminatório em relação aos negros.
De acordo com a decisão, a linguagem e conteúdo usados no texto são de discriminatórias e de mau gosto. Na redação – com o título “Uma família diferente” – lê-se: Era uma vez uma família que existia lá no céu. O pai era o sol, a mãe era a lua e os filhinhos eram as estrelas. Os avós eram os cometas e o irmão mais velho era o planeta terra. Um dia apareceu um demônio que era o buraco negro. O sol e as estrelinhas pegaram o buraco negro e bateram, bateram nele. O buraco negro foi embora e a família viveu feliz.
O exercício de sala de aula mandava o aluno criar um novo texto e inventar uma família, além de desenhar essa “família diferente”. Um dos textos apresentados ao processo foi escrito pela aluna Bianca, de sete anos. Chamava-se “Uma Família colorida” e foi assim descrito:
“Era uma vez uma família colorida. A mãe era a vermelha, o pai era o azul e os filhinhos eram o rosa. Havia um homem mau que era o preto. Um dia, o preto decidiu ir lá na casa colorida.Quando chegou lá, ele tentou roubar os rosinhas, mas aí apareceu o poderoso azul e chamou a família inteira para ajudar a bater no preto. O preto disse: - Não me batam, eu juro que nunca mais vou me atrever a colocar os pés aqui. Eu juro. E assim o azul soltou o preto e a família viveu feliz para sempre”.
A indenização, que terá de sair dos cofres públicos, havia sido estabelecida na primeira instância em R$ 10,2 mil para os pais do garoto e de R$ 5,1 mil para a criança, foi reformada. Por entender que o fato era “absolutamente grave”, o Tribunal paulista aumentou o valor do dano moral para R$ 54 mil – sendo R$ 27 mil para os pais e o mesmo montante para a criança.
De acordo com a 7ª Câmara de Direito Público, no caso levado ao Judiciário, o Estado paulista afrontou o princípio constitucional de repúdio ao racismo, de eliminação da discriminação racial, além de malferir os princípios constitucionais da igualdade e da dignidade da pessoa humana.
“Sem qualquer juízo sobre a existência de dolo ou má-fé, custa a crer que educadores do Estado de São Paulo, a quem se encarrega da formação espiritual e ética de milhares de crianças e futuros cidadãos, tenham permitido que se fizesse circular no ambiente pedagógico, que deve ser de promoção da igualdade e da dignidade humana, material de clara natureza preconceituosa, de modo a induzir, como induziu, basta ver o texto da pequena Bianca o medo e a discriminação em relação aos negros, reforçando, ainda mais, o sentimento de exclusão em relação aos diferentes”, afirmou o relator do recurso, desembargador Magalhães Coelho.
Segundo o relator, a discriminação racial está latente, “invisível muitas vezes aos olhares menos críticos e sensíveis”. De acordo com o desembargador Magalhães Coelho, o racismo está, sobretudo, na imagem estereotipada do negro na literatura escolar, onde não é cidadão, não tem história, nem heróis. Para o relator, ao contrário, é mau, violento, criminoso e está sempre em situações subalternas.
“Não é por outra razão que o texto referido nos autos induz as crianças, inocentes que são, à reprodução do discurso e das práticas discriminatórias”, afirmou Magalhães Coelho. “Não é a toa que o céu tem o sol, a lua, as estrelas e o buraco negro, que é o vilão da narrativa, nem que há “azuis poderosos”, “rosas delicados” e “pretos” agressores e ladrões”, completou.
O desembargador destacou que existe um passado no país que não é valorizado, que não está nos livros e, muito menos, se aprende nas escolas.
“Antes ao contrário, a pretexto de uma certa “democracia racial”, esconde-se a realidade cruel da discriminação, tão velada quanto violenta”, disse. Segundo Magalhães Coelho, na abstração dos conceitos, o negro, o preto, o judeu, o árabe, o nordestino são apenas adjetivos qualificativos da raça, cor ou região, sem qualquer conotação pejorativa.
“Há na ideologia dominante, falada pelo direito e seus agentes, uma enorme dificuldade em se admitir que há no Brasil, sim, resquícios de uma sociedade escravocrata e racista, cuja raiz se encontra nos processos históricos de exploração econômica, cujas estratégias de dominação incluem a supressão da história das classes oprimidas, na qual estão a maioria esmagadora dos negros brasileiros”, reconheceu e concluiu o desembargador.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Casas para os desabrigados do Pinheirinho só daqui 18 meses: É possível continuar a viver desse jeito por 18 meses, Alckmin?

Casas para os desabrigados do Pinheirinho só daqui 18 meses: É possível continuar a viver desse jeito por 18 meses, Alckmin?

Como que um governo expulsa 1.600 famílias de suas casas e depois diz que as casas ficarão prontas daqui 18 meses? 


Onde está a dignidade, Alckmin?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A gente sabe quando um tucano quer se livrar da culpa: Reizinho culpa Dilma por Pinheirinho e livra o tucano

A gente sabe quando um tucano quer se livrar da culpa...: Reizinho culpa Dilma por Pinheirinho e livra o tucano



O mundo mineral sabe que é pura perda de tempo ler a coluna de Reinaldo Azevedo na Veja.
Não é porque eu não gosto dele, porque não concordo com o que ele diz. Eu leio um monte de coisas ditas por pessoas com quem eu costumo não concordar. Mas é que o reizinho realmente deve imaginar que todos os seus leitores são absolutos estúpidos.
Depois que a mídia deu alguma coisa sobre a violência com a qual a polícia de São Paulo desocupou a favela do Pinheirinho, e, para bom entendedor, meia palavra basta, autorizado pelo sr. Governador daquelas planícies, (o impoluto Geraldo Alckmin), ficou meio claro de quem era a responsabilidade.
Tanto é verdade que o tucanão disse, nas palavras dele, que decisão judicial tem que ser cumprida.
Veja bem, leitor. Atente para os fatos. Alckmin autorizou a desocupação pela polícia. Esse tipo de operação nunca ocorre sem a chancela do Governador que é o chefe da polícia estadual!
Mas reizinho não se contenta. Teve a coragem de dizer para seu povo, que o Governo Federal poderia ter impedido o massacre. Mas como assim? Não foi o Governo estadual, tucano, que ele tanto defende que ordenou o massacre?
Reizinho se prende a argumentos que até uma criança de 12 anos rebate. "O Governo Federal poderia ter feito alguma coisa". Que coisa, cara-pálida? O que ele quer dizer? Que Dilma saberia que Alckmin ia ordenar que a polícia descesse o cacete na pobrarada e não ligou para impedí-lo?
"Alckmin, eu sei que você vai mandar bater nos pobres, mas não faz isso não, querido!"
Bem, pensando melhor, talvez reizinho tenha razão. Ela deveria ter adivinhado que o tucano ia mandar cacetear os favelados. Foi assim em todas as outras desocupações determinadas pelo PSDB, um governo sabidamente de ricos e que tem nojo da pobreza, por que haveria de ser diferente agora?
Reinaldo Azevedo é, de longe, a pessoa mais cara de pau da imprensa brasileira. Ele consegue pegar uma notícia, cuja culpa exclusiva dos fatos é das pessoas que ele tanto defende, e distorcer ao máximo, invertendo a lógica das coisas.
Idêntico é dizer que a culpa pelos crimes do estuprador, é da mãe dele, que não o impediu de nascer.
Sinceramente, você aí, que é leitor da Veja. Não se flagrou ainda que esse povo não bate bem da bola?

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Confira locais e horários dos atos em solidariedade ao Pinheirinho em todo o Brasil

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Confira locais e horários dos atos em solidariedade ao Pinheirinho em todo o Brasil

Em todo o Brasil, dezenas de entidades estão chamando protestos de repúdio contra a ação criminosa do governo geral Alckmin contra os moradores do Pinheirinho.
Confira relação dos atos contra a desocupação do Pinheirinho, deste dia 23.
  • São José dos Campos – às 9h, na Praça Afonso Pena
  • Belo Horizonte – 16h na Praça da Liberdade
  • Porto Alegre – 12h na Esquina Democrática
  • Belém – 09h na ALEPA
  • Brasília – 10:30 no gramado do Congresso Nacional
  • Teresina – 14h, Praça do Fripisa
  • Rio de Janeiro – 16h Largo da Carioca, Centro
  • Franca (SP) – 17h no Terminal de Ônibus
  • Curitiba – 17h na Boca Maldita
  • Londrina – 18h no Calçadão
  • Juiz de Fora – 17h no calçadão
  • Guarulhos/SP – 17h Praça da Matriz
  • Fortaleza – 17h na Rua 13 de maio
  • Macaé – 17h na Praça Veríssimo Melo


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Os policiais que nos policiam

Os policiais que nos policiam


Com a escolha de um dos líderes do massacre do Carandiru para comandar a ROTA, as palavras de Mano Browm ficam ainda mais atuais: “Adolf Hitler sorri no inferno”
Há alguns dias postei aqui um texto sobre os juízes que nos julgam. Segundo a Lei de Murphy, o que pode dar errado dará, e o que está ruim pode piorar. Ok, Murphy, você venceu. Nas edições da Folha e do Estadão de hoje (textos completos aqui) sai a estarrecedora notícia de que o novo comandante da ROTA (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), setor mais assassino e racista de uma das polícias mais assassinas e racistas do mundo, agora será comandado pelo tenente-coronel Salvador Modesto Madia.
A notícia chocou até o direitoso Estadão, que explica: “Madia não é qualquer réu no processo. Depois do coronel Ubiratan Guimarães — absolvido da acusação de ser responsável por 102 das 111 mortes –, Madia e outros 28 policiais são acusados de matar 76 presos no Pavilhão 9 do presídio, que ficava no Carandiru, zona norte de São Paulo”.
Muitos comentários poderiam ser feitos sobre esta escolha, que diriam muito sobre a Justiça brasileira, o governo paulista e nossa “democracia”, mas creio que os fatos falam por si só. Não é porque não é surpreendente que deixa de ser revoltante. Em homenagem à escolha, lembro aqui de duas músicas, Diário de um Detento e Haiti, salientando as ainda atuais palavras de Mano Browm: “Adolf Hitler sorri no inferno!”.

sábado, 24 de setembro de 2011

Alckmin foi avisado do "mensalão" na ALESP e recusa investigar e auditar

Alckmin foi avisado do "mensalão" na ALESP e recusa investigar e auditar



O governador Alckmin (PSDB/SP) já liberou R$ 188 milhões do dinheiro público para emendas parlamentares em 2011, até agora, faltando um trimestre para fechar o ano.

O deputado estadual Roque Barbieri (PST/SP), em nova entrevista, confirmou tudo sobre suas denúncias do "mensalão" paulista na Assembléia Legislativa (ALESP), e disse que alertou o governo paulista e as secretarias estaduais de planejamento e da casa civil.

E agora, Alckmin? Que providências foram tomada
s?

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Promessas de campanha de Alckimin

O Jornal da Tarde de hoje (22/09) publicou matéria em que aponta levantamento feito pelo próprio jornal sobre as promessas do candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin. Segundo o JT, o candidato da oposição promete até 10 vezes o que fez. A comparação foi feita entre as promessas do tucano para os próximos 4 anos e o que de fato ele fez em igual período, no seu último mandato como governador (2003-2006). O candidato que promete construir 30 km de metrô nos próximos 4 anos entregou, entre 2003 e 2006, apenas 2,6 km. Geraldo ainda afirma em seus programas de TV que elevará em 50% o número de Escolas Técnicas (Etecs), ou seja, 94 novas unidades. Quando foi governador, entregou 26 Etecs. Compare no quadro abaixo as promessas que o tucano faz hoje para os paulistas e o que de fato ele ofereceu: 4 vezes menos do que promete. Quadro comparativo, segundo levantamento do Jornal da Tarde





Leia aqui a matéria publicada pelo Jornal da Tarde.